ARTIGOS DIVERSOS - DICAS PARA OS ALUNOS ...

ARTIGOS DIVERSOS - DICAS PARA OS ALUNOS


Queridos alunos e alunas e membros da RSR - Rede Social de Relacionamento antes de continuar a ler os diversos artigos entre aqui no BLOG do ETE IMBARIÊ -  anote o LOGIN (faetec.ficimbarie@gmail.com) e a SENHA ( 36589907) e CLIQUE  aqui = - https://accounts.google.com/ServiceLogin?service=oz&passive=1209600&continue=https://plus.google.com/up/?type%3Dst%26client%3D1%26gpsrc%3Dwidget%26parent%3Dhttps://apis.google.com%26proxy%3DI0_1383260730195%26rsz%3D1%26hl%3Den%26partnerid%3Dwidget&hl=en

Depois volte, ok!!!!! use as diversas ABAS do seu Espaço de trabalho, para além do FACE (lá entra na minha linha do tempo...) aproveita para entrar no BLOG da FAETEC, No SITE da FAETEC e VOLTAR para este Site...

Segue o seu conhecimento !!!
CV digital, teletrabalho, presença em redes sociais – a forma de trabalhar e procurar emprego vai alterar-se.

Há dois anos, quando as taxas de desemprego atingiram níveis alarmantes nos Estados Unidos, chegando aos 10% depois de quase três décadas de tranquilidade, todos apostavam em 2010 como o ano da recuperação. Mas não foi bem assim: próximos do Natal, os EUA estão com 9,8% de desemprego.
No entanto, o mercado de trabalho evoluiu de formas interessantes, segundo um recente relatório da Elance, um “marketplace” online de empregos para “freelancers”. As tecnologias, as capacidades de marketing e o meio pelos quais são transmitidos são cada vez mais centrados na Wb.
Então, para quem procura um novo emprego e quer começar 2012 com uma perspectiva melhor, eis algumas tendências de pendor tecnológico que podem ser importantes para o próximo ano.

1. Currículo digital substitui papel
Está na altura de deixar de imprimir o seu CV.
O CV digital pode ser um perfil no LinkedIn ou um blogue pessoal. Pode ainda ser um serviço contratado como o Elance, que possibilita interagir com outros membros da rede e exibir o seu portefólio com base em exemplos online. À semelhança do LinkedIn, o Elance também exibe recomendações de colegas, prova irrefutável da sua competência.
“É o fim do CV impresso”, diz o CEO da Elance, Fabrio Rosati. “São estáticos e ficam desactualizados a uma enorme velocidade”, adverte.
Rosati diz que, para 2012, as perspectivas de ser detectado digitalmente antes de qualquer contacto directo são enormes.

2. Telemóvel é o novo desktop
Durante todo este ano ficou evidente que as empresas e os consumidores querem soluções que funcionem bem em dispositivos móveis e em desktops. Isso não passa despercebido às agências de recursos humanos digitais.
A Elance detectou um aumento de 98% na procura por aplicações compatíveis com as plataformas móveis. Um forte indício de que as empresas irão lançar mais e mais dispositivos móveis.
Essa mudança terá reflexo directo na forma como os sites são programados. Para 2012, esperam-se sites com um design mais ligeiro e de fácil leitura, melhores para um ecrã de 3,5 polegadas do que para o computador.

3. Trabalho online
Todos os anos, as comunicações derrubam barreiras muito vistas como dificuldades para que certas tarefas fossem cumpridas a partir de qualquer lugar.
Para 2011, essa tendência deve aumentar. De acordo com a Elance, os recursos de plataformas colaborativas, a banda larga em níveis aceitáveis, a telepresença e outras soluções virtuais podem facilitar o chamado Home Office.

4. A guerra Flash vs. HTML5
Incrivelmente famoso e aceite em todas as plataformas, o HTML5 está muito próximo de se tornar o substituto do Flash nos conteúdos interactivos. Mas, segundo a Elance, isso ainda não aconteceu.
Existe, é inegável, uma elevada procura por programadores HTML5 mas o Flash continua na liderança, mesmo depois de ter perdido o apoio da Apple.
E não interessa quem vai vencer essa disputa. O certo é que haverá procura por programadores bons numa destas áreas.

5. Negócios serão cada vez mais sociais
As repetidas investidas da Google contra o Groupon podem ser o sinal mais evidente da necessidade de empresas de comércio electrónico terem de investir nos medias sociais.
Para Rosati, isso manifesta-se de diferentes formas. As empresas terão de investir mais em ferramentas para a sua interação social e, para tal, devem escolher profissionais com um perfil altamente envolvidos nesses medias.
O comércio deve ocorrer com base em relacionamentos e uso das redes de contato no Facebook, Twitter ou outras redes digitais. Tudo para aproveitar o boca-a-boca que funciona nesses meios.
Assim, uma das principais tendências será procurar pessoas que entendem o valor dessa interação e saibam conduzir esse processo de maneira tranquila, próxima do consumidor/amigo/fã.

6. A morte do marketing tradicional
Em 2012, de acordo com a Elance, as empresas devem continuar a migrar recursos originalmente usados em estratégias como o marketing directo ou o telemarketing.
O alvo serão os medias digitais. O trio escolhido para liderar esses investimentos são os irmãos SEO (optimização de sites para motores de busca), SEM (investimento em links patrocinados) e SMM (marketing desenvolvido para dentro dos medias sociais).
“Qualquer empresa realmente interessada em participar na vida do consumidor, deverá estar onde este estiver. Nas redes sociais, nos sites de busca (Google e Bing) e na lista de amigos dos meus amigos”, finaliza Rosati.

Fonte: http://www.computerworld.com.pt/2010/12/17/tendencias-para-procurar-trabalho-em-2011/

Como fazer seu currículo: modelos originais de curriculum vitae e dicas de preenchimento

 

Currículo é o documento essencial ao procurar emprego, no qual são preenchidos de forma clara e resumida dados sobre características pessoais, formação/escolaridade, experiência profissional e atividades anteriores de um candidato a emprego, atividade de autônomo, ou cargo específico.


Como fazer o curriculo? Essa é uma dúvida comum, e oferecer um bom modelo de curriculo(curriculum vitae ou CV) que possa ser preenchido pelo candidato a um emprego (com ou sem experiência profissional já bem estabelecida) ou estágio costuma ser uma boa primeira resposta.

Mas muitas pessoas em busca de uma vaga ou de uma oportunidade para entrevista caem em uma armadilha comum: repetem sempre os mesmos batidos modelos de currículo criados em mil novecentos e máquina de escrever sem tinta e assim parecem apenas "mais um na multidão" desde o primeiro momento em que o recrutador tem contato com suas informações.

É por isso que o Efetividade.net vai adiante: além de oferecer modelo de currículo gratuito e atualizado como o da imagem acima, ainda explica como preencher currículo e como personalizá-lo para se destacar sem passar dos limites, garantindo maior chance de obter atenção positiva do seu futuro empregador.

E o modelo de currículo grátis do Efetividade que você virá a seguir é tão representativo do visual de um currículo pronto que foi o escolhido para ilustrar o conceito na revista Veja, em uma matéria sobre empregabilidade na edição 2065.

Curriculo pronto para preencher

Na imagem ilustrativa acima, você pode notar que preenchemos com os dados de uma pessoa com nível superior completo e alguma experiência profissional. Mas o mesmo modelo serve também para outras situações, como a do exemplo abaixo:

Note que agora se trata de uma pessoa que está cursando o ensino médio e tem alguma experiência e formação compatíveis com esta realidade – e valorizou experiências complementares, como a organização do campeonato de futebol do bairro e a comissão de formatura da escola.

E para criar este segundo currículo, bastou baixar o modelo gratuito abaixo e digitar as informações, sem nenhuma complicação!

Modelo de currículo para download

Este modelo de currículo versátil nasceu da minha própria experiência: já analisei muitos currículos mal produzidos encaminhados para vagas diversas (nível médio, nível superior, tecnológico, administrativo, ...) que me coube selecionar, e desde então procuro fazer minha parte para que candidatos realmente interessados em um primeiro emprego, emprego temporário, estágio ou mesmo recolocação possam ter alguma referência com um currículo objetivo ;-)

 


Clique para baixar o modelo acima para editar no seu computador

 

Comece fazendo o download do modelo acima, que foi desenvolvido originalmente aqui pelo Efetividade.net e é exatamente o que recebeu destaque na revista Veja.

Currículo para baixar


O arquivo também está disponível para download em vários formatos diferentes que você pode escolher:

Versões alternativas:

Em todos os formatos, este é um modelo de apenas uma página, ideal para quem está em busca do primeiro emprego ou recolocação.

Note que na formatação do nosso modelo de currículo já foram tomados cuidados especiais para evitar o efeito de “folha vazia”. A margem esquerda foi ampliada, os títulos das seções estão dentro de células que ocupam a boa parte da linha, e outros truques tipográficos foram empregados para garantir de forma harmoniosa o preenchimento do espaço. Os truques óbvios, que saltam aos olhos de qualquer avaliador – como aumentar o tamanho da fonte e o espaçamento – foram completamente abandonados.

O que preencher no currículo: dica importante

Além de ver nossas dicas sobre o que escrever no curriculo, caso você sinta que não tem dados suficientes para "rechear" seu currículo, siga a dica dos profissionais para aumentar sua empregabilidade e imite o exemplo do estudante secundarista do exemplo acima: participe como voluntário de atividades comunitárias de sua região ou se esforce para participar de eventos promovidos pelo SENAC, SENAI, SEBRAE ou outras entidades de fomento ao mercado.

Fazendo isso o seu currículo automaticamente irá se enriquecer com a menção a atividades em equipe, oportunidades de aprendizado, formação da liderança, comunicação e mais – gerando uma vantagem em relação aos seus demais colegas que estão na mesma busca, mas cujos currículos permanecem um grande vazio.

Quem está procurando emprego sem experiência e busca se diferenciar da multidão pode seguirnossas dicas específicas para o caso, e o mesmo vale para quem está procurando retornar ao mercado de trabalho.

Dica extra: Se você quiser usar este modelo e souber formatar textos, o ideal é que você apenas o visualize (preferencialmente o PDF) e construa o seu próprio arquivo a partir dele, para que não seja idêntico ao de mais nenhum candidato à mesma vaga. Mas se você não dominar a técnica, sinta-se à vontade para preencher diretamente no nosso arquivo, que você já estará muito bem ツ

Após preencher seus dados, veja as dicas adicionais destes artigos:

Veja também o outro modelo original de currículo do Efetividade.net: "Modelos de curriculum grátis para download - parte 1: primeiro emprego"

E se você busca informações sobre currículo sem experiência, veja o modelo específico disponível acima, e leia também os artigos "Currículo sem experiência" e "Emprego sem experiência? Existe solução".


Entrevista de emprego: perguntas e como responder

 

Entrevista é o momento da verdade para muitos profissionais em busca de um novo emprego, e saber como lidar com as perguntas de entrevista mais comuns, escapando das pegadinhas e armadilhas, é uma necessidade comum.

Não existe uma regra geral. Se o seu entrevistador não tiver preparo ou técnicas específicas, ele irá conduzir o trabalho "de ouvido", e avaliar você puramente de acordo com suas próprias impressões e valores. Já se for um profissional competente e diferenciado da área de gestão de pessoas, especializado em seleção de pessoal, ele provavelmente empregará um conjunto de técnicas e escalas múltiplas para as quais não há escapatória - ele vai acabar construindo um raio-x completo da sua posição, da forma como a perceber, sem que você tenha qualquer controle sobre o processo - mas isso costuma acontecer apenas em seleções para cargos de altíssimo nível.

 

 

Para a maioria dos cargos comuns, a seleção é deixada a cargo da área de pessoal da empresa, ou de uma empresa externa contratada especialmente para isso, e eles tendem a adotar uma série de técnicas de entrevista e redação comuns e bem conhecidas, para as quais há respostas "certas" e "erradas" também comuns e bem conhecidas. As técnicas infelizmente incluem uma série de pegadinhas e outros expedientes que, a pretexto de excluir candidatos despreparados, acabam dificultando a criação de um ambiente em que os candidatos estejam aptos a oferecer respostas diretas e desarmadas.

Já apliquei a minha cota de entrevistas - nunca com pegadinhas! -, e já vi todo tipo de nível de preparo dos candidatos, desde aqueles extremamente aptos a assumir a vaga mas incapazes de se comunicar devido ao nervosismo, até aqueles completamente inadequados para a vaga, mas tão bons comunicadores que esperam convencer o entrevistador de que são sua melhor escolha - sem contar os mentirosos, os lisos, os nervosos e várias outras categorias.

Mas ao longo destas entrevistas, percebi que os candidatos experientes e traquejados se dão bem melhor que os mais "verdes", porque acabam percebendo o segredo do sucesso em entrevistas de emprego, que é: perceber (ou deduzir razoavelmente) quais as qualificações necessárias para a vaga em disputa, e aí moldar as respostas sobre suas características pessoais a ela, sempre dizendo a verdade, mas escolhendo criteriosamente quais aspectos destacar. Como no caso de um vendedor de carros que, ao vender o seu modelo mais importante, sabe que para um cliente deve dar destaque ao baixo consumo de gasolina, ao outro precisa chamar a atenção para o espaço interno, e a um terceiro precisa falar especificamente sobre a potência do motor, em uma entrevista de emprego você tem de identificar quais as suas características que a empresa está buscando, e colocá-las em destaque na vitrine, como veremos a seguir.

 

Perguntas de entrevista de emprego

O que temos a seguir é um conjunto de perguntas comuns em entrevistas elaboradas por profissionais típicos. Não existe uma única resposta certa para cada uma delas, e você deve responder sempre com naturalidade e de forma espontânea - nada de respostas decoradas! Mas em muitas das perguntas há um teste oculto, e estes testes acabam eliminando muitos candidatos.

Por isso, para cada pergunta foi acrescentada uma sugestão de resposta, e eventualmente um comentário sobre qual o teste oculto. Você não deve decorar estas respostas e usá-las na próxima entrevista; a idéia é que você as use como base para compor sua própria resposta, que deve ser sincera e espontânea. Assim, você não será pego despreparado por nenhuma destas perguntas comuns, muitas delas difíceis de serem respondidas de improviso.

Lembre-se que o entrevistador muitas vezes tentará impor um ritmo artificial à entrevista, pressionando você, antagonizando, questionando tudo. Faz parte da experiência, e nestes casos provavelmente ele deseja ver como você se comporta quando pressionado. Mas a sua posição sempre é o resultado de uma escolha pessoal - você pode antagonizá-lo de volta, mas pode escolher também manter a tranquilidade e continuar oferecendo respostas calmas e completas. De qualquer maneira, quanto mais preparado você estiver, mais apto estará a se sair bem mesmo que seja colocado contra a parede e levado a responder tudo sem tempo para pensar.

Uma dica é essencial: sempre que for possível, tente fazer com que a entrevista seja uma conversação bidirecional, e não apenas um questionário. Já no início, após a apresentação inicial por parte do entrevistador, faça alguma pergunta inteligente sobre algum aspecto da vaga ou do processo seletivo. Se ele responder, você terá não apenas um ambiente mais favorável, mas também alguma informação adicional que poderá ser útil durante a própria entrevista. Ou seja: nos primeiros minutos, momento em que o candidato típico está procurando falar sobre si às cegas, você já terá conseguido criar um clima favorável e obtido informações sobre o que o entrevistador está procurando, para saber o que oferecer a ele.

Vamos às perguntas e respostas:

Sobre você

  1. Fale sobre você. Isto não é propriamente uma pergunta, mas freqüentemente as entrevistas começam assim, e o candidato desata a falar sem parar, e o avaliador presta atenção à sua capacidade de se concentrar nas prioridades, encadear idéias, e comunicar-se livremente. Lembra quando falamos sobre o "discurso do elevador", no artigo anterior? Aqui ele será muito útil. Se você não sabe o que é um "discurso do elevador", imagine que você encontrou no elevador o responsável pela seleção da vaga dos seus sonhos, e tem apenas o tempo do trajeto entre 10 andares para fazê-lo se interessar em selecioná-lo para a vaga. O que você diria? Estas 2 ou 3 frases, que você deve desenvolver, memorizar e ensaiar com antecedência, são importantíssimas, e este é um bom momento para usá-las.
  2. Quais os seus interesses pessoais? Aqui o entrevistador quer saber se você não é o que ele classificaria como um desajustado, uma pessoa problemática, ou então alguém tão ligado a seus interesses externos que não teria energia suficiente para cuidar do seu trabalho. Pode ser uma boa oportunidade de quebrar preconceitos e estereótipos; se você for mais velho que a média do mercado, destaque atividades que demonstrem atualização, vigor físico e energia. Se for muito jovem, destaque algo que indique ponderação e oportunidades adicionais de ter adquirido experiência útil para a vaga, como algum cargo na diretoria de uma ONG, por exemplo.
  3. Que bons livros (ou bons filmes) você tem lido (ou assistido) ultimamente? Seu avaliador não está apenas querendo puxar papo. Ele quer saber algo sobre o seu nível cultural, e também se você é um mentiroso quando sob pressão (caso não tenha lido nenhum livro que possa mencionar, e aí invente que leu algum). Não importa qual livro você indique, ele vai lhe fazer perguntas sobre ele. Portanto, fica a dica: se você está procurando emprego, é bom ler algum bom livro sobre o qual você fique à vontade para discorrer em uma entrevista. De preferência, um livro que vá interessar ao seu entrevistador, e que seja recente o suficiente para ele não poder pensar que você não lê um livro há 4 anos!
  4. Qual seu ponto forte? Escolha previamente, e esteja preparado para exemplificar e detalhar, sem mentir. Eis uma lista de atributos estritamente pessoais mas que costumam ser valorizados pelos entrevistadores. Identifique quais deles você tem em maior grau, e passe esta idéia (ou afirme diretamente) em seu texto ou na entrevista: Motivado; Racional; Energético (atenção: não é a mesma coisa que enérgico. Tem relação com a disposição para realizar trabalho); Dedicado (veste a camisa); Honesto; Capaz de liderar; Com iniciativa; Com objetivos; Com visão; Com empatia; Persistente; Bom comunicador; Bom técnico.
  5. Qual seu maior ponto negativo? Cuidado! A maioria das pessoas que já leu dicas de entrevista acha que deve escolher algo que não seja tão negativo assim, como "ser muito perfeccionista", ou "exigir demais de si mesmo". Na minha opinião, quando eu mesmo entrevisto, essas respostas prontas que disfarçam um ponto positivo como se fosse negativo passam uma idéia de artificialidade, e de ausência de respeito pelo interlocutor e pela empresa. Diga que não consegue lembrar de uma característica profissional que possa comprometer seu desempenho no cargo para o qual está sendo considerado, e aí acrescente um ponto negativo real (no qual você pensou com antecedência), que faça sentido no contexto da empresa, mas que não vá comprometer suas chances de aprovação. Se possível, equilibre-o explicando a forma como você lida com este ponto negativo, e mencione um ponto positivo forte já em seguida. Mas não exagere escolhendo algo que possa soar pior do que é na realidade.
  6. Qual seu maior arrependimento? Como no caso do "maior ponto negativo", aqui o entrevistador não espera que você realmente confesse algo, mas ele quer saber como você lida com esse tipo de situação. Confessar um arrependimento verdadeiro em geral não é positivo para a sua pontuação, mesmo que seja algo inocente. E tentar mascarar uma vitória como se fosse arrependimento também é um truque manjado. Eu diria que não tenho arrependimentos, e que tenho um princípio, que também aplico na vida profissional, de agir de acordo com a minha consciência, e de sempre decidir de forma equilibrada, o que me permite prosseguir sem deixar espaço para arrependimento ou para o desejo de que eu tivesse decidido de forma diferente.
  7. Você aceitaria mudar algum aspecto importante da sua vida (por exemplo, mudar de cidade)? Não feche portas já na entrevista, mas ao mesmo tempo não mostre ser irrefletido ou desesperado por uma vaga. Diga que estudaria com prazer uma proposta, que decidirá quando souber dos detalhes, mas que não vê nenhum problema grave que o impeça de tomar esta decisão, se for a correta.
  8. Qual sua pretensão salarial? Raramente a empresa pergunta isso para lhe oferecer o que você está pedindo, caso ache que você está à altura - a entrevista de seleção raramente inclui negociação salarial, que ocorre em uma fase posterior, apenas com os aprovados. Aqui você está apenas sendo avaliado, e perde ponto quem se valoriza demais, ou de menos, em relação à estimativa do avaliador. Se você estiver empregado, pode dizer quanto ganha hoje, e que sua intenção é progredir, mas que aguarda para saber mais sobre as condições da vaga para a qual está sendo selecionado. Se não estiver trabalhando, ou estiver em situação instável, simplesmente diga que você é flexível e tem interesse em ganhar de acordo com o mercado, e que não tem dúvida de que o plano de cargos e salários da empresa é adequado. Se julgar relevante, pode mencionar quanto ganhava no emprego anterior.
  9. Qual seu objetivo de longo prazo? O entrevistador quer saber seu objetivo pessoal em um contexto profissional, e dentro da empresa. Não há problema em ser bastante objetivo e dizer simplesmente que deseja vir a ser o diretor operacional, ou o responsável pela sucursal do Centro-Oeste. Mas se você conhecer bem a empresa, pode ser mais amplo, dizendo por exemplo que deseja conhecer bem a realidade de todas as regiões em que a empresa atua, porque sua intenção é vir a ser o responsável pela logística. Não diga que quer ter um salário compatível, um bom plano de aposentadoria, ou outro objetivo que seja vantajoso apenas para você, e não para a empresa, mesmo que seja decorrência da vaga que você pleiteia.
  10. Quais suas metas de curto prazo? lembre-se de que metas são mais precisas, e que incluem datas, ou mesmo quantificações, quando for o caso. O entrevistador quer saber suas metas pessoais em um contexto profissional, e dentro da empresa. O ideal é poder dizer que quer chegar a ser gerente de uma filial já no ano que vem, ou que pretende conhecer a fundo o processo produtivo nos próximos 2 anos, para embasar uma carreira executiva na área de gestão fabril.
  11. Suas qualificações não são excessivas para esta vaga? Nenhum empregador gosta de contratar uma pessoa que logo vá ficar descontente com um trabalho que pode ser visto como abaixo do seu potencial, e acabe saindo da empresa logo após ter sido contratado. Se suas qualificações forem mesmo acima do que a vaga exige, esclareça as razões pelas quais a vaga é exatamente o que você deseja agora, que tem certeza de que a médio prazo surgirão oportunidades de prosseguir sua carreira dentro da própria empresa, e que as qualificações que você tem em excesso são do interesse da empresa.

Sobre sua carreira e posicionamento profissional

  1. O que você fez de bom no seu emprego anterior? Aumentou faturamento? Lucro? Reduziu custos? Motivou a equipe? Criou um novo departamento? Esteja preparado para responder objetivamente, com exemplos claros, datas e números.
  2. Conte-me sobre uma situação em que seu trabalho tenha sido criticado. Dessa não dá para escapar: todo mundo que toma decisões acaba sendo criticado, mais cedo ou mais tarde. Escolha antecipadamente uma situação em que você foi criticado por um superior (nunca por um cliente ou por um subordinado), mas comece dizendo o quanto é mais freqüente você receber feedback positivo do que negativo. Se possível, conte algo do início da sua carreira, e aproveite para explicar o que você aprendeu com o episódio, ou como teria agido hoje para evitar cometer a falha criticada - NÃO tente dizer que a crítica foi injusta ou imerecida. E não escolha uma situação que possa colocar em dúvida seu desempenho para a posição que você estiver pleiteando!
  3. Você consegue trabalhar sob pressão e com prazos curtos? É bom que consiga, porque você nunca deve mentir em entrevistas, e a resposta certa para esta pergunta dificilmente pode ser algo diferente de "Sim". Venha preparado, já com um exemplo previamente escolhido de situação em que você se destacou sob pressão.
  4. Já demitiu um funcionário? Diga a verdade. Se ocorreu em mais do que uma ocasião, exemplifique com a que for mais fácil de explicar, com a causa mais objetiva. Não critique o demitido, nem se justifique demais - o avaliado aqui é você. Mas esteja preparado para defender sua decisão, caso o avaliador insista.
  5. Com que tipo de pessoa você tem dificuldade de trabalhar? A resposta mais óbvia é perigosa - nada de dizer que você tem problemas com pessoas irresponsáveis, preguiçosas, ou qualquer outro adjetivo negativo. Se o entrevistador estiver procurando alguém com potencial de liderança, este tipo de atitude não é desejável, e ele vai selecionar aquela pessoa que estiver apta a trabalhar com quem for necessário para realizar a missão, ou mesmo que esteja apta a ser um bom exemplo e uma inspiração para elas. Portanto, o ideal é dizer que na sua experiência, você acabou descobrindo que tem facilidade de trabalhar com as equipes variadas que a vida nos traz, e que sempre percebe que é bem recebido por elas, e as admira.
  6. Quais decisões são mais difíceis para você? Aqui podem perder pontos os que dão respostas puramente egoístas ou que dizem que nenhuma decisão é difícil (mostrando que não estão acostumados a ter responsabilidade, ou que decidem irrefletidamente). O ideal é poder dizer que sempre decide de forma ponderada, considerando todos os fatos disponíveis, a estratégia da empresa (missão, visão, valores, objetivos), a ética profissional e os recursos disponíveis, e que as decisões mais difíceis de tomar são as que afetam a vida da equipe, em aspectos pessoais.
  7. Se pudesse começar tudo de novo, o que faria diferente? A não ser que algo muito sério no seu passado seja de conhecimento público, mostre equilíbrio dizendo que não mudaria nada de essencial. Mesmo o que aconteceu de negativo agregou experiência e ajudou a formar o seu caráter.
  8. Por que está saindo do emprego atual? (se estiver trabalhando) Esta é uma pergunta importante. Lembre-se de que o entrevistador vai se perguntar se você não faria o mesmo com a empresa para a qual você está se candidatando. Fale a verdade, mas não fale mal da empresa atual, nem do chefe. Você pode responder que está em busca de novas oportunidades e desafios, mais responsabilidades, crescimento pessoal e profissional, ou que tem interesse específico em alguma característica que a nova empresa tem, e que seja incompatível com a empresa anterior. Não invente que é por diferenças de visão com o chefe atual, nem por conflitos com a administração da empresa.
  9. Por que saiu do emprego anterior? (se estiver sem emprego) Diga a verdade, sabendo que pode ser verificado. Se foi em uma demissão coletiva por corte de custos, fechamento da empresa, absorção por outra empresa, etc., simplesmente diga isso, sem criticar a decisão. Se foi por outro motivo, diga de forma curta e objetiva. Se foi por sua causa, acrescente que aprendeu a lição e não cometerá o mesmo erro novamente. Não se alongue.
  10. Por que você ficou tanto tempo sem trabalhar? Essa pode não ser fácil, mas a saída é ser honesto. Escolhas pessoais, situações familiares, com o cônjuge ou os filhos, recessão, tentativa de iniciar negócio próprio... Se você tiver um motivo, apresente-o, para parecer seletivo, e não preguiçoso, e nem uma pessoa rejeitada pelo mercado. Explique que se manteve atualizado. Mas saiba que o avaliador vai dar muita atenção a isso.
  11. Por que você teve tantos empregos? É raro encarar uma pessoa com muitos empregos no currículo como um candidato persistente que tem experiência variada. A expressão pejorativa, muito mais comum, é que ele "pula de galho em galho". Se o entrevistador questionar, procure ser honesto, mas enfatize os empregos nos quais você ficou por mais tempo, e dê exemplos de casos em que sua saída foi provocada por fatores externos - empresas que fecharam, foram adquiridas, etc. Se você trabalhou em vários empregos temporários, explique também, bem como as razões para isso, e a experiência que isso lhe trouxe. Mas se você de fato pula de galho em galho, provavelmente o entrevistador perceberá, e pontuará de acordo.
  12. Você não deveria estar ganhando mais, neste estágio da sua carreira? Não dê a impressão de que você é movido apenas pelo dinheiro, mas também não pareça ser desprovido de ambição. Uma boa resposta é que você optou por cuidar de outras prioridades (família, estudos, ou outras que ninguém vá questionar) antes de dar início ao seu maior comprometimento com a carreira profissional, e que está convencido de que foi a decisão certa, porque agora você está muito mais preparado e estabilizado para assumir compromissos com a carreira.

Siga para a parte 2

Na parte 2 deste artigo, veremos perguntas que exploram suas expectativas sobre a vaga e a empresa para as quais está se candidatando, sua opinião sobre sua empresa, equipe ou chefe anteriores, e algumas das armadilhas comuns em entrevista e redação para seleção de emprego, bem como as fontes e referências deste artigo.

Leia também:


As melhores respostas às 50 perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego

16/05/2012

A Universia Brasil divulgou as 50 perguntas mais enfrentadas em entrevistas de emprego. Está na hora de saber respondê-las com prudência para que você seja contratado. Confira a lista e boa sorte! 
 


121
 

Imagen Relacionada

Crédito: Shutterstock.com

Descreva qualidades que te façam apto para preencher o perfil que a empresa procura

 

 

É provável que, quando você leu a notícia das perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego, em ao menos uma, você não tenha se sentido seguro para oferecer uma boa resposta. Não há problema, as questões são complicadas e um tanto capiciosas. Confira as respostas mais apropriadas ao que é mais perguntado em entrevistas de emprego e garanta a sua contratação:

 

» As 50 perguntas mais frequentes nas entrevistas de emprego 
» Entrevistadores pedem senha do Facebook aos candidatos 
» Como usar o humor em uma entrevista de emprego

 

 

1. Você se considera a melhor pessoa para esse trabalho? Por quê?

A melhor maneira de responder é oferecendo exemplos concretos das suas conquistas e habilidades. Compare as exigências da vaga com o seu perfil para que o recrutador veja que você é o mais indicado para a vaga.

 

2. Você é bom demais para esse trabalho?

Você pode responder mais ou menos assim: "bom demais? Alguns diriam que eu não sou bom demais, mas tenho todas as habilidades necessárias para este trabalho. E, mesmo que eu fosse bom demais, tem algum problema de contratar quem trabalhar melhor do que o esperado?"

 

3. Descreva uma experiência difícil no seu trabalho e como você lidou com ela.

Dê exemplos concretos do que já aconteceu no seu trabalho, depois discuta como você resolveu o problema. Seja positivo, o problema tem que acabar bem.

 

4. Descreva-se.

O recrutador não quer uma resposta de 10 minutos. Ofereça frases que te destaquem entre os outros candidatos e que abram espaço para outras discussões.

 

5. Descreva o melhor e o pior chefe.

Diga que você aprendeu algo, não importa com qual chefe você teve. Você pode, inclusive, afirmar que, com os bons chefes, você aprendeu o que fazer e, com os ruins, o que não fazer.

 

6. Fale sobre seus objetivos profissionais.

Com essa pergunta, o recrutador quer saber sobre as duas decisões. Quer saber se você não entrou no seu campo por acaso e está ali também por acaso. Alguém que saiba tomar bem decisões será um ótimo chefe.

 

7. Fale sobre seu estilo de trabalho.

Não adianta só falar que vocêé rápido. Os recrutadores não procuram isso. É melhor dizer que você é eficiente, organizado, focado e, devido a isso, você termina as suas atividades mais rapidamente.

 

O que NÃO vestir em uma entrevista de emprego



8. Você prefere trabalhar sozinho ou em equipe?

Responda que está apto e se sente bem de realizar os dois tipos. Ofereça situações que sustentem sua afirmação.

 

9. Você leva trabalho para casa?

"Quando necessário, sem problema. Eu entendo a importância trabalhos que precisam ser realizados até tal dia impreterivelmente."

 

10. Dê alguns exemplos de trabalho em grupo.

O recrutador quer saber como você trabalharia com a equipe do lugar no qual você está prestes a integrar. Dê exemplos válidos de trabalho em grupo, nem que tenha que ser da faculdade.

 

11. Você já teve dificuldade para trabalhar com algum gestor?

Esta pergunta é complicada e deve ser respondida com atenção. Nunca diga que vocês não se davam por motivos banais e, sim, porque vocês tinham opiniões e expectativas diferentes. Um bom modo de resolver isso é sentar e conversar. Mas não exagere na crítica ao seu antigo chefe.

 

12. Você já ficou bravo no trabalho? O que houve?

"Bravo para mim é perda de controle, algo que nunca acontece comigo. Quando estou estressado, paro, respiro fundo e começo a pensar em como vou resolver o problema."

 

13. Como você lida com a pressão?

Uma boa forma de responder é: "eu lido com situações, não com pressão ou estresse. Desta forma, eu batalho e resolvo o problema, não o estresse."

 

14. Como você mede sucesso?

"Eu avalio sucesso de várias formas. No trabalho, é cumprir as metas que me foram passadas e quando a empresa inteira cumpre seu objetivo. Também acho que uma boa empresa é aquela que, não somente gratifica o sucesso, mas que oferece oportunidades de crescimento pessoal e profissiona."

 

15. Por quanto tempo você espera trabalhar aqui?

Responda que até quando você tiver a oportunidade de continuar ou até quando seus serviços forem necessários.

 

16. Quais são suas aspirações de salário?

Primeiramente, pesquise qual é a média de salário para a sua profissão, para o que você fará na empresa e balanceando o seu valor. Uma vez feito isso, você tem várias opções. Citar o salário base da sua ocupação e espera uma proposta, daí você pode dizer que vai pensar ou, simplesmente, não. A resposta negativa pode oferecer um salário mais alto, porém é mais arriscada. Aja de acordo com as suas necessidades.

 

17. Descreva o seu ritmo de trabalho.

Novamente, não adianta dizer que você é rápido. Responda que você trabalha num ritmo equilibrado e mediano, mas que sempre termina os afazeres antes do que foi combinado.

 

5 dicas para entrevistas de emprego via Skype



18. Como você se descreveria?

Neste caso, as variáveis são você mesmo, a companhia para a qual você trabalhará e a posição à qual você está se candidatando. Considere tudo isso e ofereça seus pontos fortes em poucas frases.

 

19. O que você faria se seu chefe estivesse errado?

Diga que depende da situação e da personalidade do chefe. Se possível, dê exemplos concretos.

 

20. Se eu perguntasse às pessoas que você conhece por que você deveria ser contratado, o que elas diriam?

"Seguramente, eles justificariam minha contratação pelo fato de eu ter as qualidades necessárias para este emprego e pela minha experiência neste ramo."

 

21. Qual o tipo de ambiente de trabalho no qual você prefere trabalhar?

Diga que você pode ser flexível e pergunte como é o ambiente de trabalho na empresa. Depois, responda qual você prefere usando as palavras chaves proferidas pelo recrutador.

 

22. Existe algo mais que você gostaria de saber sobre o trabalho e a companhia?

É a hora do recrutador escutar você. Faça perguntas pertinentes. Aqui estão alguns exemplos do que NÃO perguntar: "eu consegui o emprego?", "quando são minhas férias?", "eu posso mudar meu horário de trabalho?" e o pior "o que esta empresa faz?".

 

23. Conte por que você quer trabalhar aqui.

É importante que você tenha pesquisado antes sobre a empresa. Uma vez que você a conhece, compare o que ela e pode oferecer com as suas habilidades, objetivos e metas futuras.

 

24. O que você busca na sua próxima posição?

Você pode perguntar "qual é o caminho normal de alguém que trabalha na minha posição?" A partir desta resposta, a partir das palavras-chaves que o recrutador tenha mencionado.

 

25. Quais são as suas paixões?

Com esta pergunta, o entrevistador quer saber um pouco da sua vida. Não precisa necessariamente citar algo relacionado ao trabalho, mas certifique-se de que você não citou nada que possa atrapalhar seu futuro emprego.

 

26. Quais são suas metas para o futuro?

Relacione suas metas com a empresa e com a sua profissão. Ou seja, você gostaria de aprender e contribuir para uma empresa deste porte e crescer dentro da minha área.

 

27. Quais são seus requerimentos salariais?

Isso depende da situação na qual você se encontra na vida pessoal e na própria entrevista. Se você estiver precisando, não arrisque fazer muitos requerimentos. Em contraposição, se você sentir que a empresa quer muito você, renegocie seu salário.

 

28. O que você pode fazer para esta companhia?

Assumindo que você tenha pesquisado sobre a empresa, junte suas habilidades, metas, objetivos e competências com o que você conhece sobre a companhia e faça a sua resposta pessoal.

 

29. No que você pode contribuir para esta empresa?

Dê exemplos concretos das suas antigas contribuições com a sua antiga empresa e relacione-as com o que você pode oferecer no futuro.

 

30. Quais desafios você busca no próximo trabalho?

Responda que você procura desafios que façam você crescer e que você resolva com as habilidades que possui. Não esqueça de dizer que você se sente motivado por desafios, não assustado.

 

31. O que te agradava e o que você não gostava no seu último emprego?

Não exagere ao falar mal demais na sua antiga empresa, porque o recrutador pode achar que você pode fazer o mesmo no futuro. Considere falar sobre você e seu estilo para que o próprio entrevistador perceba que você se adaptará bem ao emprego no qual você está se candidatando.

 

32. O que você espera de um supervisor?

"Eu aprecio ambientes de trabalho nos quais os supervisores têm um contato mais próximo e pessoal com seus colegas, longe de favoritismo e conscientes das necessidades e facilidades de cada funcionário.

 

33. Quais são as decisões mais difíceis de tomar?

Esta pergunta é comportamental e, por isso, não há um certo ou errado para ela. Você será avaliado pela lógica com que as enumera e a forma como resolveu esses problemas.

 

34. O que você aprendeu a partir dos seus erros?

Neste caso, dê exemplos de algo que deu errado e que você você corrigiu depois.

 

35. O que te interessa neste trabalho?

A melhor forma de responder a esta questão é descrever a própria vaga. Se você está interessado mesmo na vaga, isso funcionará como saída.

 

36. Qual é sua maior força?

Descreva qualidades que te façam apto para preencher o perfil que a empresa procura.

 

37. Qual é sua maior fraqueza?

Ofereça exemplos de defeitos não tão ruins assim. Como urgência para terminar o mais rápido possível os projetos, ou necessidade de checar 3, 4 vezes uma tarefa.

 

38. Quais foram os maiores desafios pelos quais você passou?

Certifique-se de oferecer exemplos concretos de como você lidou uma situação complicada e particular.

 

39. Quais foram os maiores problemas que você encontrou nos antigos empregos?

Descreva algum problema, mas não seja exagerado demais. Não se esqueça de citar algo que, embora desafiador, foi resolvido.

 

40. Qual foi sua maior contribuição (e fracasso) na última posição em que se encontrava?

Se você trabalhava bem, não terá problema em falar sobre contribuição. Mas não esqueça de citar mais de uma, exemplos são sempre válidos.

 

41. O que foi mais (e menos) gratificante na sua última posição?

Novamente, dê exemplos concretos; mas, na hora de falar sobre o que era pouco gratificante, tire vantagem disso: explique como você foi paciente, persistente e inteligente para lidar com essas situações e ainda trabalhar com eficiência.

 

42. Suas experiências são relevantes para este trabalho?

Neste caso, seja específico na sua experiência. A melhor forma de responder é descrever suas antigas responsabilidades e conectá-las com o trabalho no qual está se candidatando.

 

43. O que você faria se não conseguisse mais ofertas de emprego?

É importante responder que você se comprometerá a essa empresa se conseguir o emprego e, se não achar mais nenhum, refletiria se estava no campo certo e, após a reflexão, decidiria o que fazer.

 

44. Por que você está deixando seu trabalho?

Se sua saída foi tumultuada, seja honesto e tente concentrar a conversa no futuro. Mas não fale mal do seu chefe, não justifique sua saída porque ele não era carismático ou algo assim.

 

45. Por que você quer este emprego?

"Esta empresa é o lugar onde minhas qualificações podem fazer a diferença. Por exemplo, na outra empresa..." e conte um caso onde você fez a diferença.

 

46. Por que você se demitiu?

Em geral, a melhor saída é explicar que você não tinha mais o que aprender e que as suas chances de crescimento eram mínimas e você queria ir adiante.

 

47. Por que você foi demitido?

Primeiramente, diga que suas competências não batiam com o lugar onde você trabalha e, em seguida, explique que é nesta empresa onde você poderá explorar melhor suas qualidades e interesses.

 

48. Por que você largou este emprego?

Esclareça que você enxergou esta empresa como lugar correto para crescer e dar o seu melhor, em vez da última na qual estava.

 

49. Por que deveríamos te contratar?

Dê exemplos concretos do que você fez e do que pode fazer. Na hora de explicar como será útil para a empresa, fale sobre seu conhecimento na área e da sua experiência no assunto.

 

50. O que você sabe sobre esta empresa? 
Não seja pego desprevenido. Pesquise sobre a empresa antes e não reproduza fofocas sobre a companhia, como "ouvi dizer que ganham bem aqui", ou "ouvi dizer que se trabalhar até tarde aqui". Mesmo se essas fofocas forem verdade, se você está numa entrevista para trabalhar lá, é porque ou está de acordo com o que se comenta ou porque não acredita nos rumores. Dividir isso com o recrutador não será útil a você.

 

Candidatos “mala”

 

por Simoni Aquino
 
Fonte da imagem: internet
Fico me questionando sobre todas as inconveniências existentes em um processo seletivo e chego à conclusão que o ser humano muitas vezes não tem senso crítico.

Dentro da Gestão de Pessoas existem muitas possibilidades de atuação nos seus diversos subsistemas e uma delas é o Recrutamento &Seleção (se você não entende o que cada um faz, clique nos links), que é uma parte muito interessante no RH pois é a responsável por atrair e selecionar os talentos do mercado de trabalho para atuar nas empresas. Mas ao mesmo tempo que é incrível, é um trabalho desgastante, maçante e faz com que lidemos com o pior do mercado de trabalho: a falta de bom senso dos candidatos.

Enquanto profissional, rechaço a postura de muitos profissionais de RH que no momento de divulgarem seu anúncio de vaga, o fazem quase que “escondendo” informações  básicas dos candidatos, já vi vagas sem ao menos citar a cidade onde a vaga está disponibilizada. Isso é absurdo e considero até antiético.

Mas enfim, como esse blog não tem como foco o julgamento, vou me ater aos fatos: o profissionalismo que deve nortear o trabalho de um profissional de RH, faz com que esse selecionador se preocupe em elaborar um anúncio bem formatado, com informações importantes sobre o cargo, descrição das atividades, local da vaga, remuneração e benefícios e se houver a exigência de ocultar o salário, que exponha pelo menos os benefícios oferecidos e também qual a exigência de conhecimento  e escolaridade. Isso sem falar do feedback, após a conclusão do processo - Já até escrevi um artigo sobre Feedback (clique no link para ler).

E antes que alguém desavisado promova algum julgamento sobre selecionadores, não posso responder por outros profissionais de RH. Mesmo por quê,  todos os processos seletivos que conduzo, são fornecidos retorno tanto na fase de recrutamento, quando aos finalistas. Basta pesquisar meus posts aqui no Blog Além do RH, no meu Linkedin e no meu Facebook.

Mas voltando ao tema de hoje, elaborar um bom anúncio é fazer uma abordagem profissional ao mercado, que além de passar uma boa imagem da empresa e do selecionador, ainda respeita o profissional no mercado de trabalho e facilita o recrutamento.
Por todos esses motivos, meus anúncios são sempre muito bem detalhados e sempre tenho a esperança que somente os candidatos que se enquadrarem dentro das especificações do anúncio irão se candidatar.
Utopia! Ledo engano!

Quando começo a triar os currículos, dá até calafrios... Centenas de currículos que lotam a caixa de entrada do email divulgado no anúncio e normalmente apenas 12/15% realmente estão de acordo com o perfil da oportunidade, mas ai meu leitor me pergunta: Mas e o restante????

E ai que entra os “candidatos mala” do título deste artigo:

  • Sabe aquele profissional disponível que mesmo sem ter o perfil da vaga, se candidata?
  • Sabe aquele profissional disponível que está desesperado e acha que o mercado de trabalho faz filantropia?
  • Sabe aquele profissional disponível prepotente que acha que tem o currículo “irresistível” de tão bom, só que tem experiência em tudo, menos no que a vaga exige?
  • Sabe aquele profissional que não consegue o primeiro emprego e mesmo sem a experiência exigida, se candidata?
  • Sabe aquele profissional disponível que reside há quilômetros de distância (às vezes milhares de quilômetros e que não tem disponibilidade imediata para mudança de residência) da vaga se candidata, mesmo sabendo que é necessário ter fácil acesso ao local de trabalho?
  • Sabe aquele profissional disponível que manda o currículo sem pretensão salarial, mesmo sabendo que o anúncio solicita que a pretensão seja informada?
  • Sabe aquele profissional disponível que nem coloca nada no”assunto” do email, mesmo sabendo que anúncio solicita que cite o nome da vaga no assunto do email?
  • Sabe aquele profissional disponível que te convida para ser seu "amigo" no facebook e acha que com isso terá mais chances no processo seletivo?
  • Sabe aqueles anúncios de vagas anunciadas nos grupos do facebook  e que os profissionais disponíveis ficam perguntando detalhes (que constam no anúncio) ou que ficam te chamando no “inbox” e que você percebe que a pessoa não leu o anúncio?

 
Esses são os malas.... sem alça e sem rodinhas.
E se você se identificou em algum dos itens acima, desculpe-me mas você é um mala!!!

Um ser inconveniente que se acha muito esperto e que pensa que fazendo alguma dessas atitudes vai conseguir alguma “facilidade” do selecionador, sabe que você está certo? Você conseguirá que seu currículo vá parar na lixeira do email, da maneira mais fácil e ágil que existe.

Eu tenho um banco de talentos, mas só incluo nele os profissionais que não são inconvenientes.

Mercado de trabalho é coisa séria, não é brincadeira. Mercado de trabalho envolve investimento, não é filantropia. Mercado de trabalho é profissionalismo, não é facilidade pessoal.

Se você é um profissional disponível no mercado de trabalho e está em busca de recolocação, se candidate apenas à vagas que estejam alinhadass com o seu perfil e sua trajetória profissional. Conscientize-se que as empresas são soberanas nas suas decisões e que cabem à elas definirem as exigências para a vaga disponível e que somente serão convidados para participar do processo seletivo aqueles profissionais que apresentarem os requisitos exigidos, pois são os profissionais que apresentarem esses requisitos é que terão condições de exercer as atividades e as responsabilidades do cargo. 

Se  você não apresentar esses requisitos exigidos, muito óbvio perceber que você não exercerá o cargo da maneira que a empresa necessita.

Compreender isso é um passo fundamental para alinhar sua busca por recolocação, pois compreender que “cada macaco, tem o seu galho” é minimizar seu sofrimento no mercado de trabalho. Cada um com sua expertise, cada um com suas competências....

Fico abismada quando vejo profissionais de atendimento de telemarketing (sem experiência em merchandising) se candidatando à uma vaga de Supervisor de Merchandising!!!! O que pensa esse profissional? Que ficará com a vaga?

É a mesma coisa que dizer que eu devo me candidatar à uma vaga de Diretor Financeiro sendo Gestora de Pessoas!!! Não há nexo algum....serei um desastre como diretora de finanças e certamente levaria a empresa à falência.

Aliás, sobre a questão específica de "envio de currículos" já escrevi um artigo anteriormente chamado"Envio de currículos: vergonha alheia", que você pode ler, clicado no link. 

Algumas dicas úteis: 

1. Foque no seu objetivo profissional e busque recolocação na área que focou. Se você atuar em mais de uma área, elabore currículos distintos e os encaminhe de acordo com a vaga.

2. Só se candidate à oportunidades que exigirem experiência em determinada área ou conhecimento específico, se você tiver essa expertise.

3. Se a vaga exige conhecimentos avançados em Excel ou qualquer outro programa e você só tiver o básico, não adianta se candidatar.

4. Se a vaga exige condução própria ou CNH válida e você não tiver, não se candidate.

5. Se a vaga exigir proficiência em determinado idioma e você tiver só o básico ou não tiver nenhum conhecimento, não se candidate.

6. Se a vaga exigir determinado curso de graduação e seu curso superior for outro, também não adianta se candidatar.

7. Se a vaga exigir disponibilidade para viagens e você for daquele profissional que não tem condições de ficar se deslocando seja por compromissos acadêmicos ou familiares que inviabilize viagens, não adianta se candidatar.

8. Se você for nível Auxiliar e a vaga for para nível Analista ou Coordenador, não adianta se candidatar.

9. Se a vaga exigir por exemplo “conhecimento em SAP” e você não tem, não se candidate pois não irá adiantar.

10. Se a vaga solicitar que você informe sua pretensão salarial, não encaminhe seu currículo sem essa informação senão seu currículo será descartado do processo de recrutamento. 

11. Se a vaga fornecer o valor do salário e esse não estiver de acordo com suas pretensões, não se candidate pois por melhor que você seja, a empresa não aumentará a remuneração por sua causa, exclusivamente. 

Obs: Caso queira saber mais sobre solicitação de pretensão salarial, escrevi um artigo somente sobre esse tema, o link é http://alemdorh.blogspot.com.br/2012/07/o-paradigma-da-pretensao-salarial.html

Quando os selecionadores elaboram anúncios bem feitos e informam os requisitos detalhados, eles não estão lá divulgados por “capricho” nem estão lá de “enfeite”, estão lá para serem observados e acatados.
Agora, se o anúncio só tiver o nome da vaga, esqueça tudo o que você leu até agora nesse artigo e o selecionador "que se virem". Aliás, o próximo artigo tratará justamente dos "Selecionadores Mala", por que no mercado de trabalho, sempre existem os dois lados de uma mesma situação e este Blog não é a favor de corporativismo.

Portanto, tenha bom senso no mercado de trabalho (selecionador e candidato), com bom senso o mercado de trabalho será mais justo e focado e o sucesso em sua busca por recolocação logo chegará, certamente. 
 
Bom senso é a palavra de ordem no mercado de trabalho!
 
Este texto é de propriedade intelectual de:
Simoni Aquino
Consultora em Gestão Estratégica de Pessoas

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES PARA OS "MALAS" QUE ESTÃO PERDENDO SEU PRECIOSO TEMPO (que deveria ser investido em buscar recolocação) EM ME MANDAR MENSAGENS:
1. Informo que tenho empatia pelos profissionais disponíveis, basta ler outros artigos anteriores que isso fica bem claro. Sou oriunda de telecom (11 anos) e há 7 anos migrei para o RH e portanto, já estive algumas vezes desempregada e não me envergonho disso e afirmo que mesmo sendo de outra área e estando DESESPERADA, nunca fui "mala", pois é uma questão de bom senso e não de condição.

2. Estou passando por um problema de desemprego em minha casa, pois meu marido está buscando recolocação e nem por isso, ele acha justificável ou "legal" se comportar com um "mala".

Portanto, "os malas" de plantão prontos a me julgar, devem perceber que compreendo muito bem este momento, mas isso não anula o fato de quem não tem bom senso, estará fadado ao insucesso na busca por recolocação. 
Ao invés de me julgar, faça uma coisa mais produtiva: analise se seu posicionamento de "mala" te ajuda a se recolocar????????
 

 

Ilustrações: os 20 indicadores mais populares da linguagem corporal

28/05/2013

A comunicação não depende só de palavras. Seu corpo também fala. Confira quais são os 20 indicadores mais populares de linguagem corporal em divertidas ilustrações
 


8
 

Linguagem corporal os 20 indicadores mais populares; veja as fotos

Crédito: Shutterstock.com

Uma vez que você aprende a controlar esses movimentos, suas ações passarão a, literalmente, falar mais alto que palavras

 

 

Comunicação vai muito além das palavras. O tom de voz que utilizamos para dizer algo pode mudar drasticamente o sentido da frase. Não só isso, a maneira como nos colocamos, ou seja, o posicionamento de nosso corpo durante uma conversa pode indicar o que realmente queremos passar, mas não falamos diretamente.

 

Leia também: 
» Mais de 1.000 livros para baixar grátis 
» MEC lança site para ensinar francês gratuitamente 
» 101 links para aprender qualquer idioma de graça

 

Diversos movimentos do nosso corpo não são conscientes e, por isso, não há como controlá-los enquanto não os percebemos. Tais movimentos podem ser interpretados de várias maneiras e podem nos dizer muito sobre quem observamos, sendo importante em muitas relações de nossas vidas, contanto que saibamos o que cada um deles significa. 

 

Confira abaixo 20 indicadores mais populares de linguagem corporal: 

 

1. Quão perto eles estão?

 

Quão perto eles estão?

Uma boa forma de saber se uma pessoa está confortável com você é reparar na proximidade física que é mantida por ela. Então, para saber se alguém se sente bem com a sua presença, sente-se perto delaou esbarre levemente e observe sua reação.

 

 

2. Olhar para baixo

 

Olhar para baixo

Olhares costumam mostrar mais emoção do que qualquer palavra ou movimento do corpo. Uma das maneiras mais comuns de manifestar tristeza é desviar o olhar para baixo - mesmo que a pessoa tente esconder com um sorriso, por exemplo. Esse tipo de linguagem corporal também pode indicar vergonha ou desconforto.

 

 

3. Mãos incansáveis

 

Mãos incansáveis

Como um sinal de impaciência, as pessoas tendem a mover suas mãos incontrolavelmente, algumas vezes "batucando" em mesas ou em suas pernas. Se você está conversando com alguém e a reação é a citada anteriormente, é provável que você não esteja sendo ouvido completamente.

 

 

4. Pernas incansáveis

 

Pernas incansáveis

Da mesma forma que as mãos, pernas se movendo freneticamente, seja cruzando e descruzando as pernas ou batendo com os pés em um ritmo frequente, também mostram impaciência.

 

 

5. Mãos na cintura

 

Mãos na cintura

Esse sinal corporal precisa de atenção. Se alguém está com as mãos na cintura significa que toda a paciência foi perdida ou que provavelmente está muito bravo.

 

 

6. Coçar a cabeça

 

Coçar a cabeça

Geralmente, o ato de coçar a cabeça é atribuído a dúvidas e confusão. Porém, pode ter mais de um significado: em áreas onde a violência é predominante, como em prisões ou lutas de UFC, as pessoas aproximam seus rostos e encostam suas cabeças uma na outra como uma forma de desafio.

 

 

7. Segurar as mãos atrás das costas

 

Segurar as mãos atrás das costas

Este é um dos sinais mais ambíguos presentes nesta lista. Pode ser um sinal de respeito, como as pessoas são ensinadas no exército, ou um sinal de poder, como na máfia. É preciso ter atenção em outros sinais para conseguir diferenciar o significado deste em específico.

 

 

8. Mãos fechadas como punhos

 

Mãos fechadas como punhos

Quando nervosas e frustradas, as pessoas tendem a fazer esse sinal. Como uma forma de indicar violência, é provável que, ao discutir com alguém que se encontra com as mãos fechadas dessa maneira, as coisas deem errado.

 

 

9. Tocar

 

Tocar

Com um significado quase universal porém vastamente diferente, o ato de tocar alguém – quando de maneira não violenta – significa, na maioria das vezes, que a pessoa está confortável com você.

 

 

10. Braços cruzados

 

Braços cruzados

Normalmente, cruzar os braços é visto como uma maneira de demonstrar irritação. Porém, na verdade, esse ato é normalmente usado como uma posição defensiva. Em geral, demonstra desconforto e é uma forma de confortar a si mesmo.

 

 

11. Olhar para cima de felicidade

 

Olhar para cima de felicidade

Comumente, após um atleta ganhar uma partida, marcar um ponto ou fazer um bom movimento, a primeira coisa que fazem é olhar para cima. Demonstra felicidade por conquistar algo que os alivia.

 

 

12. Surpresa!

 

Surpresa!

Ao levantar os olhos ou as sobrancelhas, a pessoa está claramente surpresa ou chocada com alguma situação. Não há outra interpretação possível para este sinal. Portanto, não é apenas uma linguagem corporal popular, mas é também muito facilmente identificada.

 

 

13. Procurar em volta por algo melhor a fazer

 

Procurar em volta por algo melhor a fazer

Uma maneira comum de demonstrar tédio em uma situação é esta: olhar em volta, como se procurasse por algo mais interessante. Nem sempre é uma ação consciente. A pessoa pode não saber que não está interessada no assunto, porém acaba agindo dessa forma automaticamente, fazendo com que seja muito fácil identificar sua indiferença.

 

 

14. Pisotear

 

Pisotear

Normalmente, esse tipo de linguagem corporal é mais utilizado por crianças quando estão bravas, mas alguns adultos acabam fazendo o mesmo eventualmente. Não só como um sinal de raiva, também é usado como uma maneira de intimidar.

 

 

15. Limpar a garganta

 

Limpar a garganta

Limpar a garganta não é apenas algo que fazemos quando estamos doentes. É também um sinal de ansiedade ou nervoso. Por exemplo, quando algum comediante faz uma piada e o público não demonstra ter gostado, é comum que ele limpe a garganta, como se tentasse desviar a atenção do recente ocorrido.

 

 

16. Projetar o peito para frente

 

Projetar o peito para frente

Essa é uma característica que os seres humanos copiaram dos animais. Muitas vezes, os homens projetam o peitoral para frente como uma maneira de intimidar o outro ou para parecerem mais fortes. Esse sinal também é demonstrado quando encontram uma mulher a quem se sintam atraídos.

 

 

17. Observe como você anda

 

Observe como você anda

A linguagem corporal também pode ser analisada com pessoas em movimento, já que o jeito de andar pode dizer muita coisa. Por exemplo: alguém que está correndo está obviamente com pressa para chegar a algum lugar. Pessoas que andam com uma postura torta, curvada para baixo, mostram depressão.

 

 

18. Fechar os olhos

 

Fechar os olhos

Para mostrar frustração, irritação e impaciência, tornou-se muito comum que as pessoas fechem os olhos como um sinal, como se estivessem analisando seus pensamentos para lidar com os problemas.

 

 

19. Esfregar os olhos pode mandar mensagens misturadas

 

Esfregar os olhos pode mandar mensagens misturadas

Em geral, essa linguagem corporal demonstra cansaço. Mas, dependendo de como é utilizada, podetambém mostrar desconforto com algo que foi dito por outra pessoa, como um sinal de desgosto.

 

 

20. Encarar

 

Encarar

Há duas razões pelas quais as pessoas costumam encarar: atração é a razão principal. A outra é para passar dominância. Se você está encarando alguém e a pessoa responde ao olhar, o primeiro a quebrar o contato visual é o menos dominante.

 

Esses 20 itens são apenas um pequeno resumo das formas que a linguagem corporal pode se manifestar,já que há muitas outras maneiras como o corpo se revela mandando mensagens a todo o tempo. Uma vez que você aprende a controlar esses movimentos, suas ações passarão a, literalmente, falar mais alto que palavras. 

 

Nas redes sociais
 

galeria de fotos com os monstrinhos criados pela Universia Brasil está na nossa página no Facebook. Qual representa você? Vale mais de um. Vá até a nossa galeria (link aqui)curta os monstrinhos com os quais você se identifica e compartilhe com seus amigos! Assim você saberá quais são os hábitos mais comuns deles =)

 

 Fonte: Ilustração: Larissa Garcia; Texto: Marina Tomazini - Universia Brasil

 Fonte: Universia Brasil

7 VERDADES SOBRE RECRUTAMENTO QUE UM HEADHUNTER NÃO CONTA

Em: 21 jan 2013 | Por: admin | 4.140 visualizações

 

Goste ou não, se você ainda não encarou um headhunter, saiba que isso é uma questão de tempo. Ele tem algo que você dificilmente terá: informações dos bastidores do mercado de trabalho e acesso a vagas sobre as quais, sem ele, você nunca ficaria sabendo. Por essas e outras, é bom estar preparado para trabalhar com eles.

Entrevista de emprego vagas trabalho (Foto: Shutter Stock)Em artigo publicado recentemente na Forbes, Jorg Stegemann, headhunter com 10 anos de experiência e autor do blog “Pensamentos Sobre Meu Trabalho: Conselhos de Carreira de um Headhunter”, revela sete coisas que acontecem com frequência, mas que os profissionais nunca contarão a você.

“Use-nos com sabedoria e podemos ser um catalisador para a sua carreira”, diz Stegemann. Mas não se iluda com falsas esperanças. “Se conseguir o trabalho, recebemos a nossa taxa. Além disso, deixamos uma fila de pessoas felizes – você e nosso cliente –, cujas recomendações são boas para os negócios.”

Confira, abaixo, as verdades sobre recrutamento que os headhunter não contam, mas é importante saber.

1. “Não conhecemos o seu trabalho.”
Pode ser que a gente não entenda direito o que você faz para ganhar a vida ou o que o trabalho para o qual o estamos recrutando acarreta. Embora tenhamos o prazer de aceitar a missão de procurar um CIO, por exemplo, podemos não ter ideia sobre o que faz um bom CIO, ou se o cargo vai melhorar sua carreira. Em outras palavras, somos generalistas em um mundo de especialistas. Então, faça sua pesquisa e não espere que possamos dar respostas bem informadas às suas perguntas sobre a empresa ou as responsabilidades do trabalho.

2. “Não li seu currículo ou carta de apresentação.”
Nossa decisão sobre a possibilidade de chamá-lo para uma vaga é baseada em uma olhada de cinco a 10 segundos em seu currículo. Portanto, verifique se podemos detectar rapidamente as informações essenciais. Enxugue seu currículo para o máximo de duas ou três páginas. Considere adicionar um sumário executivo no topo, contando o que o faz de especial. Expressões como “MBA, 15 anos de liderança em vendas, espanhol fluente”, passarão sua mensagem, mesmo que o recrutador não leia o restante do currículo. Evite termos banais, como “dinâmico” ou “trabalho em equipe”.

3. “Você não tem uma boa apresentação.” 
Com base em como se veste, a forma como se comporta ou como fala, um headhunter pode decidir não colocá-lo na frente de um cliente. Apesar de sabermos que apenas um candidato será contratado, nosso objetivo é obter um feedback positivo sobre todos eles. Nossa fantasia é que o cliente diga: “Os quatro candidatos que nos apresentaram eram fantásticos. Você me impressionou e nunca mais vou trabalhar com outro recrutador.”

O recrutamento é parte ciência e parte arte. Se convidamos você a nos conhecer, achamos que você pode fazer o trabalho. Essa é a parte técnica, “a ciência”. Sua motivação, atitude e apresentação são a “arte”. Uma vez que conseguiu uma entrevista com a gente, foque esses três últimos itens – nos impressione e estaremos confiantes em trabalhar com você.

4. “Você não é competitivo no mercado de trabalho atual.”
Não há substituto para uma educação sólida. A boa notícia é que existem excelentes alternativas para um MBA em Harvard. Estudos online se tornaram mais amplamente aceitos e quem contrata se importa cada vez menos com “onde” você obteve seu diploma. Os chamados “mini-MBAs” podem levantar seu perfil para os padrões de hoje. O termo “aprendizagem ao longo da vida”, embora usado à exaustão, é o chavão nº1 para a gestão de carreira. Se você quer ser competitivo, precisa se manter atualizado. E se não estiver devidamente up to date, os headhunters não vão te falar isso.

5. “Provavelmente, não vou encontrar um emprego para você.” 
Um headhunter pode convidá-lo para saber mais sobre um trabalho específico ou para uma entrevista genérica. Para preencher uma vaga, geralmente vemos não mais que 10 candidatos e apresentamos uma “short-list” de três ou quatro pessoas ao cliente. Apenas uma será contratada. Logo, suas chances de conseguir o emprego são de 25% a 33%. No entanto, se convidamos você para uma entrevista genérica, geralmente encontramos um novo emprego para um ou dois entre 10 candidatos – o que é uma média da indústria. Nesse caso, a probabilidade de ajudá-lo a conseguir um trabalho é de 20%. Em suma, apesar de os headhunters desempenharem um papel essencial no mercado de trabalho e muitos postos só serem acessados por meio desses recrutadores, os números trabalham contra você.

6. “Não vou dizer o porquê de ter sido rejeitado.” 
Vamos apresentar candidatos uma, talvez duas, mas não uma terceira vez se foram rejeitados. Infelizmente, você nunca poderá aprender com seus erros, porque não diremos a verdade sobre por que você não conseguiu uma segunda entrevista. Nosso cliente pode dizer que você parecia tacanho ou ultrapassado, mas não vamos repassar essa informação. Para melhorar suas chances no futuro, peça sugestões a headhunters com quem tenha trabalhado antes, colegas ou patrões.

7. “Você é o candidato que falta na lista, mas não tem chance de conseguir o emprego.” 
Uma das tarefas pela qual somos remunerados é a apresentação de uma lista com três candidatos. Quando só temos duas boas opções, temos de encontrar uma terceira. Os termos que usamos são “desafiador” ou “forasteiro.” Se ouvir essas palavras, não tenha muitas esperanças. Cuidado com os movimentos nada realistas de carreira ou com um trabalho que parece bom demais para ser verdade. A verdade é que ninguém se preocupa com a sua carreira tanto quanto você.

 

Fonte: Época Negócios:http://migre.me/cOukX

Headhunting e headhunter. Você os compreende?

 
por Simoni Aquino 
Fonte da imagem: Internet
Headhunting significa “caçando cabeças”. Também conhecido como Executive Search é um serviço especializado de identificação e indicação e recrutamento e seleção de “executivos” para ocupar cargos de alto escalão em aberto nas empresas. Esse serviço é contratado pelas empresas que necessitam dos executivos, portanto não é um serviço voltado à Pessoa Física.
 
Headhunter significa “caçador de cabeças” e são profissionais especializados em headhunting. São contratados pelas empresas para “caçar” no mercado de trabalho, profissionais que a empresa-cliente precisa admitir, buscam os executivos top de linha e normalmente trabalham com nomes de profissionais pré-estabelecidos e almejados pela empresa contratante.
 
CONTEXTO HISTÓRICO 
O primeiro headhunter de que se tem conhecimento foi Thorndike Deland, que surgiu no mundo corporativo americano nos anos 20 atuando no recrutamento de profissionais para os escalões inferiores de organizações privadas e para o Depto. de Guerra dos EUA.
 
Já nas décadas de 50 e 60, surgiram outros headhunters que conquistaram amplo reconhecimento: Em 1951 - Ward Howell e Canny Bowen (ambos originários da renomada empresa de consultoria McKinsey & Cia); em 1953 - Sidney Boyden, Heidrick e Struggles; em 1956 - Spencer Stuart (os quatro foram ex-consultores da Divisão de Recrutamento e Seleção da Booz Allen & Hamilton); em 1969 - Korn and Ferry (ex-consultor da Peat Marwick Mitchell) e Russell Reynolds (ex-bancário).

Todos se destacaram não só pelo caráter, nível de profissionalismo, visão holística ou pelos conhecimentos profundos sobre o negócio, mas também pela sólida rede de relacionamentos que construíram ao longo de suas carreiras, especialmente com os altos escalões das organizações.
 
A década de 70 para os headhunters foi essencial, pois marcou a expansão de suas atividades de negócios em escala mundial, aproveitando a expansão da economia global e local o que possibilitou a instalação de escritórios de headhunting na Europa, Ásia e América do Sul. Atualmente, o Brasil conta com grandes empresas nacionais e multinacionais de Headhunting desfrutando de boa reputação já que prestam serviços sérios e consolidados a seus clientes. 
 
ÉTICA DO PROCESSO
Existem vários críticos em relação à atuação ética do processo de headhunting uma vez que o foco dos headhunters são os profissionais que estão trabalhando em concorrentes de seus clientes e, portanto a tradução “caçador de cabeças” virou sinônimo de “ladrão de profissionais”.
 
Alguns empresários comparam a prática de headhunting à espionagem industrial ou concorrencial e portanto a considera antiética, já que é capaz de desestabilizar uma empresa que está indo bem em sua gestão, pois o executivo que está focado em sua atuação passa a ser assediado por algum headhunter e sua saída, que não estava em seus planos naquele momento, passa a ser considerada, já que o concorrente oferece remuneração, desafio profissional, autonomia e condições de trabalho às vezes mais atrativas do que sua realidade atual, consideram que esse assédio pode inclusive comprometer a performance do executivo.
 
Sem entrar no mérito de questões éticas, uma coisa devemos analisar e ponderar: nenhuma empresa é dona de seu quadro de colaboradores, ou seja, o executivo não é um bem permanente e tem o direito de decidir o que é melhor e mais adequado para a sua carreira profissional e se é o momento de deixar ou permanecer na empresa atual - ou na que o deseja. Além do mais, se existem consultorias especializadas em headhunting, é por que há demanda e se há demanda é por que existem empresários solicitando este serviço especializado. 
 
COMPETÊNCIAS DO HEADHUNTER
* Identificar, conhecer e refletir sobre o mercado de trabalho e a mão de obra executiva em todos os segmentos;
* Conhecer e aprimorar técnicas de negociação e habilidades de persuasão, investigação, rastreamento, monitoramento, recrutamento e seleção de executivos (especialmente os profissionais já colocados);
* Utilização, tabulação de testes comportamentais específicos para executivos;
* Confidencialidade, é absolutamente necessário o sigilo das informações não só em relação às empresas concorrentes de seu contratante, mas também em relação à integridade do seu profissional/candidato.
 
SINERGIA ENTRE HEADHUNTING E OUTPLACEMENT
Num dos artigos anteriores, foi abordado o Outplacement e já compreendemos como se dá esse processo e sua abrangência. Já que os headhunters realizam uma varredura no mercado à procura de executivos para seus clientes, podem estabelecer uma relação sinérgica com os especialistas de outplacement em busca de indicações, uma vez que ambos se beneficiam dessa relação de parceria.
 
Os headhunters ganham, porque são contratados pelas empresas para buscarem executivos de acordo com o perfil de seu cliente para preencher a posição em aberto e; os consultores de outplacement também ganham, porque através dos headhunters realizam a ponte entre o profissional que estão acompanhando e o mercado de trabalho. 
 
CARACTERÍSTICA ESSENCIAL – E SUA REAL ATUAÇÃO
A principal característica do processo de Headhunting são as técnicas de rastreamento de profissionais que estão trabalhando, pois são esses os executivos alvos deste processo.
 
Hoje existem profissionais se colocando como headhunters e oferecendo seus serviços a profissionais disponíveis e de qualquer nível hierárquico. Fuja desses profissionais, são pseudo-headhunters. Os verdadeiros headhunters trabalham apenas com o alto escalão e preferem os executivos empregados, somente após esgotados os nomes dos executivos empregados é que eles partem em busca dos executivos desempregados.
 
Como a consultoria de headhunting é contratada pela empresa que precisa contratar o executivo, nenhum headhunter deve cobrar nenhum valor de pessoa física, ou seja, do profissional escolhido, apenas cobrará da própria empresa contratante de seus serviços.
 
Se o profissional disponível for abordado por algum headhunter e este cobrar por seus serviços, já sabe: tome cuidado!
 
Abaixo algumas reportagens sérias que abordam este assunto:
 
 
 

domingo, 14 de outubro de 2012

Outplacement. Você compreende?

 
 
Fonte da imagem: internet
por Simoni Aquino

No artigo anterior,  foi abordado sobre"consultorias" que cobram de candidatos para participar de processos de seleção e para que não haja confusões, hoje abordarei um trabalho sério que não deve ser confundido com outros processos de apoio à recolocação de profissionais. 

O Ouplacement é um termo ainda incompreendido por muitos profissionais (até mesmo por quem é da área de RH e que deveria saber) e que geram dúvidas e controvérsias sobre o papel desempenhado por esses profissionais e sobre a abrangência de sua atuação.
 
O outplacement não é relativamente novo, foi criado na década de 60 nos EUA e teve como objetivo ser uma ferramenta na Gestão de RH de empresas dos segmentos aeroespacial e eletroeletrônico visando auxiliar cientistas e engenheiros em busca de recolocação no mercado de trabalho, que foram demitidos devido à crise vivida pelos segmentos nessa época. Essa ferramenta chegou ao Brasil nos anos 80, em 1990 as primeiras consultorias especializadas se instalaram por aqui e hoje o processo é utilizado por grandes empresas.
 
SIGNIFICADO
Outplacement significa “saída e recolocação”, ou seja, são os serviços de orientação e apoio especializado para que executivos demitidos possam encontrar recolocação no mercado de trabalho.   
De acordo com a AOCFI (Association of Outplacement Consultancy Firms International), que é a associação que regula internacionalmente essa atividade, o Outplacement é um processo que estrutura as bases profissionais, com o objetivo de auxiliar o profissional a compreender sua dispensa de forma humanizada e a vislumbrar o mercado de trabalho de modo consciente, racional e organizado para que possa conquistar sua recolocação em curto espaço de tempo e com mínimo impacto negativo. 
 
MODALIDADES 
Outplacement individual – O processo tem como objetivo oferecer suporte ao executivo que será desligado e normalmente o processo se estende até que o profissional consiga recolocação no mercado de trabalho.
 
Outplacement em grupo – Essa modalidade ocorre em casos de demissões que abrangem um número maior de profissionais, que ocorrem quando das aquisições, fusões e processos de reestruturação organizacional. É a alternativa mais comum quando as demissões envolvem profissionais de posições gerenciais.
 
INÍCIO DO PROCESSO
O processo inicia-se antes mesmo do executivo tomar conhecimento da sua dispensa. O alto escalão decide pelo desligamento do executivo e comunica a decisão para o RH, que fará a intermediação entre a empresa e a consultoria especializada em outplacement, elaborando o planejamento das ações que serão realizadas durante o processo.

Antes que os desavisados reclamem das demissões, informo que não entrarei no mérito da decisão do desligamento dos profissionais de forma geral, não cabe nem a mim e nem a ninguém julgar as empresas, pois elas são soberanas em suas decisões e sabemos que existem centenas de motivos que as levam a demitirem seus colaboradores. 
Ainda hoje vemos, absurdamente profissionais reclamando da "injustiça" dos desligamentos, como se as empresas não pudessem decidir pelo futuro organizacional que melhor lhes convêm. Absurdo é o profissional em pleno século XXI ainda considerar que demissões são injustas, de não ter o mínimo de senso crítico em reconhecer que os contratos de trabalho são uma via de mão dupla e que podem ser rescindidos a qualquer momento, aliás esta é uma abordagem realizada do ponto de vista legal, basta consultar a CLT.

COMUNICAÇÃO DO DESLIGAMENTO 
O desligamento é realizado com a máxima transparência, sem omitir informações sobre o motivo real da dispensa e após a comunicação dá-se início ao trabalho efetivo de outplacement. O profissional especialista em outplacement irá orientar, assessorar e preparar o executivo demitido na redefinição de sua trajetória profissional seja na busca por outro emprego, atuação como consultor, opção pela abertura de negócio próprio – ou até mesmo da aposentadoria se for o caso.
 
BENEFÍCIOS
Quando a empresa opta pelo Outplacement, é sinal de respeito e dignidade. É saudável para ambos os envolvidos: organização e profissional demitido.
 
Empresa - Contribui para consolidar uma imagem positiva da empresa, pois demonstra o reconhecimento do trabalho executado pelo profissional egresso e também por que atua de forma socialmente responsável e em sintonia com as novas demandas do mundo atual. Além do mais, favorece a qualidade do clima organizacional para os colaboradores que permanecem na empresa, pois enxergam a preocupação da empresa com o profissional que está sendo desligado. 
 
Executivo dispensado - Representa um essencial diferencial competitivo frente à seus concorrentes no mercado de trabalho, já que minimiza os impactos negativos do seu desligamento, pois demonstra que, mesmo não necessitando mais dos serviços do executivo, a empresa o valoriza, o apoia no planejmaneto de sua carreira e oferece uma validação à sua contratação em outra empresa (ou projeto que optar conduzir).
 
O PROCESSO
O Outplacement não é simplesmente contribuir na recolocação, a atuação do processo é mais abrangente:
 
* Comunicação do desligamento do profissional;
* Auxílio na elaboração do currículo e da formatação do perfil em redes profissionais como Linkedin;
* Divulgação do perfil do profissional em consultorias de recrutamento e seleção e em empresas de headhunting;
* Apresentação do perfil do profissional a executivos de empresas com poder de decisão;
* Orientação no balanço da carreira, realinhando objetivos pessoais e profissionais;
* Desenvolvimento de networking e como cuidar desta rede;
* Orientação em técnicas de marketing pessoal e de negociação;
* Incentivo na busca de aprimoramento e desenvolvimento contínuo do profissional. 

ALVO
Não se iluda: Os alvos do processo de Outplacement são os executivos de alto escalão, embora existam algumas empresas que também oferecem esse apoio aos profissionais de média gerência, mas esses casos são mais raros.
 
Outra coisa: 
Se você já está desempregado e batalhando no mercado de trabalho, não acredite que deva contratar serviços de Outplacement ou ser "alvo" deste tipo de serviço, mesmo que seja executivo. Lembre-se esse é um processo de apoio, pela empresa que o executivo será desligado! 
 
CUIDADO
Muita atenção com as consultorias que oferecem serviços de Outplacement aos profissionais disponíveis! Como abordado no texto, esses serviços são contratados pelas empresas para apoiarem seus “executivos” (e às vezes, médias gerências) no processo de recolocação.
 
O que ocorre é que, muitas consultorias estão “vendendo” serviços de outplacement aos profissionais disponíveis e esse não é o foco de atuação de um verdadeiro especialista em outplacement. 

Existem muitas pseudo-consultorias e pseudo-profissionais de RH abusando do momento delicado de desemprego dos profissionais e oferecem serviços diversos, deturpando a essência verdadeira do processo. Lembre-se que, o desemprego virou um nicho de mercado e muitos querem lucrar com este delicado momento, portanto “não leve gato por lebre” e esteja muito atento. Não se desespere, pois ser racional é o mais importante em fase de desemprego.

Não perca os próximos artigos, abordarei Headhunting, Mentoring, Couseling, Coaching e Holomentoring.

Este texto é de propriedade intelectual de:
Simoni Aquino
Consultora em Gestão Estratégica de Pessoas
 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Contribuição para sua recolocação

 
Fonte da imagem: Internet
por Simoni Aquino

Em mais de 6 meses de existência, abordando temas sobre RH e Gestão de Pessoas, Recolocação Profissional e Mercado de Trabalho - o Blog Além do RH vem contribuído com inúmeros profissionais disponíveis ou não, de RH ou de outras áreas, compartilhando pontos de vista e orientações.
 
Textos, sites e blogs sobre esses temas - a internet está repleta, mas poucos textos abordam os assuntos propostos com empatia, isenção e levando em consideração ambos os lados, sem julgamentos de valores e sem imposição, pois ninguém é dono de uma verdade absoluta. O Blog Além do RH difere por considerar que, o essencial é que os leitores sejam estimulados a pensar e analisar as situações com bom senso e especialmente, senso crítico.

Abordando de forma mais aprofundada vários temas importantes em relação à Recolocação e Mercado de Trabalho, o Blog Além do RH já ofereceu alguns artigos importantes, visando auxiliar os profissionais disponíveis em busca de recolocação profissional:
 
O significado do importante termo Empregabilidade 

Qual a necessidade de se investir em Marketing Pessoal 

Dicas de como elaborar um currículo eficaz se o currículo está atrativo e quais os erros mais cometidos nos currículos 

Dicas de como enviar seu currículo a selecionadores, ao candidatar-se a uma oportunidade de trabalho divulgada 

Explicações de que SPAM ou Panfletagem de currículo é falta de educação 

Explicações de como funciona o processo de recrutamento 

Explicações de como funciona o processo de seleção 

Explicações do que é uma Seleção por Competências 

Dicas de como se comportar em entrevista 

A importância do QI ou Networking 

Dicas de vestimenta adequada para participar de entrevistas 

Dicas sobre comportamento adequado em redes sociais e profissionais 
 
 

Redações em processos de seleção

O texto deste artigo, bem como os dos links indicados são de propriedade intelectual de:
Simoni Aquino
Consultora em Gestão Estratégica de Pessoas
 

 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Você conhece a fábula do Urso e o Caldeirão?

 
Autor desconhecido

Fonte da imagem: Internet
"Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. 
 
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina…  
 
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
 
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia - de dor e de raiva - por quq acreditava que tentavam reubar-lhe o alimento.
 
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. 

O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo. Morreu, vencido por aquele "estranho animal" que ousara desafiá-lo."

CONSIDERAÇÕES DA BLOGUEIRA:
Esta fábula se adequa a vários setores de nossas vidas, mas como o Blog aborda o Mercado de Trabalho, minhas considerações serão realizadas do ponto de vista do mundo corporativo e do comportamento dos profissionais.

Atualmente, especialmente na nova configuração que o mercado de trabalho apresenta, encontramos vários ursos agarrados aos caldeirões quentes, pois estão agarrados ao antigo mercado de trabalho, não compreendendo que o mundo evoluiu e consequentemente, o mercado de trabalho também. Esses agem como se não enxergassem o que está em sua frente: a globalização fez com o mercado de trabalho evoluísse junto, fazendo com que as necessidades das empresas se aprimorassem e por consequência, as exigências do mercado de trabalho, acompanham essa evolução.

Os profissionais que reclamam das exigências do mercado e dos processos de seleção, na verdade estão apertando o caldeirão contra seus peitos, em vez de largá-lo. Apertam crenças ultrapassadas contra seus corações e terminam por serem derrotados por seus concorrentes, que já largaram seus caldeirões. Os que continuam nas velhas crenças tanto protegem, tanto acreditam e tanto defendem seus caldeirões que não se abrem para o novo. 

E para que se tenha sucesso na busca por recolocação no mercado de trabalho, é necessário reconhecer que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir com sucesso. 
 
Fique à vontade para complementar minhas considerações em relação ao Mercado de Trabalho, empresas e profissionais. 

No mercado de trabalho, se faz absolutamente necessário que os profissionais, especialmente os disponíveis, tenham coragem e visão e discernimento que o urso da fábula não teve e devem soltar seus caldeirões!

O texto com as considerações da blogueira é de propriedade intelectual de:
Simoni Aquino
Consultora em Gestão Estratégica de Pessoas

 15 PIORES ERROS DE CARREIRA, SEGUNDO OS ESPECIALISTAS

Em: 27 mai 2013 | Por: admin | 684 visualizações

 

São Paulo – Toda trajetória profissional tem altos e baixos. E -embora nem sempre -, os tais “baixos”, em muitos casos, podem acontecer por um erro de cálculo ou de atitude, uma escolha equivocada, uma movimentação de mercado atrapalhada.

Pensando nisso, EXAME.com foi investigar junto aos especialistas quais são os piores e mais frequentes erros de carreira que os profissionais cometem, na hora da escolher a atividade profissional, quando já estão empregados e quando vão mudar de emprego, carreira ou de profissão. Confira o que eles disseram:

homem sentado na rua  escondendo rosto1 Escolha de carreira não ancorada no autoconhecimento

Escolher uma profissão aos 17, 18 anos é motivo de angústia para muitos adolescentes. Não é à toa que muitos se decepcionam com o curso e acabam abandonando ou trocando de graduação ainda nos primeiros anos de universidade.

“O primeiro erro de carreira é escolher a profissão sem conhecer a si mesmo”, lembra José Carlos Ignácio, consultor empresarial e diretor da JCI Acquisition. Não saber quais são as suas aptidões, talentos e quais atividades que poderiam trazer mais satisfação e realização pessoal prejudica a tomada de decisão e pode colocar o jovem em uma rota acadêmica e profissional inadequada.

2 Acomodação

“O profissional não se atualiza e acaba perdendo oportunidades por conta disso”, diz Walter Tamaki, consultor empresarial e diretor da Ventana Capital. Passar longe de treinamentos, não buscar novos conhecimentos e não estar atento às demandas do mercado na sua área de atuação são alguns dos sintomas da acomodação na carreira.

Fechar-se na baia, fazendo sempre a mesma coisa, e não investir no desenvolvimento dos seus pontos fracos também são indicativos que merecem atenção. “O profissional faz apenas um tipo de tarefa, acaba se tornando muito especializado e não enxerga mais o todo”, explica Tamaki.

3 Não investir na sua imagem profissional

Projetos, treinamentos e atividades mais importantes devem ser registrados de alguma forma. São eles que vão ajudar a confirmar a sua competência para o mercado e podem aumentar o valor o seu passe.

Portanto, não apostar em um portfólio de projetos nem documentar as atividades mais importantes já realizadas é um erro, de acordo com Tamaki.

4 Achar que merece aumento porque a empresa está dando resultados

Quando uma empresa em crise dá sinais de recuperação e começa a gerar resultados positivos, muitos funcionários já logo acham que merecem aumento de salário, de acordo com Fernando Capella, diretor da Capella RH.

“Este é um erro típico, decorrente de uma visão atrasada. Profissionais de qualquer geração caem nesta armadilha e não pensam que o mais importante na hora de conquistar um aumento é a evolução do desempenho profissional”, explica Capella.

Para ele, o profissional só aumenta seu potencial de ganho financeiro na medida em que melhora seu desempenho. “E quando ele insiste em querer um aumento porque a empresa saiu da crise, cria uma situação desagradável perante a chefia e acaba se desgastando”, diz.

 5 Não assumir a responsabilidade

 Quem incorre neste erro tem sempre uma justificativa na ponta da língua para isentar-se de assumir a responsabilidade quando algo dá errado. São ótimos em apontar culpados, mas péssimos na hora de criar soluções.

“Dizem que a culpa foi do outro, que não tiveram recursos suficientes, que não tiveram tempo, mas não reconhecem que tiveram a possibilidade de mudar o quadro e não o fizeram”, diz Tamaki.

6 Exibicionismo inadequado

Outro erro, de acordo com Capella, acontece quando o profissional tenta se sobressair inadequadamente em uma situação de exposição. “Em uma reunião com os diretores, a pessoa, por exemplo, começa a fazer perguntas que em nada acrescentam apenas para mostrar conhecimento ou para desafiar os gestores”, explica.

Os exibicionistas de plantão, segundo o especialista, acabam queimando o filme e se prejudicando dentro da organização. “Perdem oportunidades de aprendizado. Em momentos como esse, é melhor ouvir e aprender do que falar”, diz.

7 Não zelar pela rede de relacionamentos

Lembrar-se da rede de relacionamentos apenas quando necessita dela, é um equívoco de carreira, de acordo com Tamaki e com Ricardo Yogui, consultor, professor e diretor da RYO Consulting. “As pessoas só lembram-se do networking quando são dispensadas”, diz Yogui.

Investir na rede de contatos não é colecionar cartões, muito menos, sair adicionando um sem número de pessoas no LinkedIn, diz o diretor da RYO Consulting. “É ter uma relação franca e assertiva e colaborar quando possível”, explica.

8 Estipular cargos como objetivos profissionais

“Quero ser presidente da empresa”, “quero sentar na cadeira de diretor”, diriam os mais ávidos por ascensão profissional. Para Ricardo Yogui ter um cargo como principal objetivo de carreira é um erro. É algo como mirar o topo da escada sem enxergar os degraus que levam até lá.

“Por já ter sido diretor de operação de uma multinacional, meus alunos me perguntam como fazer para chegar lá, mas a pergunta não deve ser esta e, sim, o que é preciso trabalhar e desenvolver para ter condições de estar sempre progredindo profissionalmente”, explica.

9 Falta de alinhamento com princípios e valores da empresa

Está aí o motivo pelo qual conhecer a cultura de uma empresa é muito importante na hora de decidir trabalhar para ela.  Capella conta uma história de um profissional que, por não concordar com certas mudanças na sua empresa, começou a atuar como um formador de opinião negativa dentro e fora dela.

“Ele, sendo gestor, viajava a trabalho e fazia comentários negativos sobre a empresa para os clientes, por exemplo”, conta. O resultado foi a sua demissão. “Ele não esperava que isso fosse acontecer, mas 80% das demissões acontecem por motivos comportamentais”, diz.

10 Manipular, divulgar ou usar informações confidenciais em benefício próprio

Capella também cita o caso de um engenheiro que trabalhava na área de negócios de uma indústria para explicar como este erro pode ser grave.

“Era uma pessoa que tinha um futuro brilhante dentro da organização, tinha acabado de voltar da Europa onde tinha ficado dois anos com recursos da companhia e, por ter grandes conhecimentos de informática, invadiu a o sistema de informações da empresa e teve acesso aos salários dos funcionários”, conta.

 De posse destas informações confidenciais começou a revelar valores e dizer que ganhava pouco e que seus colegas também ganhavam menos do que mereciam. Foi demitido por justa causa.

“Usar informações confidenciais por motivos pessoais pode acabar com a carreira de um profissional dentro de uma empresa”, diz Capella.

11 Tomar o cargo como identidade

“Ninguém é diretor, ninguém é presidente, a pessoa está diretor ou está presidente”, diz Yogui. Mas nem sempre as pessoas entendem isso. O erro é ficar tão deslumbrado por conta da posição ocupada na hierarquia e começar a mandar e desmandar em nome da empresa.

“O ambiente pode levar a isso, mas depois o mercado vai se lembrar das atitudes das pessoas que não tiveram discernimento para olhar este aspecto”, diz o especialista.

12 Aceitar um cargo para o qual não está preparado

Imagine que você é um tesoureiro e surge a oportunidade de trabalhar como diretor financeiro de uma grande organização. São duas posições distintas e com níveis diferentes de responsabilidade.

Caso não esteja ciente e preparado para as obrigações da nova posição, aceitar o cargo pode ser um tiro no pé, de acordo com Tamaki. “Aceitar um cargo sem ter noção clara nem preparo é um erro”, diz o especialista. De acordo com ele, há profissionais que têm uma ideia errada de suas competências.

13 Fazer movimentações com base apenas no salário oferecido

Não levar em conta o seu plano de carreira, os desafios do novo cargo, a cultura e o momento da empresa, além do impacto da mudança na vida pessoal na hora de mudar de emprego é um erro frequente, segundo os especialistas. “Trabalhar só pelo dinheiro é um erro”, diz Ignácio.

Quando a decisão é ancorada apenas na questão salarial, o risco é que os fatores ignorados comecem a pesar depois de um tempo, segundo Tamaki.

14 Sair do emprego sem se preocupar com o impacto na organização

Por receio de criar potenciais concorrentes, muitas vezes as pessoas não se preocupam em formar sucessores quando estão de saída de uma organização, diz Yogui.

De acordo com ele, preparar o terreno e montar um plano de transição é essencial quando um executivo planeja deixar uma organização. “A preocupação deve ser a de causar o menor impacto possível com a sua saída”, diz.

Ele diz isso a partir de sua própria experiência. Executivo de uma multinacional, Yogui decidiu mudar de carreira, mas apostou em uma saída planejada, preparou um sucessor e montou um plano de transição junto ao seu gestor na época. “Até pela minha postura, quando comecei a dar consultoria, as oportunidades foram surgindo no mercado”, diz.

15 Mudar de profissão sem ter um plano de consistente

Uma mudança radical na vida profissional pressupõe muito planejamento e estudo. “Um médico que deseje largar a medicina para abrir uma franquia precisa ter um plano de negócios consistente para que mudança de carreira dê certo”, diz Tamaki. Caso contrário, as chances de fracasso são grandes.

“Há pessoas que mudam de profissão ou de carreira baseadas, equivocadamente no sucesso de alguns poucos ou porque acreditam que é uma atividade com margem de rentabilidade superior às demais”, lembra o especialista.

 

Fonte: Portal Exame: http://admvital.tk/10wybNZ

Marketing pessoal: como fazer esse cara ser você?
 


 

 

Por Simão Mairins, 

Fazer seu marketing pessoal - não tenha dúvidas - é muito importante. "Todo profissional deve trabalhar sua imagem, sua postura, sua conduta, porque é isso que vai fazer com que ele seja indicado, recomendado", garante especialista. Mas há grandes chances de as coisas não darem certo.

Dizer que é “o cara” funcionou muito bem para o cantor, compositor (e rei) Roberto Carlos. Graças a sua prepotente canção “Esse cara sou eu”, ele conseguiu vender 1,5 milhão de cópias de um CD com quatro músicas, teve 500 mil downloads na iTunes e, obviamente, está ganhando uma boa grana com tudo isso. Nem sempre, entretanto, ser avalista de si mesmo dá certo. 

Fora do mundo imaginário da poesia feita para derreter mulheres sonhadoras à espera de alguém que abra a porta do carro quando elas vêm vindo, esse tipo de postura pega mal. Além disso, a menos que você já tenha vendido mais de 100 milhões de discos, cantado para o papa e conseguido a façanha de fazer com que seu trabalho seja bem recebido em todos os lugares, ninguém vai dar muito crédito ao simples fato de você dizer que é alguma coisa.

Fazer seu marketing pessoal - não tenha dúvidas - é importante (bem importante!). Como ressalta o professor André Ortiz, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), “todo profissional deve trabalhar sua imagem, sua postura, sua conduta, porque é isso que vai fazer com que ele seja indicado, recomendado”. Mas, bancando o Ciro Bottini de si mesmo, como se sua carreira fosse uma câmera digital à venda no Shoptime, há grandes chances de as coisas não darem certo, de acordo com o que explica André.

“Quando se fala em marketing pessoal, as pessoas associam muito à imagem. Mas não é só isso. É, principalmente, a forma como você é lembrado pelas outras pessoas, o seu posicionamento. Existe uma falácia de que numa entrevista de emprego você deve dizer o que o entrevistador quer ouvir. Mas, na verdade, o que você tem que fazer é passar confiança. O entrevistador quer ver a marca registrada daquela pessoa”, ressalta o professor, que elencou cinco dicas que vão ajudar você a fazer um bom marketing pessoal.

1 - Comunique-se bem

Para fazer com que sua marca seja vista e reconhecida, você tem que se comunicar. Isso não significa, entretanto, que você deve passar o dia fazendo ligações, postando coisas no Facebook e interagir em todas as ocasiões com outros profissionais só para mostrar ao mundo que você existe e sabe fazer alguma coisa. “O bom comunicador não é o que fala muito, mas o que consegue ser bem compreendido”, destaca André Ortiz. Nesse sentido, procure trabalhar sua capacidade de discutir boas ideias, observando sempre os momentos mais oportunos. Procure, também, se tornar uma boa referência na área em que atua e conquiste boas avaliações dos seus stakeholders.

2 - Tenha uma postura profissional

Não adiantar bancar o piadista do escritório para conquistar a simpatia dos colegas e não conseguir mandar bem em suas responsabilidades. Além disso, para algumas funções, certos tipos de postura não são convenientes. “Às vezes, aquele brincalhão não é promovido mesmo sendo um bom profissional, porque não tem a postura exigida para o cargo”, ressalta André. Nesse ponto, não há fórmula pronta. O ideal é observar seu mercado, avaliar suas pretensões e procurar agir de forma condizente com o que almeja.

3 - Sim, é importante cuidar da aparência

Se você estiver pensando em ser vendedor ou vendedora da Chilli Beans, é melhor deixar o terno no guarda-roupas mesmo. Por outro lado, é melhor caprichar na beca quando for tentar ser sócio de Eike Batista. “A pessoa elegante é aquela que se veste bem no lugar pertinente, usa a vestimenta apropriada ao trabalho”, destaca o professor André Ortiz.

4 - Seja a fonte de novas (e boas) ideias

De nada adianta fazer a propaganda se o produto não for bom: o cliente compra na primeira vez e não volta nunca mais. Provar que é tão competente quanto divulgou ser é fundamental. “O bom profissional leva novas ideias para a empresa, faz acontecer, é um intraempreendedor, busca resultados, não é o que fica só reclamando. Quando existir um problema, apresente a solução”, recomenda André.

5 - Seja humilde

Apesar do pedantismo de seu eu lírico dizendo às mulheres que é o cara, Roberto Carlos não se concedeu o título de 'Rei'; conquistou-o. Por isso, não tente bancar o Romero Britto (um pintor brasileiro que fala com sotaque americano e quer que o mundo acredite que ele é o novo Picasso). “Prove sua capacidade primeiro. Construa sua carreira passo a passo. Reconheça que você é um eterno aprendiz”, sugere Ortiz. 

Fonte: http://www.administradores.com.br/



 

Qual dos 7 tipos de personalidade criativa você tem?

16/05/2013

Você já sabe qual é o seu tipo de personalidade criativa? Confira abaixo os 7 principais tipos e qual combina mais com você


7
 

Qual dos 7 tipos de personalidade criativa você tem?

Crédito: Shutterstock.com

Pessoas criatividade tendem a resistir às regras

 

 

criatividade é a capacidade de criar novas ideias. No entanto, é uma habilidade que nem todos têm. Existem muitos perfis de pessoas criativas. Confira abaixo os 7 tipos de personalidade criativa e descubra qual delas combina mais com você:

 

Leia também: 
» 4 dicas de criatividade de pessoas engraçadas 
» 10 exercícios para a criatividade e inovação 
» 5 práticas simples para impulsionar sua criatividade

 

1. Associação 
As pessoas criativas têm uma grande imaginação, ou seja, estão frequentemente no mundo da ficção. Desenvolvem uma grande quantidade de ideias e um grande compromisso com elas.

 

2. Originalidade 
A tendência é resistir às regras. Essas pessoas têm certa atitude rebelde porque precisam fazer coisas que outras pessoas jamais fariam.

 

3. Motivação 
Essas pessoas gostam de desafios e trabalham nas situações mais complicadas até conseguir alcançar os seus objetivos.

 

4. Ambição 
Precisam ser pessoas influentes. Gostam de ter toda a atenção para si e de receber o reconhecimento por suas conquistas.

 

5. Flexibilidade 
Quando existe um problema, pessoas criativas podem ver de perspectivas diferentes as soluções para estes problemas. E assim, torna essas soluções inovadoras.

 

6. Baixa estabilidade emocional 
Estes personagens passam por emoções negativas e mudanças de humor com frequência. E, geralmente, sentem certa falta de confiança em si mesmo por conta das emoções.

 

7. Baixa sociabilidade 
São pessoas que têm a tendência de serem muito críticos e encontrar defeitos e falhas nas ideias e personalidades de outras pessoas.

 

 

Fonte: Universia Brasil

10 dicas para escrever um e-mail profissional

05/03/2012

Veja 10 dicas que podem ajudar você a enviar um e-mail profissional sem parecer grosseiro ou rude com os seus leitores


24
 

imagen-relacionada

Crédito: Ilin Sergey / Shutterstock.com

Mandar um e-mail profissional requer muito cuidado para não parecer grosseiro com os seus leitores

 

 

Embora atualmente as redes sociais tenham assumido o papel da comunicação rápida, o e-mail ainda continua sendo um dos meios mais eficientes no mundo dos negócios. E, normalmente, onde mais se cometem gafes.

 

» O que o seu e-mail diz sobre você? 
» Como enviar currículos por e-mail 
» 5 dicas de etiqueta para e-mails

 

Por ser um meio em que o contato com a outra pessoa não é direto, muitas vezes na tentativa de parecer profissional e conciso você acaba passando a imagem de mandão. Para não correr esse risco e ser odiado pelos e-mails que envia, confira 10 dicas que vão ajudá-lo a montar um e-mail profissional:

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 1. Assunto

Sempre preencha o campo de assunto. De preferência, escolha um título que diga alguma coisa para o seu leitor. Não tente usar artifícios como “urgente”, ao invés disso, procure um assunto conciso que diga sobre o que se trata o e-mail.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 2. Ponto principal

Aborde o tema principal do e-mail logo na frase de abertura. Dificilmente um leitor vai chegar até o final para descobrir qual é a surpresa no seu e-mail.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 3. Escolha de palavras

O efeito que seu e-mail vai ter com os leitores vai depender das palavras que você usa para apresentá-lo. Vá direto ao ponto e deixe o assunto claro. Evite começar, por exemplo, com “isso deve ser feito”. O ideal é dizer, logo de cara, o que precisa ser feito e até quando.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 4. Maiúsculas

A não ser que sua intenção seja parecer rude com o seu leitor, jamais envie um e-mail escrito em letras maiúsculas. Isso dá a impressão de que você está gritando com ele, o que não vai convencê-lo a fazer o que você precisa.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 5. Linguagem

Evite usar linguagem informal demais, gírias e abreviações. Em muitos casos esse tipo de linguagem pode ser conhecido por você, mas não pelo seu leitor. Isso vai causar um ruído na comunicação e dificultar asnegociações entre vocês.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 6. Seja breve e educado

Procure não escrever e-mails exageradamente grandes. Se sua mensagem for passar de dois ou três parágrafos curtos, considere a ideia de reduzir o e-mail ou enviar o assunto todo em um documento anexo.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 7. Palavras mágicas

Não se esqueça de pedir, por favor, ou agradecer em hipótese alguma. E quando o fizer, queira realmente dizer isso. É possível perceber, mesmo via e-mail, quando você faz uso dessas palavras para ser irônico.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 8. Assinatura

Providencie uma assinatura com o seu nome completo e as suas informações para contato. Isso inclui o endereço do local de trabalho, o seu telefone e ramal.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 9. Edite

Não envie um e-mail sem antes reler o que você escreveu. Você pode deixar passar uma coisa ou outra e pensar que isso é normal, já que você é uma pessoa muito ocupada. Mas o seu leitor não sabe disso e, provavelmente, vai pensar que você é desleixado e não dá atenção para os negócios.

 

 

Como mandar um e-mail profissional: 10. Responda imediatamente

Não importa sobre o que seja, dê um retorno para o seu leitor. Se você precisa de mais tempo para coletar informações ou desenvolver um projeto, envie um e-mail explicando isso a ele.

 

 

 


 

 

Ética no trabalho
 


 

 

Por Jerônimo Mendes, 

A ética é freio da ambição. Os seres humanos são capazes de coisas incríveis por dinheiro e poder e, na maioria das vezes, a ambição será mais forte que a ética, razão pela qual a ética não é uma virtude tão simples de ser aplicada ao cotidiano.

Segundo o Aurélio, ética é o conjunto de regras e valores ao qual se submetem os fatos e as ações humanas, para apreciá-los e distingui-los. Em relação ao trabalho, vamos associá-la, apreciá-la quando for o caso e, principalmente, distingui-la. Outros dicionários afirmam que a ética é parte da filosofia que estuda os deveres do homem para com Deus e a sociedade.

Permita-me simplificar esse conceito, à luz da experiência pessoal e profissional ao longo de mais de quarenta anos. Ética é a ciência aplicada pelos seres humanos que procuram ser justos e razoáveis com todo mundo, da melhor forma possível, além de não pensarem exclusivamente em si mesmos.

Por essa razão, ética não é um conceito facilmente aplicável nas grandes corporações até mesmo porque o capital não consegue se multiplicar na velocidade que precisa se adotá-la como bandeira. Se assim o fizesse, a distribuição de renda seria diferente, as relações desumanas no trabalho teriam outra conotação e os profissionais de valor seriam mais do que um simples número no quadro de empregados da organização.

Você conhece algum profissional que consiga "cumprir os deveres com Deus e a sociedade" em alguma empresa? Se o fizer ao pé-da-letra, ele simplesmente é excluído do meio, a empresa vai à falência, e o líder entra em descrédito perante o acionista ou superior imediato, num mundo repleto de valores equivocados.

Apesar de todas as recomendações dos especialistas com as mais variadas teorias sobre o assunto, as empresas continuam falhando abruptamente na condução dos negócios. O capital humano nunca foi páreo para a ambição desmedida do lucro e quando a ambição ultrapassa os limites do razoável, a ética e o respeito aos indivíduos são literalmente atropelados pelo poder que não conhece limites.

Muito se fala na necessidade de modificar as relações entre capital e trabalho com intuito de proporcionar ambientes mais justos e fraternos, porém o abismo entre o discurso e a prática é imenso.

A sobrecarga de trabalho é um exemplo típico da imposição do poder. A opção pela redução da força de trabalho e a avidez do capital pelo lucro em progressão geométrica elevam o custo social, sem pudor.

Antes de prosseguir, lembro que as empresas são feitas de pessoas e as pessoas erram, porém, numa sociedade extremamente competitiva, o mínimo erro torna-se imperdoável. Erros fazem parte do crescimento, mas no mundo corporativo atual, o erro será parte do crescimento numa outra empresa, nunca onde se comete.

Não existe espaço para a redenção. O erro é a chance que as organizações esperam para descartar os indivíduos a fim de elevar a produtividade e o lucro por empregado, importantes na divulgação dos resultados.

As relações entre capital e trabalho são absolutamente frias e, por consequência, as relações entre chefes e subordinados também. É mais cômodo exercer a pressão do que a liderança efetiva para se obter resultados.

As incertezas do mundo atual não permitem questionamentos nem espaço para diversidade, aliás, são poucos os líderes que conseguem conviver com diferenças, em princípio, salutares para o crescimento das organizações. O mundo foi construído com base nas diferenças étnicas, religiosas e culturais. Nelson Rodrigues afirmava que toda unanimidade é burra, mas poucos entendem essa máxima.


Por questão de sobrevivência, muitos profissionais se sujeitam a trabalhar em empresas de valores duvidosos, contrários às necessidades pessoais de cada um, onde o discurso vale apenas para a sociedade e a ética restringe-se aos manuais da organização.

Infelizmente não existe emprego ideal, mas existe trabalho ideal, caso contrário, o mundo seria cruel. O que nos move para frente é a certeza de que existem pessoas de bem, apesar da nossa tendência inequívoca de pensar diferente.

Parafraseando um dos executivos mais sensatos que conheci no mundo profissional, "a ética é o freio da ambição". Os seres humanos são capazes de coisas incríveis por dinheiro e poder e, na maioria das vezes, a ambição será mais forte que a ética, para desespero dos menos favorecidos politicamente.

Todavia, não se deve perder a esperança, nunca. As relações na vida pessoal e profissional são difíceis, mas o mundo evolui rapidamente. Existem líderes e também organizações sensatas que conseguem conciliar os interesses, pois transcendem a ambição e o lucro em nome daquilo que se convém chamar de ética, aliada ao respeito aos indivíduos.

Em razão de tudo que penso, escrevo e desejo para os que convivem comigo, confio sempre na justiça divina, a despeito de toda falta de bom senso e intolerância na face da Terra. Deitar a cabeça no travesseiro com a sensação do dever cumprido, desprovido de culpas e mágoas, não é para homens comuns.

Como diria Otto Lara Resende, devemos almejar firmemente a utopia, afinal, o mundo não precisa seguir permanentemente infeliz. Pense nisso e seja feliz !

-------------------
Nota do autor: artigo publicado originalmente no meu livro Oh, Mundo Cãoporativo! Lições e Reflexões (Editora Qualitymark).

Fonte: http://www.administradores.com.br/

Site mostra se candidato combina com empresa na qual quer trabalhar

02/06/2013 - 01h51 

FELIPE GUTIERREZ
DE SÃO PAULO

Entrar em uma empresa sem ter o perfil para trabalhar nela pode ser desgastante para o profissional e para a organização. O site 99Jobs atua para diminuir o volume desses erros.

Quem procura um emprego na página pode ver com quais companhias tem mais compatibilidade.

Programa treina jovens para trabalhar em empresas iniciantes
Lojas virtuais têm erros comuns que inviabilizam a compra, diz estudo
Aplicativo brasileiro para turistas transforma celular em tradutor

Ao entrar no site, o usuário responde a perguntas pessoais e sobre sua formação, a área em quer atuar e o tipo de ocupação que busca.

O candidato também tem o perfil do Facebook vasculhado (o serviço busca saber, por exemplo, quais grupos de discussão a pessoa cria na rede social).

Com os resultados dessas informações, o 99Jobs aponta, então, quais locais podem ter mais empatia com o profissional.

As corporações também têm um perfil na página, com fotos, notícias e avaliações feitas por usuários.

 Ze Carlos Barretta/Folhapress 
Eduardo Migliano, sócio do 99Jobs
Eduardo Migliano, sócio do 99Jobs

A plataforma pretende funcionar tanto para jovens acharem um emprego como para as organizações se mostrarem lugares atraentes.

São os empregadores que pagam para ter suas vagas ofertadas lá e é assim que o site obtém receita.

"Para o usuário, somos um serviço de 'career matchmaking' ['casamento' entre profissionais e empresas]. Para o empregador, queremos ser uma possibilidade de posicionamento de marca", diz o sócio Eduardo Migliano, 24.

Hoje, o serviço tem 1.500 usuários e mais de mil companhias cadastradas -150 delas já postaram vagas.

A 99Jobs também está testando um sistema para que qualquer pessoa possa oferecer consultoria em assuntos específicos, cobrando valores relativamente baixos.

Hoje, há consultores se oferecendo para ensinar como escolher a carreira certa por R$ 36 ou cobrando R$ 9 para mostrar como fazer uma boa apresentação em PowerPoint.

Aluno e professor combinam o preço e fazem a transação financeira por meio da plataforma.

O 99Jobs fica com uma porcentagem do valor.

O modo como a consultoria é realizada é livre -pode ser abrindo acesso a um vídeo ou por uma sessão de Skype, por exemplo.


Depois da queda, o coice

Ao contrário dos produtos convencionais, os de internet entram em decadência repentinamente e não deixam vestígios

Uma colega comenta que já recebeu diversos convites de amigos para entrar numa nova rede social e emenda um comentário com ares de vaticínio: “Acho que o Facebook já era”. Na mesma hora, lembro de uma entrevista de um professor norte-americano, especialista em negócios digitais, que dizia que por volta de 2014 ou 2015 a rede social de Mark Zuckerberg seria superada por outras, mais segmentadas.

end-of-fb-350Na véspera, um jornal americano publicara que a quantidade de mensagens trocadas por jovens americanos via Face havia caído, em nome de aplicativos como o “What’s App”.

Dias mais tarde, em um blog, um post me chama a atenção: “É o começo do fim das redes sociais?”. Abaixo, traz os resultados de uma pesquisa que mostravam que os ingleses haviam passado 22% do seu tempo de navegação, em 2012, em redes sociais, ante 25% em 2011.

Catastrofismo? Exagero puro e simples?

Até pode ser, mas não sem razão. Oscilações de demanda são algo perfeitamente normal na trajetória de um produto. Geralmente, quando monitoradas de perto, permitem que ações de recuperação sejam empreendidas e o nível de vendas anterior, recobrado. E assim vai, até que o produto, em algum momento, dá sinais de que não permite recuperação e se encaminha, finalmente, para a extinção, permitindo que a empresa o substitua por outro sem maiores traumas.

Na internet, no entanto, as coisas funcionam de um modo um pouco diferente. Os produtos (forma pela qual chamarei sites, redes sociais e aplicativos) começam a perder usuários repentinamente e, num piscar de olhos, o que era um campeão de audiência se torna coisa do passado.

Foi assim com o Yahoo Search.

Foi assim com o Second Life (alguém se lembra dele?).

Foi assim com o My Space.

Foi assim com o FarmVille.

Foi assim com o Orkut.

Os negócios na internet não respeitam a velocidade de adoção e abandono dos produtos convencionais. As baixas barreiras de entrada e de saída, somadas ao efeito de rede de que são beneficiários e ao modismo puro e simples combinam-se para fazer de sites, redes sociais e aplicativos uma categoria à parte no tradicional ciclo de vida de produtos e serviços. Nesse cenário, qualquer oscilaçãozinha de demanda pode, sim, ser sinal do começo do fim, e motivo suficiente para qualquer gestor do ramo se preocupar.

E o mais interessante (e preocupante) disso tudo: a queda parece ser inevitável. Tentou-se salvar My Space e Orkut, por exemplo, mas estes já pareciam irredimíveis. Não havia esforço que os pusesse de pé novamente.

Duas reflexões a esse respeito:

1) Teria razão o jornalista Ross Douthat, do New York Times, que lembrou que a internet “é uma maravilha no que tange a gerar ‘diversão barata’ (...) mas  menos impressionante quando se trata de gerar empregos” e lucratividade? Nesse sentido, ele escreve, “É revelador que as empresas mais citadas como grandes sucessos da era digital, a Apple e a Amazon, adotem modelos de negócios que têm raízes firmes na produção e na distribuição de bens não virtuais” (veja artigo completo aqui, para assinantes).

2) O que poderia fazer uma empresa que experimenta o sucesso para se precaver do declínio? Bem, não há nada muito original a não ser: a) aprimorar o produto atual, procurando mantê-lo interessante para os usuários; e b) desenvolver novos produtos, para evitar o risco de depender de um só. À medida que o produto atual faz sucesso, ajuda a financiar não só seu próprio aprimoramento, como também seus “irmãos menores”.

De um jeito ou de outro, fica a lição de que, no negócio da internet, os paranoicos não têm lá sua razão de ser. O problema é que, às vezes, ao contrário do que Andrews Grove defendia, nem eles sobrevivem...
  •  
Identidade anoréxica


Enquanto boa parte das marcas de moda está reconhecendo que o mundo não é como aparece nas revistas e que as pessoas de verdade pesam bem mais que os modelos de passarela, a Abercrombie & Fitch rema na direção contrária. 

O autor de The new rules of retail, Robin Lewis, contou ao portal americano Business Insider, que durante a preparação do livro, conversou várias vezes com o CEO da empresa, Mike Jeffries.

modelo-magra-350Jeffrie admitiu para o autor que eles não fabricam tamanhos G e GG porque só querem pessoas lindas (e magras) vestindo sua marca. No processo de seleção de vendedores, praticamente não há minorias étnicas ou pessoas que fujam ao padrão de beleza tradicional (gente bonita atrai gente bonita, é o lema de Jeffrie). Voltada para um público jovem e com a personalidade ainda em formação, o CEO ainda declarou que na escola existem os alunos populares e “os outros”. O foco deles é nos populares; a marca não quer gente “feia e gorda” vestindo suas peças. 

Considerando que 67% da população americana veste tamanho G ou superior, a Abercrombie quer trabalhar em cima desse nicho específico e ser reconhecida como a roupa que só pessoas sexies conseguem usar (sim, porque não basta ter dinheiro; tem que ter barriga tanquinho).

Do ponto de vista da honestidade com relação à identidade da empresa, a Abercrombie está de parabéns, pois não está fingindo ser quem não é. Sua filosofia empresarial é clara e límpida, comunicada com competência e coerência em todos os aspectos. Os envolvidos no empreendimento (gerentes, vendedores, profissionais de marketing) têm clara a mensagem a comunicar: “para nós, beleza é fundamental, mais importante do que qualquer outra coisa, inclusive quem você é de verdade”.

A questão é que fica muito fácil desdobrar o conceito e inferir que a marca pode representar com orgulho pessoas estúpidas, burras, desonestas, frívolas ou até criminosas, desde que sejam magras e bonitas. Daí a associar a Abercrombie com gente babaca é um pulo (merecido, diga-se de passagem), o que estigmatizaria seus clientes como fúteis e vazios. De qualquer maneira, esse posicionamento politicamente incorreto reflete o pensamento de muitas pessoas que realmente acreditam no que a marca prega e assim norteiam suas decisões. Do ponto de vista conceitual, perfeito. As pessoas têm o direito de expressar seus pontos de vista, seja por escrito, seja pela música, seja pela escolha das roupas e acessórios que vestem. Quem não compartilha desses ideiais, basta que não use roupas da marca, simples assim.

A questão que complica bastante o caso da Abercrombie é que os riscos que a marca correrá com esse posicionamento radical e excludente nunca serão proporcionais ao estrago psicológico gigantesco que poderá provocar na cabeça de gerações de adolescentes que não se enquadram no perfil desejado. O grande perigo é justamente que o público de interesse da empresa, que passa por uma fase de definição da personalidade repleta de inseguranças, acredite que usar Abercrombie vai fazê-la uma pessoa mais legal. A torturante busca pelo ideal físico que não contempla seu biotipo pode ser fatal em alguns casos, se combinados com quadros depressivos não raros nessa fase da vida.
Uma pena.

Chegamos a um ponto de amadurecimento do varejo e do branding em que as empresas começam a compreender que parte de sua missão é contribuir para que o mundo seja um lugar melhor para se viver. 

Mesmo aos 30 e tantos anos de idade a Abercrombie ainda não se deu conta disso, priorizando a imaturidade e inconsequência juvenil nas decisões estratégicas; aguardemos que essa fase adolescente sem noção passe logo, que ela cresça e se dê conta da estupidez das suas atitudes. 

Só o tempo dirá se ela vai sobreviver, virar uma adulta e finalmente entender a importância do papel das marcas no mundo. O tempo, e, é claro, seus fieis e magros clientes...
  •  

Afinal o que significa a palavra  “Inteligência” no mundo de hoje?

Por Janete Ribeiro*
Se observarmos um pouco, nos últimos tempos o adjetivo “inteligente” e a palavra “inteligência” têm aparecido com frequência acima do normal em vários textos, sejam eles de tecnologia, psicologia, culinária, saúde, política, etc.

garfointeligente350Temos “Cidades Inteligentes”,  “Empresas Inteligentes”, “inteligência de Mercado”, “inteligência Emocional”, “Eletrodomésticos Inteligentes”.  Este último me chamou atenção em uma reportagem sobre a feira CES – Consumer Eletronics Show, que deverá apresentar na sua edição de 2013, como um dos itens inovadores o “Garfo Inteligente”!!!  O que seria um “Garfo Inteligente”?  Quem compraria este “Garfo”? Para quê alguém precisaria de um “Garfo Inteligente”?

Enfim, isso me remete a pensar, o que significa afinal “Inteligência” no século XXI? No dicionário da língua portuguesa, continua como “Inteligência: pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair ideias, compreender ideias e linguagens e aprender”.  

Na psicologia temos dois "consensos" de definição de inteligência. O primeiro, de Intelligence: Knowns and Unknowns, um relatório elaborado pela  Associação Americana de Psicologia, em 1995:

"Os indivíduos diferem na habilidade de entender ideias complexas, de se adaptarem com eficácia ao ambiente, de aprenderem com a experiência, de se engajarem nas várias formas de raciocínio, de superarem obstáculos mediante o pensamento. Embora tais diferenças individuais possam ser substanciais, nunca são completamente consistentes: o desempenho intelectual de uma dada pessoa vai variar em ocasiões distintas, em domínios distintos, a se julgar por critérios distintos. Os conceitos de 'inteligência' são tentativas de aclarar e organizar esse conjunto complexo de fenômenos." 

E uma segunda definição de inteligência, oriunda de Mainstream Science on Intelligence, que foi assinada por cinquenta e dois pesquisadores em inteligência, em 1994:

"Uma capacidade mental  bastante geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender ideias complexas, aprender rápido e aprender com a experiência. Não é uma mera aprendizagem literária, uma habilidade estritamente acadêmica ou um talento para sair-se bem em provas. 

Diante dos conceitos etimológicos e científicos da palavra, podemos considerar que foi desenvolvido um “Garfo capaz de compreender ideias complexas”? 

Não propriamente dito, mas o “Garfo Inteligente”  ajuda  a controlar o tempo da refeição e promete  emagrecer. O HAPIFork é um garfo com sensores que identificam o tempo entre uma garfada e outra e emitem um alerta vibratório quando a pessoa for muito acelerada na hora das refeições. O dispositivo está atrelado a um aplicativo para iPhone ou navegador, que traz o histórico do usuário, o número de garfadas e o tempo da refeição. 

Assim, com o apoio da tecnologia, estamos extraindo cada vez mais informações sobre nossos hábitos cotidianos e tentando extrair deles soluções para os mais diversos problemas da humanidade.  

Com isso, podemos entender que, no século XXI, quando escrevemos termos tais quais mencionamos no inicio do texto (“Cidades Inteligentes”,  “Empresas Inteligentes”, “Inteligência de Mercado”, “inteligência Emocional”, “Eletrodomésticos Inteligentes”), queremos dizer que desses  “sujeitos” podemos extrair informações, que nos serão úteis de alguma forma na solução dos nossos dilemas humanos.  A “Cidade Inteligente”, aproveita melhor as informações geradas por seus habitantes, que usam os meios de transporte públicos em diferentes regiões e permitiriam aos governantes planejar melhor a expansão desses serviços a medida em que os dados dos habitantes sinalizem suas mudanças de comportamento, evolução familiar, etc. A “Inteligência de Mercado”, permite as empresas avaliar os movimentos dos seus concorrentes, fornecedores, regulações governamentais e de seus consumidores que possam direcionar mudanças no seu mercado de atuação.  A “Inteligência Emocional” permite ao indivíduo, avaliar suas reações diante dos desafios de sua vida e melhor utilizar suas características pessoais para resolução dos seus dilemas. E os “Eletrodomésticos Inteligentes”, servem para auxiliar seus usuários na maximização da utilização dos mesmos, bem como no fornecimento de informações de hábitos e necessidades de consumo que podem impactar não só o mercado das empresas de eletrodomésticos, como no caso do “Garfo Inteligente”, dos sistemas de saúde, já que trata do processo alimentar do individuo, da indústria alimentícia, o mesmo poderia calcular o teor calórico dos alimentos, etc, etc

Concluímos então o conceito de “Inteligência” hoje trata mais da capacidade de “Gerar Informação” do que propriamente  a capacidade de “Raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair ideias, compreender ideias e linguagens e aprender”.  Esta segunda parte ainda esta reservada aos “Humanos Inteligentes”.

 

*Consultora da Plugar

  •  
Empresas também têm parceiros

Estamos acostumados a realizar parcerias ao longo da vida, seja com amigos de faculdade, com nossos irmãos, colegas de trabalho etc. Por que não, então, tornar nossa empresa parceira de outras companhias?

Ao falar em estratégia de negócios, pensamos logo em alguma maneira de chegar mais facilmente a nossa clientela, e de como cativá-la e fidelizá-la, para que assim, a nossa carteira de clientes esteja sempre gorda e saudável. Acredito que há várias formas de fazer isso, criar táticas específicas de relacionamento para cada público é uma forte opção. Porém, há uma situação que considero pertinente a qualquer tipo de negócio, seja ele formal ou informal. Refiro-me às parcerias, medida cada vez mais aderida por corporações de todos os segmentos. Afinal de contas, estamos acostumados a realizar parcerias ao longo da vida, seja com amigos de faculdade, com nossos irmãos, colegas de trabalho etc. Por que não, então, tornar nossa empresa parceira de outras companhias?

empresas-parceiras-bernt-350Em minha empresa, por exemplo, somos totalmente a favor desse tipo de sociedade. Afinal, como diz o ditado, “a união faz a força” e  reconhecemos que a empresa consegue ter uma melhor visibilidade se nos aliarmos a bons nomes, assim como nossos parceiros compartilham dessa ideia, julgando-nos merecedores do mesmo voto de confiança. Aliás, confiança é uma das palavras que melhor define a relação que deve ser cultivada entre empresas parceiras. Afinal, como permitir que uma empresa com pessoas diferentes, culturas organizacionais distintas e visão e valores díspares da sua, utilize o seu nome para gerar negócios? Isso só é possível a partir do momento em que ficam claras quais são as regras da sociedade. Sim, trata-se de uma sociedade e ambas as partes precisam ter direitos e deveres, de forma em que as duas empresas poderão gozar de resultados positivos. 

Já pensou em como seria infinitamente melhor se você pudesse oferecer a seus clientes mais benefícios, mesmo que sua empresa não seja detentora de todos eles? Por exemplo, uma companhia aérea que possui programas de milhagens, poderia oferecer também a seus clientes como bônus uma hospedagem mais barata, caso seja parceira de uma grande rede hoteleira. Em contrapartida, o inverso poderia ocorrer da mesma forma. 

Pare um pouco agora, e pense em qual é a sua ocupação. Pense um pouquinho na empresa em que você trabalha também. De que forma você poderia se aliar a outra empresa ou a outro profissional para melhorar o serviço que você presta e deixar seus clientes mais satisfeitos? Melhor ainda, qual parceria você poderia firmar a fim de beneficiar seus próprios funcionários? Mas, lembre-se, esse tipo de sociedade é uma troca. Você pensa nos benefícios que terá, mas precisa também pensar nos benefícios que proverá.

É como num casamento. Marido e mulher precisam ter ideais alinhados, objetivos comuns e condutas semelhantes. A partir do momento em que alguma dessas questões estiver em descompasso, o casamento poderá correr sérios riscos de não vingar. Inclusive, ainda comparando com um casamento, a fidelidade é umas das questões que devem ser pesadas e levadas em consideração ao firmar uma parceria. Tudo precisa ser claro, com as cartas na mesa. Todos os funcionários envolvidos na sociedade precisam entender as cláusulas que a regem e tê-las sempre na ponta da língua, para evitar que traições, mesmo que não intencionais, sejam cometidas. 

No mais, se você tem alguma empresa parceira, aproveite muito. Há várias formas de usufruir da parceria, fortalecendo conhecimentos, experiências e, inclusive, vínculos de amizade.
  •  
 O empresário brasileiro precisa ter condições de brigar de igual para igual com a China. Hoje, como se sabe, não temos um ambiente de negócios favorável à competição – muito menos quando comparamos tributos, logística, crédito e outros fatores embutidos no conceito de “Custo Brasil”. Mesmo assim, é preciso interagir, e não fugir da questão chinesa. O empresário brasileiro pode (e deve) construir importantes pontes com a China, o nosso principal parceiro comercial, explorando seu mercado ou as complementaridades produtivas entre os dois países, que não são poucas. 

industria-china-artigo-350O mundo está aprendendo com a China. O fato de um país que se proclama socialista abraçar o capitalismo e a competição no mercado global, por si só, representa uma importante área de estudo para cientistas políticos. Os economistas, por sua vez, buscam compreender as razões de o crescimento chinês ter sido constante e acelerado nas últimas décadas, enquanto países vizinhos sofriam com crises regionais e globais. O surgimento de um mercado consumidor do tamanho da população dos Estados Unidos (315 milhões de pessoas) em menos de 20 anos, as mudanças que ela provocará na sociedade chinesa e seus efeitos ao redor do mundo são questões a serem debatidas em conjunto pelas mais diversas áreas de estudo das ciências humanas.

O efeito da presença chinesa está cada vez mais visível na vida da grande maioria dos brasileiros – e muitos ainda estão por perceber a mudança. A transformação fica evidente não só na origem dos eletrônicos que consumimos, mas também nos nossos hábitos culturais e até nas ciências médicas. No lado chinês, as mudanças também começam a ficar evidentes. O telefone celular e a internet conectam mais ainda os pequenos e grandes negócios, aumentando a inserção digital e o desejo pelo “ter” por parte da população da China. As referências ocidentais estão fixadas na mente e no desejo como símbolo econômico e social. É assim que está se formando, por exemplo, o maior mercado de produtos de luxo do mundo. Enquanto muitos sentem os preços baixos dos produtos chineses, há empresas que estudam e atuam com produtos feitos especialmente para os ricos emergentes – desde carros até alimentos. Em um mercado no qual as estratégias de marketing ainda estão sendo customizadas, o consumidor chinês demonstra desejo crescente pelas marcas estrangeiras.

Em suma, qualquer empresa ou pessoa que produza, venda, trabalhe ou compre está sujeita às interações do chamado “Fator China”. Ele é definido pela influência cada vez mais profunda do país asiático nos preços e na oferta de produtos, serviços e salários, no custo de matérias-primas, na divisão internacional do trabalho, na direção dos investimentos, nos padrões de competitividade, na distribuição internacional de forças econômicas, políticas e militares, no meio ambiente e em tantas outras esferas da vida. Ninguém está completamente livre de sua influência. Nosso olhar para a China tem de ser interativo, e não apenas contemplativo.

*Diretor de relações industriais e institucionais da Fiesc
  •  
Quem fala bem em público tem mais chance de ser promovido
 


 

 

 

Por Mariana Fonseca 

Timidez, insegurança e medo de cometer gafes. Estes são os principais motivos que levam a maioria das pessoas ao desespero no momento de expor suas ideias para um grupo. A situação é tão preocupante que, entre 10 mil australianos, um terço prefere a morte a falar em público, segundo pesquisa realizada no ano passado. 

Mas o que é considerado um bicho de sete cabeças para muitas pessoas é uma competência pra lá de importante na vida pessoal e no cenário corporativo. “Oitenta e cinco por cento das pessoas que procuram cursos de oratória querem aprimorar essa competência para o desenvolvimento profissional”, diz Reinaldo Polito, mestre em Ciências da Comunicação, palestrante e professor de expressão verbal.

Para começar e para liderar - Antes de tudo, uma comunicação eficaz pode ajudar a garantir sua vaga no processo de seleção. “O candidato que se apresenta e expõe de forma clara e segura suas experiências e objetivos profissionais mostra que tem uma competência valiosa”, afirma Taís Amaral, consultora da Cia de Talentos. 

Para quem pretende assumir cargos de liderança, então, a recomendação é ainda mais direta: não há como ser um líder se não souber falar em público. “Essa habilidade é necessária para motivar equipes, prospectar clientes e gerar lucros”, diz ela.

Marketing pessoal - Além disso, lembra Polito, quem expõe bem uma ideia está sempre fazendo propaganda pessoal. “O profissional que fala de forma clara sempre é convidado para representar a empresa e, com isso, recebe mais chances de mostrar serviço e ser promovido”, diz ele. Sem contar que o fato de você saber se comunicar pode ser um aliado e tanto na hora de lidar com problemas. Mesmo quando surgem alguns obstáculos, o bom comunicador não se inibe porque sabe que pode usar a comunicação a seu favor para buscar uma solução. 

Aprimorando o que você faz melhor - O primeiro passo para quem quer melhorar a a capacidade de falar em público é descobrir qual é o ponto forte da sua comunicação. “Se você é um bom contador de histórias, aprimore essa competência, já se a sua qualidade é discursar, você deve aperfeiçoar este potencial”, afirma Polito.

A regra geral para mandar bem em um discurso em público é controlar o medo e preparar o conteúdo. Lembre-se: pesquisar sobre o assunto, organizar as ideias, praticar as falas e acreditar em si mesmo são técnicas infalíveis. “Quando o comunicador fica seguro, o medo diminui e faz com que a adrenalina se transforme em energia para a realização de um bom discurso”, diz Polito.

Além da gramática - Outro ponto interessante de ser lembrado é que a comunicação competente não significa falar corretamente, mas saber vender o seu peixe. Às vezes, o comunicador não tem uma qualificação técnica para o diálogo, mas consegue cativar as pessoas. Quer um exemplo? “O ex-presidente Lula. Apesar de cometer erros gramaticais durante os discursos, ele conseguia envolver a todos e fazer-se compreender”, diz o professor. Isso não significa que você que pode sair por aí assaltando a gramática e achando que está tudo bem, ok? Dependendo do seu público e do objetivo do seu discurso, erros de português podem queimar seu filme de forma irreversível. 

Auto-avaliação - Existe um jeito bem simples de saber se você fala bem. Preste atenção em uma roda de conversa no trabalho ou na faculdade. Durante o bate papo, repare quantas pessoas se afastaram ou se aproximaram. “Dessa forma, a pessoa consegue perceber se é bom de papo e se seus colegas gostam ou não de ouvi-lo”, afirma Polito.

Sentindo na pele - Quando tomou consciência de que esse era um ponto fraco para seu desenvolvimento profissional, o estudante de Administração Felipe Monteiro resolveu desenvolver sua comunicação e se inscreveu em curso de expressão oral. “Como na área administrativa há muitas apresentações, eu resolvi me matricular para desenvolver minha carreira”, conta.

Antes do curso, ele tinha pavor de expor suas ideias no trabalho e na faculdade. “Hoje sei como controlar a timidez, interagir com o público e como devo falar durante as apresentações”, conta o estudante.

Felipe recomenda a experiência a todos, especialmente para os que estão em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. “Recentemente, fui aprovado em um processo seletivo. Passei por dinâmicas e três entrevistas com os gestores e com segurança consegui me expressar e ser contratado”, diz ele.

Fonte: http://www.clickcarreira.com.br/

 




Dez dicas para falar bem em público 

Dez dicas para falar bem em público
 


 

 

 

Confira estas importantes dicas para não passar apuros.



Fonte: http://www.slideshare.net/

Como escrever um relatório em 10 passos

17/02/2012

Se você souber o que está fazendo, pode ser muito fácil fazer um relatório de livro. Veja algumas dicas que irão te ajudar a impressionar seus professores


12
 

(Crédito: Ladyann / Shutterstock.com)

Crédito: Ladyann / Shutterstock.com

Cada parágrafo deve se relacionar com uma frase ou idéia do parágrafo seguinte. Escreva primeiro as idéias centrais, e depois vá preenchendo com os exemplos

 

 

Um bom relatório irá abordar uma questão ou ponto de vista específico baseado em exemplos característicos, na forma de símbolos ou temas. Você precisa ter um objetivo claro ao escrever um relatório. Não se esqueça de reunir suas anotações, possíveis aulas sobre o livro e todo o material de apoio, como canetas e marca-páginas.

 

» 6 dicas para montar um bom resumo 
» 8 dicas de como fazer discursos 
» Como ler e não esquecer mais

 

Confira alguns passos que irão ajudá-lo a incorporar esses elementos importantes:

 

Para escrever um relatório: Passo 1 - Objetivo

Se possível, tenha um objetivo em mente. Sua meta é o ponto de vista que você quer transmitir, o tópico que deseja debater ou uma pergunta que você planeja responder.

 

Para escrever um relatório: Passo 2 - Anotações

Não tente fazer anotações ou notas mentais. Enquanto estiver lendo, mantenha ao seu lado material de apoio como canetas, papel, marca-texto e marcadores de página.

 

Para escrever um relatório: Passo 3 - Temas

Ao ler o livro, fique atento para elementos que evoquem emoção, eles podem ser apenas um símbolo ou uma cena completa. Indicarão algum tema ou tópico importante.

 

Para escrever um relatório: Passo 4 - Material de apoio

Use papéis autocolantes para marcar as páginas. Quando você se deparar com algum elemento importante, marque a página e coloque a marcação no começo da linha que se destacou.

 

Para escrever um relatório: Passo 5 - Padrões

Note possíveis temas ou padrões. Enquanto você lê e marca as partes importantes, irá perceber um padrão ou tema central. Em um papel separado, escreva esses pontos de forma que você possa repassá-los mais tarde.

 

Para escrever um relatório: Passo 6 - Identificação

Identifique suas marcações. Se você vir um símbolo por vezes repetidas (por exemplo, se autor sempre usa exemplos com insetos, ou a forma como representa certos elementos, etc), identifique essas marcações para referências posteriores.

 

Para escrever um relatório: Passo 7 - Esboço

Desenvolva um esboço enquanto lê. Quando terminar de ler o livro, você já terá várias anotações e possíveis pontos importantes para incluir no relatório final.

 

Para escrever um relatório: Passo 8 - Parágrafos

Desenvolva idéias para parágrafos. Cada parágrafo deve se relacionar com uma frase ou idéia do parágrafo seguinte. Escreva primeiro as idéias centrais, e depois vá preenchendo com os exemplos. Não se esqueça de incluir o principal ou básico em seus dois primeiros parágrafos.

 

Para escrever um relatório: Passo 9 - Revisão

Revise, ajuste e repita. Seus parágrafos irão ficar desorganizados e estranhos na primeira vez que escrevê-los. Leia-os repetidamente e reajuste-os para que as frases estejam na melhor organização e ordem possível.

 

Para escrever um relatório: Passo 10 - Introdução

Revise seu parágrafo introdutório. Esse parágrafo irá fazer a primeira e mais importante impressão de seu relatório. Deve estar impecável. Garanta que ele esteja bem escrito, interessante e contenha uma base com boas teses.

 

 

 


 
6 dicas para montar o currículo infalível
 


 

 

Por Mariana Iwakura 

Participar de encontros de networking o deixa com suor nas mãos, frio na barriga e boca seca? Claro que entrar em uma sala onde você não conhece ninguém e terá de se aproximar desses estranhos não é uma perspectiva muito agradável. Mas não é preciso ficar em um canto esperando que alguém tenha dó e venha começar uma conversa com você.

Inscrever-se nesses eventos com um pouco de estratégia pode ajudá-lo muito, de acordo com a relações-públicas Melissa Cassera, presidente da consultoria Cassera Communications. A especialista publicou no site do Young Entrepreneur Council algumas dicas para superar o nervosismo, quebrar o gelo e conseguir bons contatos denegócios.

1. Pergunte: “O que o traz aqui hoje?” Essa é uma questão ótima para fazer uma aproximação e aprender um pouco sobre os objetivos dos outros participantes do encontro. Isso também dá ao interlocutor a oportunidade para que conte sobre seu próprio negócio, enquanto você ouve atentamente.

2. Aja naturalmente. Não tem o que dizer? Você provavelmente não é o único nessa situação. Aborde uma pessoa, se apresente e depois diga a ela que é a sua primeira vez no local e você não conhece ninguém ali. As pessoas vão simpatizar com a sua sinceridade.

3. Decida com antecedência quem você quer conhecer. Olhe a lista de participantes antes do evento. Se houver alguém que você queira muito encontrar, faça um esforço para que isso aconteça! A pessoa ficará feliz com a sua dedicação.

4. Compartilhe notícias relevantes. Se você vai a um evento específico de um setor, leia antes as últimas novidades da área. Estatísticas, novos modelos industriais ou notícias quentes viram bons pontos para iniciar uma conversa.

5. Planeje uma ação pós-evento. Sempre pegue cartões de visita. Não espere até que as pessoas entrem em contato com você. Tome a iniciativa e faça o follow-up você mesmo!

Fonte: PEGN
 

 

 


 

 

Por Ana Luiza Jimenez 

A importância do currículo não é segredo para ninguém: é por ele que o recrutador tem o primeiro contato com o candidato e, dependendo do seu conteúdo, pode ou não ser chamado para a próxima etapa do processo seletivo. A vantagem do CV em relação aos formulários em sites de emprego ou consultorias de RH, é que o candidato escolhe as informações que irá ou não citar e, assim, destacar seus pontos fortes. “Você pode decidir quais competências específicas e realizações destacar ou omitir”, explica o psicólogo e coach americano Rob Yeung, no livro Devo dizer a verdade? – E outras 99 perguntas sobre como se sair bem em entrevistas de emprego.

Segundo Yeung, que além de coach também é palestrante internacional especializado em aconselhamento profissional, não existe uma definição de currículo perfeito. Isso porque cada oportunidade de emprego exige um currículo diferente e cada detalhe nesse pedaço de papel deve ser pensado para um objetivo definido. Para não perder pontos com erros triviais, confira abaixo seis dicas essenciais de Yeung para montar um CV infalível!

Novela das nove – A metade da primeira página do currículo é como uma propaganda de horário nobre. É nesse espaço que você deve citar suas principais conquistas e melhores habilidades. Essa tática faz com que o recrutador veja de cara as informações mais importantes, chamando sua atenção para o que você tem de melhor para oferecer a empresa.

Menos é mais – Essa dica não é novidade, mas vale a pena ressaltar. Quando um currículo tem mais de duas páginas, o recrutador entende que o candidato não foi capaz de priorizar as informações mais importantes. Já que você não quer se passar por prolixo, limite seu CV a menos de duas páginas.

Realce – Os recursos de negrito e caixa alta não existem por acaso. Use e abuse deles para destacar palavras-chave ou frases importantes, como por exemplo, a sua formação ou a área em que você tem mais tempo de experiência. Assim, se o recrutador estiver procurando essa informação, com certeza não passará despercebida.

Seja básico – É claro que existem exceções, mas de modo geral, é preferível fugir dos papéis perfumados ou coloridos, fotos em anexo e outros documentos anexados. Esses apetrechos vão chamar a atenção do recrutador, mas pelos motivos errados.

Na medida – Na dúvida, é melhor ser sucinto. No início do currículo, inclua apenas seu nome, endereço, telefones e e-mail profissional (nada de gatinho@querovc.com.br). Dispense informações como idade, estado civil e número de filhos.

O que não colocar – O currículo funciona como um documento de venda para impulsionar você no mercado de trabalho. É como uma propaganda, por isso, nesse primeiro contato com o recrutador, não é preciso incluir demissões e rebaixamentos, condenações criminais, problemas financeiros, doenças no passado, incapacidades que não o impeçam de realizar o trabalho ou problemas anteriores com abuso de substâncias.

Fonte: http://www.clickcarreira.com.br/

No BR são 3 meses para abrir a empresa; no exterior são 4 dias

29 de janeiro de 2013

As diferenças entre a burocracia brasileira e nos EUA

Durante o processo de internacionalização pelo qual estamos passando, as diferenças entre a burocracia e o modo de fazer negócios ficam evidentes.

Abrir a nossa empresa aqui no Brasil levou cerca de três meses e exigiu a contratação de advogado e contador. Era uma empresa ‘limitada’, mas pouco tempo depois tivemos que mudar o nosso objeto social: mais alguns meses e mais dinheiro, aprovações na junta comercial e em outros órgãos.

Com a entrada do investidor, tivemos que transformar a nossa empresa de ‘limitada’ para  ’sociedade anônima’. Mais dinheiro, mais contador, mais documentos, mais advogado, mais burocracia, muito mais tempo.

Quando fomos começar nosso negócio nos EUA, a diferença ficou evidente. Ligamos para o advogado e em cerca de quatro dias – e gastando bem menos dinheiro – estávamos não só com a empresa aberta, mas com uma conta no banco também. Isso tudo sem sair do nosso escritório em São Paulo.

::: Estadão PME nas redes sociais :::
:: Twitter ::
:: Facebook ::
:: Google + ::

Conversei na semana passada com um representante do governo inglês e ele me disse que na Inglaterra abrir uma empresa demora cerca de 40 minutos (pela internet) e custa cerca de 40 libras (e se você abrir uma conta em alguns bancos, eles reembolsam este valor). Além disso, há muitos incentivos para se investir em startups, inclusive esconto no imposto de renda.

As diferenças entre os países desenvolvidos e o Brasil não param por aí. Tivemos que contratar alguns funcionários nos EUA. Toda negociação sobre como seria a remuneração, férias, horas de trabalho, entre outros assuntos, foi feita diretamente por nós com os candidatos. Quase não existem restrições como acontece aqui com a CLT, além dos encargos lá serem quase inexistentes.

Tivemos as mesmas facilidades nos contratos de aluguel do escritório, no controle da contabilidade e até no registro de marcas. As coisas lá funcionam!!!

Sempre que converso com investidores estrangeiros (que são fundamentais para o empreendorismo), aparece a mesma reclamação: como é difícil montar e fazer negócios aqui no Brasil. É muito complicado para eles entenderem a quantidade enorme de impostos que temos que pagar e a demora e a burocracia que existe.

Um dos nossos investidores, por exemplo, fechou conosco no final do ano passado e ainda não conseguiu abrir a subsidiaria brasileira e nos enviar os recursos.

O interesse dos estrangeiros pelo Brasil está aumentando muito e vemos cada vez mais startups com projetos interessantes e inovadores sendo criados por aqui, mas se não mudarmos as leis vai ser difícil ver o novo Vale do Silício acontecer no Brasil.


esidente da Nextel revela como se tornou CEO antes dos 40
 


 

 

Por Rachel Sciré

Como muitos garotos, Sergio Chaia, 47 anos, presidente da Nextel, tinha o sonho de ser jogador de futebol. Ele até chegou a realizá-lo por um tempo, quando integrou o time juvenil do Guarani, de Campinas (SP), mas acabou largando os gramados para estudar Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas, de onde também saiu pós-graduado em Marketing e Finanças.

“Só quem desistiu de ser jogador de futebol aos 14 anos sabe a frustração que é abandonar um sonho sem batalhar por ele”, diz. O acontecimento foi determinante para que ele aprendesse a não abrir mão dos seus sonhos dali para frente. E a energia que antes consumia correndo atrás da bola, Chaia canalizou para outra meta, a de tornar-se CEO antes dos 40 anos. Veja na entrevista a seguir a trajetória do executivo.

Dos gramados para o escritório 
Comecei minha carreira aos 14 anos. Eu tinha o desejo de ser jogador de futebol e acabei jogando no Guarani, na categoria juvenil. Depois tive que optar entre continuar estudando ou seguir com a carreira de jogador, e optei pelos estudos. Aí chegou o momento, quando estava com 20 anos, que pensei: “Puxa, o que vou fazer da vida?”. Porque eu queria ter sido jogador e isso gerou uma frustração. Mas transformei essa frustração em combustível para atingir outro objetivo. Coloquei na cabeça que queria ser presidente de uma empresa multinacional antes dos 40 anos. Aos 22, fiz um plano de ação para que eu atingisse essa meta. E deu certo. Aos 37 anos, me tornei presidente de uma multinacional (a Sodexho, em 1996).

Dinâmica do futebol e da empresa
A dinâmica do futebol me ajudou em muitas coisas dentro das empresas. Primeiro, a aprender que você precisa falar a língua do jogador, customizar a sua mensagem para gerar conexão e engajamento. Ou seja, ser extremamente simples, falar pouco, observar muito e traduzir essas observações específicas para esses jogadores e times. O futebol mostra que uma verdadeira equipe não é feita só de estrelas, pelo contrário, se você tem um time em que todo mundo quer ser centro-avante, a chance de você tomar uma goleada é muito grande. Às vezes, na hora de formar times, é muito importante que você tenha uma missão específica para cada um dos colaboradores, valorizando cada um, independente de ser o craque, o centro-avante, o médio-volante (que não aparece para a torcida, mas faz um trabalho de bastidor). 

Não abrir mão dos sonhos
Você não pode desistir, é muito importante ter sonhos e correr atrás deles. Hoje sou cheio de sonhos, posso até ir modificando e trabalhando esses sonhos ao longo da vida, mas não desisto deles. Só quem desistiu de ser jogador de futebol aos 14 anos sabe a frustração que é abandonar um sonho sem batalhar por ele. Eu aprendi que o mais importante nessa história não é você realizar o seu sonho, mas batalhar com energia, com alegria, com dedicação. Eu tenho cinco sonhos por ano que transformo em projetos e a cada dia avalio se estou cumprindo esses projetos. A cada trimestre faço uma autoavaliação de quanto caminhei e, no final do ano, faço uma avaliação de desempenho por escrito, até para que eu possa me redirecionar no próximo ano, se aquele continuar a ser um sonho meu.

Metas e meditação
Eu acredito muito na prática e na disciplina, porque se você faz a retrospectiva do ano, mas só deixa para pensar nos seus projetos no dia 31 de dezembro, a chance de você não os ter alcançado é brutal. Como eu não quero isso para mim, preciso ter certeza que eu estou aproveitando cada dia, me lembrando das minhas prioridades e fazendo algo em prol delas. Todo dia eu faço uma meditação de manhã e à noite, relembrando meus projetos para o ano. Eu coloco na minha mente que eu preciso correr atrás deles todo dia, num processo de autogerenciamento diário.

Vivência no ponto de venda 
Eu queria começar a minha carreira pelo Marketing, porque achava que essa área tinha viagens, coquetéis, jantares, apresentações, eu conheceria pessoas diferentes... Aí consegui um estágio na área, na Johnson&Johnson, e quando cheguei lá, muito feliz, me falaram que eu começaria como promotor de vendas e merchandising. Então eu, o “mauricinho” da GV que achava que ia conhecer as grandes cabeças do Marketing, comecei limpando xampu, abrindo caixas de fraldas, fazendo ilhas de merchandising, pendurando cartazes, fazendo a marcação dos preços. Eu aprendi a importância da transpiração: você faz ótima campanha de Marketing, mas, se ela não estiver bem executada no ponto de venda, a chance de dar certo é muito pequena.

Geração Y antes do tempo
Eu fiz uma engenharia reversa. Pensei, se eu quero chegar à presidência aos 40, tenho que ser diretor aos 33, gerente aos 27, supervisor aos 24 e entrar em uma empresa aos 22 ou 23 anos. Ao longo da minha caminhada, se não estivesse naquela determinada posição com a idade estipulada, tinha que mudar de empresa. Por isso a Nextel é minha oitava empresa. Acho que já era da Geração Y há 30 anos. Se eu visse que não ia chegar ao meu objetivo, já procurava outra empresa em que pudesse ser promovido ou estar mais próximo daquela posição, com aquela idade. Foi muito interessante porque em determinando momento eu vendia para o mercado e para os headhunters que estava construindo a minha carreira com uma visão generalista, mas a verdade é que eu tinha um foco e, se não fosse na empresa X, eu ia buscar a minha promoção em outro lugar, independentemente do segmento.

Competitividade
Eu era aquele profissional extremamente focado, extremamente carreirista, com ambições delineadas. Nunca puxei o tapete de ninguém, mas sempre fiz questão de demonstrar que estava mais bem preparado, que sabia mais de determinado assunto e sempre aproveitei uma oportunidade de demonstrar isso, fosse para o meu chefe, para o chefe do meu chefe, para os pares, mesmo em uma apresentação, ou chegando mais cedo que todo mundo para uma reunião, saindo mais tarde, até mesmo num jantar ou happy hour. Eu sempre fui extremamente competitivo. Em um determinado momento da minha carreira, vi que isso não era bom. Entendi que ao me tornar diretor aquelas pessoas que eram meus pares seriam meus colaboradores. Se eu fosse muito competitivo, elas não iam querer que eu fosse chefe e, conseqüentemente, a minha chance de impactar e gerar resultados seria menor. Eu aprendi a duras penas que eu tinha que mudar o meu modelo. O verdadeiro competitivo é aquele que faz os outros competirem bem. Hoje eu dedico uma boa parte do meu tempo e da minha energia em fazer as pessoas serem melhores.

Vida pessoal e profissional
Eu não acredito na separação entre vida profissional e vida pessoal, pelo contrário, toda vez que eu quis separar, no começo da minha carreira, eu aprendi que eu ficava devendo nas duas. Profissionalmente eu achava que não conseguia realizar todas as atividades do dia e pessoalmente eu não conseguia ter sido um bom pai, um bom marido e até um bom filho. Hoje eu tenho plena consciência que não existe vida profissional e nem vida pessoal, existe a vida. 



Fonte: http://www.clickcarreira.com.br/

A estratégia dos grandes: Coca-Cola lança latinha que se divide em duas

Ação de marketing foi desenvolvida em parceria com agência internacional

ESTADÃO PME

 

Reprodução de vídeo
Reprodução de vídeo
Trecho da campanha publicitária

 A Coca-Cola, durante anos, estimulou em suas campanhas publicitárias a mensagem de que a empresa não vendia apenas refrigerantes, mas por meio das bebidas, estimulava os clientes a compartilharem felicidade. A nova campanha da empresa, feita em parceria com a agência Ogilvy & Mather´s, segundo informa o site da revistaFast Company, ampliou esse conceito de compartilhamento.

 

::: Estadão PME nas redes sociais :::
:: Twitter ::
:: Facebook ::
:: Google + ::


A empresa colocou à disposição dos consumidores latas que se dividem ao meio - possibilitando que duas pessoas consumam a bebida separadamente. O nome da ação é Sharing Can e mais detalhes podem ser obtidos no vídeo abaixo.

O principal ensinamento dessa estratégia para pequenos empreendedores é a maneira como a empresa comunica seu produto. Assim, é possível dizer que a Coca-Cola não vende Coca-Cola, mas comercializa um meio de facilitar a troca de 'felicidade' entre as pessoas. A inovação, que possibilitou a criação dessa latinha, reforçou justamente essa mensagem aos seus consumidores.

A qualidade do vídeo também reforça a ação - e poderia acabar com ela caso o resultado fosse negativo. É claro que o pequeno empreendedor não dispõe dos recursos financeiros da Coca-Cola, mas a mensagem principal é: você precisa saber comunicar ao mercado, às pessoas, o que você vende. Esse é o caminho para você crescer.


A história do médico italiano que morou em favela carioca e hoje faz sucesso como empreendedor

Marco Collovati chegou a morar na comunidade do Pavão-Pavãozinho antes de fazer sucesso com análises clínicas

RENATO JAKITAS, ESTADÃO PME

 

Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão
Marco Collovati trocou a Itália pelo Rio de Janeiro

Quando trocou Florença, na Itália, pela cidade do Rio de Janeiro, o recém-formado médico Marco Collovati trazia na ponta da língua seus objetivos de vida: aprender a fazer cirurgia plástica com um súdito de Ivo Pitangui, ganhar dinheiro com a nova especialidade e, finalmente, curtir a vida usufruindo dos prazeres que a prosperidade econômica certamente oferece.

::: Siga o Estadão PME nas redes sociais :::
:: Twitter ::
:: Facebook ::
:: Google + ::

Hoje, 16 anos após sua chegada, ele comemora algumas conquistas com a mesma intensidade que se surpreende com as transformações de outras. De fato, Collovati treinou cirurgia plástica com um profissional da escola do famoso médico. E com dinheiro no bolso, comprou um bom apartamento próximo da praia do Flamengo.

Mas o europeu decidiu frear seu impulso capitalista, abdicou de um próspero consultório sem cobrar um centavo do sócio e investiu em uma empresa de diagnóstico, que atualmente se debruça sobre a missão de erradicar doenças tidas como negligenciadas pelo mundo, em especial a hanseníase, a leishmaniose e a chagas.

O que está por trás dessa mudança de rota, Collovati reflete, tem estreita relação com o início difícil, por vezes até sofrido, no País – ele ficou desempregado e não falava uma única palavra de português.

“Hoje eu me lembro com muita felicidade daquele tempo. Mas, o emprego que esperava encontrar aqui não deu certo, meu dinheiro não dava para muita coisa com o real valorizado em 1997 e, para não voltar para casa derrotado, tive de alugar um conjugado na favela do Pavão-Pavãozinho, localizada na zona sul do Rio de Janeiro, além de trabalhar de graça na Santa Casa de Misericórdia, onde fazia cirurgias das 7h às 22h”, relembra o empreendedor italiano.

Assim foi a vida de Collovati por um ano. Aí ele conheceu seu futuro sócio, o cirurgião plástico Rawlson de Thuin, a quem apresentou a medicina estética – famosa na Europa e desconhecida no Brasil. “Quando começamos a divulgar isso, vinham 35 pacientes por dia, todos os dias, inclusive sábados e domingos. Comecei a ganhar dinheiro mesmo”, conta o médico, que naquela época já havia mudado suas convicções.

“Aquela vida na favela me perturbou. Convivi com situações onde você vê de tudo: a felicidade com nada; a noção de comunidade. Acho que perdi aquele tesão de ganhar dinheiro porque eu vi que a felicidade poderia ter outras facetas”, analisa. Estava aberto o caminho para o lançamento da OrangeLife, empresa médica que desenvolve testes de diagnóstico rápido para doenças como hanseníase, dengue e leishmaniose.

O negócio inovador recebeu destaque na imprensa internacional, com direito a primeira página no The New York Times. “Eu percebi a necessidade que o Brasil tem de investir em tecnologia. E, além disso, a urgência em eliminar doenças que geram um forte prejuízo social e econômico. Essa, agora, é a minha missão”, conta. “Também quero provar que cientista brasileiro não é carne de segunda. Eu venho da Europa e sei que carne de primeira e de segunda tem em tudo quanto é lugar.”

Um acerto
O Sistema Único de Saúde (SUS) é o principal cliente de empresas como a OrangeLife. Marco Collovati sabe disso. Como também sabe da burocracia que envolve as licitações que definem as aquisições do órgão. Para minimizar o problema, ele tratou de lançar testes comerciais, como o de gravidez, que garantiram a lucratividade no início da operação.

Um erro
Em sua trajetória no Brasil, Marco Collovati não aponta um erro que o tenha feito recuar ou ‘pivotar’ sua ideia. Ele, entretanto, demonstra desconforto com o tempo em que se envolveu com a política, chegando inclusive a assumir um cargo de confiança no governo do Rio de Janeiro. “Os políticos falam. Mas eu descobri que sou um homem de ação”, conta.

Uma dica
Para o médico, o empresário deve incentivar a capacidade criativa do brasileiro, que segundo ele não deixa nada a dever para os profissionais de outros países. “Eu sempre falei para meus cientistas que eles eram os melhores do mundo. No início eles davam gargalhada. Depois de um ano, começaram a acreditar. E saímos até na capa do New York Times.”

De office-boy a dono de empresa com faturamento de R$ 30 milhões
 


 

 

"Consegui mudar o meu destino". A frase é de Alcides Braga, dono da Truckvan, uma das principais fabricantes brasileiras de baús para caminhões. Confira as lições de sua trajetória, da periferia de Guarulhos para o topo do mundo dos negócios

Por Rodolfo Araujo

Nos anos 1960, o Parque Santo Antônio - na periferia de Guarulhos, Grande São Paulo - era um local ermo, desenhado por ruas de terra e muito mato. Em uma das poucas casas erguidas no bairro, a rotina era típica de uma família pobre: cortes de luz, roupas contadas e comida racionada. Ali cresceu Alcides Braga, fundador da Truckvan, fabricante de baús e módulos para caminhões que prevê fechar 2010 com um faturamento de R$ 30 milhões. 

Articulado e de fala mansa, Braga, de 46 anos, herdou dos pais a persistência e a paixão pelo trabalho. O pai, o encanador também de nome Alcides, aposentou-se apenas no ano passado, aos 81 anos. A mãe, Talgina, de 78, além de cuidar da casa, passou boa parte da vida fazendo faxina. "Meus pais sempre trouxeram o suficiente. Morávamos em uma casa simples, sem piso, mas consegui chegar à faculdade", afirma Braga. 

O empresário começou a trabalhar cedo. Antes dos 10 anos, já fazia de tudo: engraxava sapatos, realizava carretos, vendia chuchu e abóboras que colhia no quintal de um vizinho, entre outras "profissões" que se estendiam pela semana. "Eu ficava o dia todo fora. Minha mãe me esperava com a vassoura. Eu chegava todo sujo com o dinheiro para colocar na mão dela", lembra. 

A conversa fácil e a habilidade para desenvolver relacionamentos são os pontos fortes de Braga. Para ele, a vocação comercial aflorou naturalmente. "Nunca fui de brincar. Jogar bolinha, pião e soltar pipa não eram o meu forte. O trabalho sempre me atraiu mais", recorda. Caçula de oito filhos, ele foi o único dos irmãos a cursar o ensino superior. Ingressou em Letras, mas acabou abandonando o curso. Teve como exemplo um chefe na Randon - uma das primeiras empresas em que trabalhou - que, apesar de farmacêutico, construiu uma carreira de sucesso fora da sua área de formação. "Ele me influenciou a não pensar muito na faculdade. Mesmo com um diploma, a vocação fala mais alto", diz. 

A relação com o universo dos caminhões é antiga. Apesar de iniciar sua carreira formal aos 14 anos, como office-boy nos Diá­rios Associados, de Assis Chateaubriand, logo rumou para o setor de onde não sairia mais. Trabalhou como boy na Randon, onde conheceu o auxiliar de expedição Flávio Santilli, que mais tarde tornou-se seu sócio na Truckvan. Lá, destacou-se como vendedor, passando uma temporada de dois anos em Mato Grosso. Ao retornar para São Paulo, arriscou um empreendimento paralelo à carreira que começava a decolar. 

Junto com um amigo que desejava empreender, Braga comprou uma oficina de costura. Ao mesmo tempo, já em 1986, atingira um posto de destaque na Randon. "Eu ganhava o equivalente a uma quantia entre R$ 20 mil e R$ 30 mil", calcula. Adquiriram máquinas e ampliaram as instalações. Com o Plano Cruzado, entretanto, houve uma rápida contração do mercado e os amigos viram-se obrigados a mudar os planos. "Eu percebi que não bastava uma veia empreendedora. Era preciso conhecer o setor. Resistiram apenas os que dominavam a atividade", diz. Para sair da empreitada, ele pagou as dívidas com recursos oriundos da venda de um apartamento que possuía. 

O fracasso de empreender em terreno desconhecido conduziu Braga de volta ao seu ramo de origem, em que se reergueu rapidamente. Em 1987, já não estava mais na Randon. O talento para negociar e criar relações o fez chegar a supervisor nacional de vendas na FNV, fabricante de carretas pertencente ao grupo Engesa, que depois foi vendida à Ioschpe-Maxion. Porém, mais uma vez, Braga desafiou a zona de conforto. Em um voo na ponte aérea Rio-São Paulo, encontrou um colega que na ocasião era diretor da Metalúrgica Paulista, fábrica paranaense de baús de carga para caminhões. Na conversa, Braga soube que a empresa desejava ampliar as vendas de sua distribuidora em São Paulo. Logo veio a proposta: ele assumiria a gerência da filial e teria parte do seu salário retida em um caixa para que, depois de um ano, pudesse adquirir a concessão da sucursal. Fechou as portas na Maxion, empresa em que tinha uma carreira promissora, e partiu para um caminho incerto. 

OS 7 PONTOS FORTES DE ALCIDES BRAGA

>>> NÃO ANTECIPAR FASES. Depois de comprar um carro zero sem ter condições, logo no início da Truckvan, Braga aprendeu a dar um passo de cada vez. Não dá para ter ganhos além do limite estrutural. 

>>> PAGAR EM DIA. Braga afirma que, em 18 anos de existência, a Truckvan sempre honrou seus compromissos com funcionários e fornecedores. 

>>> PRIORIZAR AS PESSOAS. "Passo a maior parte do meu dia atendendo funcionários. Ninguém aqui anda para o lado. Contratamos profissionais sem experiência e procuramos formá-los de acordo com nossa visão", diz Braga. 

>>> COMEÇAR PEQUENO. No início da Truckvan, eram apenas os dois sócios e outros cinco profissionais. "Fazíamos de tudo: vendíamos peças, anotávamos pedido, comprávamos a mercadoria, emitíamos a nota e, depois de 30 dias, pegávamos o cheque no cliente", lembra o sócio, Flávio Santilli. 

>>> PLANEJAR - E SER ÁGIL. "Atualmente não tenho surpresas. Sempre procuro fazer previsões. Se o fluxo de caixa vai apresentar problemas daqui a duas semanas, eu já tomo uma atitude para não prejudicar meus pagamentos", diz Braga. 

>>> INOVAÇÃO. Hoje, a Truckvan baseia sua produção em tecnologia própria. Braga afirma que é preciso prestar atenção às novidades. "Dessa forma, temos equipamentos adequados às nossas necessidades, mas sempre pesquisamos na indústria novas formas de otimização da nossa produtividade", analisa. 

>>> PERSISTÊNCIA. "Uma coisa ninguém pode negar: sempre fomos muito insistentes. Sem isso, dificilmente, conseguiríamos sobreviver em meio a tantas mudanças e crises econômicas", diz.


por Rodolfo Araujo

SEM ACOMODAÇÃO 

Braga deixou a sala com ar-condicionado para trabalhar dentro de um contêiner na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo. Começou propositadamente com uma equipe de três vendedores sem experiência, pois pretendia formar os profissionais a seu modo. A meta era chegar à média mensal de 30 baús vendidos, multiplicando por seis a quantidade de costume. Em um mês já cumpria o combinado. Segundo ele, o rápido sucesso não foi fruto de um milagre. "Quando cheguei, o pessoal estava acomodado com a quantidade vendida. Apenas tracei um objetivo claro, mostrei que era possível e conseguimos", afirma. 

A Metalúrgica Paulista, porém, não comportou a disparada no volume de vendas e teve de se desfazer da filial de São Paulo. Diante da dificuldade, Braga decidiu ficar com as instalações, nas quais só era possível reformar baús - e não fabricar novos. Como não dominava a parte técnica, chamou Flávio Santilli, antigo colega na Randon, para tornar-se sócio da Truckvan, nascida no começo de 1992. 

O capital inicial veio de fontes diversas: de Braga, uma lata com economias em dólar e a reserva do salário na metalúrgica. 

"O Flávio vendeu um telefone - que era um bem precioso na época - e ainda pegou US$ 1 mil emprestado com o sogro. Financiamos o resto em 15 anos", ele se recorda. Santilli afirma que, no total, cada sócio investiu o equivalente a R$ 3 mil para iniciar as operações. 

Braga e Santilli enfrentaram dificuldades no início. "Lembrei-me do trauma da confecção, mas não desisti", diz. Com poucos recursos para remunerar funcionários e fornecedores, a dupla chegou a vender uma filmadora para manter os compromissos em dia. "Jamais atrasamos um pagamento", afirma Santilli - que também é padrinho de casamento e vizinho de parede de Braga. 

De pasta na mão, o ex-office- boy continuou a fazer amigos e clientes. As vendas, em consequência, subiram até que, em 1997, com o início da estabilização derivada do Plano Real, os traços amadores e paternalistas do setor vieram à tona. "A maioria tinha ganhos artificiais em cima da inflação e do baixo controle fiscal", diz Braga. Com isso, muitas empresas faliram, o que abriu uma oportunidade para a Truckvan finalmente produzir baús. "Investir em máquinas não doeu muito. Foi apenas mais uma dificuldade. Soubemos aproveitar a chance em um tempo repleto de solavancos", avalia. Desde então, a Truckvan passou a fabricar com tecnologia própria baús de alumínio e módulos especiais - carrocerias feitas sob encomenda, como as de escolas itinerantes ou carretas para shows. "Produzimos cerca de 300 baús por mês. Já os módulos especiais têm demanda volátil, mas podem custar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão", afirma Santilli. 

Hoje, a Truckvan é uma das empresas de maior destaque no setor. Emprega 170 funcionários em duas unidades e registrou, em 2009, um faturamento de R$ 25 milhões. Braga afirma que o principal desafio da administração não é a margem, mas a gestão de pessoas: "Precisamos muito de talentos. Dominar a tecnologia e ter profissionais preparados é fundamental". 

UMA VIDA NA ESTRADA | Braga nunca gostou de brincar. Sua vocação era vender

NOS EIXOS | Ele morava próximo a rodovias e desde o início da carreira trabalhou em indústria de caminhões

MENINO, Braga engraxava sapatos, fazia carretos, vendia legumes e foi office-boy nos Diários Associados. Seu primeiro emprego com carteira assinada também foi como boy, na Randon. Depois trabalhou como inspetor técnico de vendas, vendedor, promotor de vendas, supervisor e gerente de filial. Até que montou a Truckvan ao lado de Flávio Santilli, antigo colega na Randon

CONSTRUIR VÍNCULOS 
Casado e pai de três filhos, Braga já pensou em diminuir o ritmo do expediente diário, que começa entre 8h30 e 9h. Porém, a chegada do caçula, João - hoje com dois anos -, renovou suas energias. "Hoje eu não penso em parar tão cedo", diz. Férias, apenas de uma semana. Ele não consegue ficar longe da fábrica por muito tempo. Prestes a completar 47 anos, Braga acredita que sua principal habilidade sempre foi a de construir vínculos. "Nunca brigamos por motivo algum. Todas as manhãs nos damos um abraço, costume de todos que trabalham por aqui", diz, orgulhoso, o sócio Santilli. Ao ser questionado sobre a existência de algum desafeto de Braga em meio a tantos elogios, ele desconversa: "Sempre há um ou outro, mas eu não conheço". 

Este traço é confirmado também pelos funcionários. Há 17 anos na empresa, Silvio Silva é responsável pela área de reformas e vê em Braga uma referência: "Ele é próximo, preocupa-se com os problemas pessoais". A concorrência demonstra respeito por sua trajetória. Ismael Carvalho, diretor da Facchini - uma das gigantes do setor -, ressalta o senso de oportunidade de Alcides: "Ele aproveitou uma chance que hoje seria mais difícil de perceber, pois o mercado está bem mais pulverizado atualmente". 

PORTE | Com 18 anos de existência, a Truckvan tem 170 funcionários e clientes como Volkswagen, Mercedes-Benz, Vale do Rio Doce e CSN

Mesmo com o sucesso, Braga não se esquece do passado. Até hoje mantém contato com os amigos de infância. Alguns, inclusive, trabalham na Truckvan. "Minha origem me ajudou a ser íntegro. Devo o que tenho às relações que criei. Consegui mudar o meu destino", diz, interrompendo a entrevista por alguns minutos para atender ao telefonema da esposa, Ivani, que conhece há 29 anos. 

Hoje, a Truckvan tem clientes como Volkswagen, Mercedes-Benz, Vale do Rio Doce e CSN. 

O próximo desafio é consolidar a empresa como líder na fabricação de baús para caminhões no segmento de pequeno e médio portes. Atualmente, o mercado de carretas é dominado por grandes empresas, como Randon e Facchini. Outra meta é ampliar a liderança em módulos especiais. Para ele não há segredo quando se trata de conquistar mercado. Seu lema é simples: "Não podemos ter ex-clientes". Braga pode não ter gostado de brincar, mas nunca parou de fazer amigos. 


Fonte: http://revistapegn.globo.com

8 livros que todo empreendedor precisa ler
 


 

 

Por Rafael Farias Teixeira

Uma das melhores épocas para colocar a leitura em dia é o fim do ano. Com as festividades para abastecê-lo com novos livros e as férias coletivas para dar o tempo necessário, só falta mesmo saber o que escolher. 

Aqui você encontra sugestões de oito livros essenciais para empreendedores, para que você una seu prazer pela leitura, o tempo livro do fim de ano e seu espírito empreendedor. Confiram:


1. A Startup Enxuta 
Autor: Eric Ries 
Editora: Lua de Papel 
Ano de lançamento: 2012 
Preço: R$ 29,90


A obra de Ries criou a teoria do produto mínimo viável e disseminou a ideia de que uma startup deve começar o quanto antes e ir evoluindo e se adaptando de acordo com o feedback e as necessidades dos seus consumidores-alvo. Fez tanto sucesso que virou manual para muitos dos empreendedores que resolveram começar seus negócios em 2012. 


2. Vai Fundo 
Autor: Gary Vaynerchuk 
Editora: Agir 
Ano de lançamento: 2010 
Preço: R$ 19,95 


Vaynerchuck se tornou bastante conhecido por ter transformado sua paixão por vinho em um ótimo comércio eletrônico, o WineLibrary.com. Hoje ele também se tornou guru das mídias sociais e recebe muito dinheiro para falar sobre o tema. Esse foi o seu primeiro livro, abordando como você pode transformar suas paixões e hobbies em negócios viáveis, principalmente com a ajuda da internet. 


3. Wikinomics: Como a Colaboração em Massa Pode Mudar o Seu Negócio 
Autores: Don Tapscott e Anthony D. Williams. 
Editora: Nova Fronteira 
Ano de lançamento: 2007 
Preço: R$ 49,90 


Uma das primeiras obras a discutir o conceito de economia colaborativa e a construção de um negócio por meio da interação com os próprios consumidores, que começam aganhar um poder maior com a popularização da internet. Depois disso, palavras como crowdsourcing e crowdfunding tomaram conta do mundo do empreendedorismo. 


4. A Arte do Começo 
Autor: Guy Kawasaky 
Editora: Best Seller 
Ano de lançamento: 2006 
Preço: R$ 29,90 


Um manual para começar a empreender. O livro de Kawasaky, empreendedor em série, traz dicas e episódios de sua própria vida para mostrar como funciona o mundo do empreendedorismo e das startups e como se virar para tornar seu negócio uma realidade.


5. O Mito do Empreendedor 
Autor: Michael E. Gerber 
Editora: Fundamento 
Ano de lançamento: 2011 
Preço: R$ 44,80 


O livro aborda muitos dos mitos que envolvem o empreendedorismo e tenta dar dicas e exemplos práticos de como fugir deles para se tornar um verdadeiro empreendedor. Entre elas: como estruturar uma empresa para enfrentar grandes problemas, como aliar o entusiasmo da equipe com inovação e como desenvolver esse grupo de forma sustentável. 


6. Steve Jobs 
Autor: Walter Isaacson 
Editora: Companhia das Letras 
Ano de lançamento: 2011 
Preço: R$ 49,90 


Provavelmente a mais completa biografia de um dos maiores empreendedores de todos os tempos. O livro é produto de mais de 40 entrevistas com o próprio Jobs e mais outras com seus familiares, amigos, colegas. Sua história pode ser mais inspiradora do que muitos livros técnicos. 


7. Rework 
Autores: Jason Fried e David Heinemeier 
Editora: 37signals 
Ano de lançamento: 2010 
Preço: R$ 53,20 


O livro prega a fuga dos grandes planejamentos e métodos tradicionais de abrir um negócio para ir direto para prática, ou seja, menos falação, mais trabalho. Ele traz uma série de ideias e quebras de paradigma que estimulam o leitor a pensar e agir de formas inovadoras


8. Pioneiros & Empreendedores: A Saga do Desenvolvimento no Brasil 
Autor: Jacques Marcovitch 
Editora: Edusp 
Ano de lançamento: 2006 
Preço: R$ 64 


Engana-se quem acha que o Brasil não tem grandes histórias de empreendedorismo. Esses dois volumes reúnem as histórias de 24 grandes empreendedores brasileiros, como Francisco Matarazzo e Roberto Marinho, e a influência que eles ainda têm sobre as pessoas que estão pensando abrir um negócio hoje em dia. 
5 passos básicos antes de abrir uma empresa
 


 

 

 

Por Camila Lam

Você tem uma ideia de negócio e quer colocar em prática? Abrir uma empresa pode ser um processo demorado e que exigirá paciência por parte do empreendedor.

Eduardo Araujo Dias, da Quality Serviços Contábeis, explica que o primeiro passo para quem deseja abrir uma empresa é fazer uma breve pesquisa de viabilidade de nome na Junta Comercial. Em seguida, o empresário deve fazer uma consulta prévia de endereço na Administração Regional onde será a sede do negócio, para verificar se o endereço permite a realização de atividade econômica da empresa. 

Com a ajuda de Mauricio Galhardo, especialista financeiro e sócio da Praxis Business, Bento Alves da Costa Filho, coordenador do CBA Gestão de Negócios do Ibmec/DF, e Alessandro Saade, professor de Empreendedorismo da Business School São Paulo, veja outras recomendações para abrir uma pequena empresa.

1. Busque um contador

Para que as documentações da abertura do negócio estejam todas corretas, alinhe-se com um contador. “Existe uma espécie de crença entre os pequenos empresários que é mais interessante viver na ilegalidade, mas é uma ilusão”, afirma Filho. O contador poderá recomendar qual será o melhor sistema tributário para o seu empreendimento.

Para Saade, o profissional também pode ajudar o empreendedor a montar um cronograma, com os dias de pagamento dos impostos e informar o melhor dia do mês para fazer um balanço. 

2. Alinhe-se com um advogado

O advogado pode auxiliar o empresário a elaborar o contrato social e outros documentos da empresa. “São ferramentas de trabalho que devem ser elaboradas por um profissional da área. Se vai vender pela internet, por exemplo, precisa de um auxílio do advogado para informar até quando vai a responsabilidade da empresa”, explica Saade. Além disso, para Filho, é importante estar a par da legislação trabalhista para que a equipe da sua empresa esteja regularizada. 

3. Registre a sua marca

investimento pode parecer alto no começo, mas é uma vantagem para a empresa a longo prazo. “De repente, o negócio começa a se consolidar e, se alguém registrou a sua marca, será preciso mudar o nome”, afirma Galhardo. 

Além disso, o empresário deve considerar comprar um domínio na web, mesmo que não tenha planos para montar um portal robusto. Um site com informações básicas sobre a empresa faz bem para a imagem do negócio. 

4. Invista em um serviço de marketing

É comum que pequenos empresários recorram a soluções rápidas para fazer o logo da sua marca e produtos de divulgação do negócio. Economicamente pode parecer mais vantajoso do que contratar um serviço especializado. 

Mas, hoje existem empresas especializadas para atender pequenos negócios que desejam investir um pouco mais no marketing. “É um serviço que poucas pequenas empresas buscam”, afirma Saade.

5. Faça um planejamento financeiro

O sucesso de um negócio é fruto de um bom planejamento. E, ao abrir uma empresa é preciso estar com as finanças em dia para não levar nenhum susto. “As pessoas são muito otimistas quando abrem o negócio e acham que já têm uma clientela”, diz Galhardo.

Para o especialista, é recomendável ser um pouco conservador com relação ao estoque inicial e pecar pela falta e não pelo excesso. Além disso, é preciso que o empresário tenha dinheiro no caixa para pelo menos três meses sem lucro

Fonte: http://exame.abril.com.br/

 

10 filmes a que todo empreendedor deve assistir
 


 

 



Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú. 

1. O homem que mudou o jogo (2011) 
Longe de ser um filme sobre esporte, O homem que mudou o jogo mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras. 

2. A rede social (2010) 
A rede social conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook. 

3. Quem quer ser um milionário (2008)
Um dos maiores sucessos recentes do cinema indiano, Quem quer ser um milionário mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores. 

4. À procura da felicidade (2006) 
Em À procura da felicidade, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo. 

5. Piratas da informática (1999) 
Um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor. 

6. Jerry Maguire – A grande virada (1996) 
Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). Jerry Maguire – A grande virada é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso. 

7. Tucker – Um homem e um sonho (1988) 
Baseado numa história real, o filme mostra a trajetória de Preston Tucker (Jeff Bridges), um empreendedor que tinha o sonho de criar um carro à frente de seu tempo. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele construiu o Trucker Torpedo, um carro mais seguro e veloz que os concorrentes da época. O projeto, no entanto, não deslanchou, pois sofreu com o lobby da indústria automobilística americana. 

8. O segredo do meu sucesso (1987) 
O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio. 

9. Wall Street – Poder e cobiça (1987) 
Wall Street – Poder e cobiça mostra que se você quer ser bem-sucedido, precisa enfrentar riscos. Bud Fox (Charlie Sheen) é um corretor ambicioso que trabalha no mercado financeiro. Certo dia, dá ao bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) algumas informações sigilosas e acaba se tornando seu discípulo, abrindo mão de ética, valores e escrúpulos para ter sucesso. 

10. O Poderoso Chefão (1972) 
A clássica trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. Mostra as vantagens e as desvantagens de empreender “em família”.

Fonte: PEGN

 

 

Como correr menos riscos com seu negócio
 


 

 

Por Christian Miguel,

Empreendedor deve estar atento para evitar problemas jurídicos

São Paulo - Todo empreendedor tem verdadeiro horror a problemas que possam complicar sua empresa na Justiça, e com toda razão. São inúmeros os desgastes que uma situação dessas pode gerar — os financeiros e os de imagem são apenas dois dos principais.

O que muitos podem não saber é que, mesmo que ainda não tenham chegado à Justiça, pendências trabalhistas, fragilidade nos contratos comerciais e deslizes tributários representam riscos que fazem com que uma pequena ou média empresa perca parte de seu valor.

“Geralmente descobre-se o tamanho do problema fazendo uma avaliação formal do negócio”, diz o consultor Sergio Almeida, sócio de transações corporativas da Ernst&Young Terco. “Há casos em que, se tudo for parar na Justiça, o valor das indenizações pode superar o da empresa.” Conheça alguns dos principais riscos que podem provocar problemas jurídicos — e o que uma pequena ou média empresa deve fazer para evitá-los.

1 Concorrentes

Tecnologia desprotegida: Em muitas pequenas e médias empresas de setores de alta inovação, os processos e as tecnologias utilizados no dia a dia são muito mais valiosos do que ativos físicos, como máquinas e carros.

"As tecnologias chegam a compor mais de 80% do valor desses negócios", diz Fabio Matsui, da consultoria Cypress, que auxilia pequenas e médias companhias em processos de fusão e aquisição. Por funcionar como o coração da empresa, as tecnologias devem ser guardadas em segredo para que não sejam copiadas pela concorrência.

“Proteger esses ativos é uma questão de sobrevivência em muitos mercados”, diz Matsui.

O que fazer: 
O ideal é registrar processos produtivos, softwares e patentes no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Recentemente, o órgão anunciou o lançamento de uma plataforma online para o cadastramento de processos de registro, o que deve facilitar a submissão de pedidos.

Ideias sem dono: 
Nas empresas cuja atividade principal não depende tanto de tecnologia e inovação também há ativos intangíveis importantes. É o caso de uma marca, o layout de um site ou o próprio nome da empresa. “Por chamar a atenção dos clientes, essas ideias também devem ser protegidas”, diz Matsui.

O que fazer: 
O empreendedor deve procurar um Cartório de Registro de Títulos e Documentos para registrar os elementos que diferenciam a empresa de seus principais concorrentes — mas que não podem ser patenteados. 

2 Sócios

Poder indefinido: 
São diversos os problemas que podem surgir quando dois ou mais sócios discordam em questões relevantes para o crescimento de uma pequena ou média empresa. Qual é o peso da opinião de cada um? Alguém tem poder de veto nas decisões? Caso um queira vender sua parte no negócio, o outro tem preferência de compra?

Decisões como essas são importantes sobretudo quando a empresa está se preparando para receber um investimento de fora.

“Os sócios precisam criar formas de evitar conflitos nos casos em que um discorde do outro”, diz Gustavo Junqueira, diretor da Brasilpar, assessoria que acompanha pequenas e médias empresas em fase de captação de recursos. “O valor do negócio pode cair se não houver o mínimo de transparência.”

O que fazer:
Os sócios podem escrever, com a ajuda de um advogado, um acordo de acionistas. O documento serve para delimitar as atribuições dos sócios, definir qual será o cargo de cada um e se haverá alternância no poder. “Quanto mais detalhado, melhor”, diz Junqueira. “Dessa maneira, cria-se uma certa segurança jurídica para o caso de alguma parte descumprir aquilo que foi combinado anteriormente.”

3 Clientes

Compras suspensas: 
Uma das variáveis que ajudam a determinar o valor de uma empresa é sua capacidade de gerar caixa — ou seja, se existe alguma segurança de que os clientes vão continuar comprando ao longo do tempo. Mas e se algum cliente importante, de uma hora para outra, interromper suas compras?

Nem sempre a empresa tem uma carteira suficientemente diversificada a ponto de não sentir um grande impacto no faturamento. O problema é maior se o empreendedor fez investimentos para poder cumprir um pedido que depois foi cancelado. “É possível evitar ou diminuir esse tipo de susto”, diz Rafael Federici, sócio da Comparato, Nunes, Federici & Pimentel Advogados. 

O que fazer: 
A orientação é firmar contratos que antecipem todas as situações que podem gerar problemas no futuro — e prever algumas soluções. O empreendedor pode fixar multas caso o cliente não cumpra o calendário de compras estipulado ou atrase pagamentos. As indenizações devem ser calculadas de forma a cobrir pelo menos os investimentos feitos para atender aos pedidos.

“Ter contratos que garantam certa estabilidade na relação com os clientes conta bastante na avaliação de uma empresa”, diz Juliano Graff, sócio da Master Minds, que compra participações em pequenas e médias empresas.

4 Funcionários

Comissões por fora: 
É relativamente comum em certas empresas que os funcionários da área comercial recebam um salário fixo registrado em carteira e ganhem comissões pagas por fora, de acordo com seu desempenho. “As comissões compõem o salário do funcionário”, diz o advogado Rafael Federici. “Por isso também devem ser pagos os benefícios trabalhistas sobre esse valor.” 

O que fazer: 
Uma alternativa para baixar custos com encargos trabalhistas é complementar o salário fixo com um programa de participação nos resultados. Sobre esse bônus, que pode ser pago semestralmente, não incidem encargos trabalhistas como Fundo de Garantia e INSS. 

Contratação indevida: 
Muitos empreendedores recorrem à mão de obra terceirizada para executar certos serviços. Caso o contratado precise estar presente na empresa em tempo integral, como se fosse um funcionário qualquer, a relação pode configurar vínculo trabalhista.

“O trabalhador pode ganhar na Justiça o direito a benefícios como Fundo de Garantia, férias e 13o salário”, afirma Federici. “O funcionário tem prazo de dois anos após seu afastamento para recorrer à Justiça e pode requerer os direitos dos últimos cinco anos a contar da data de entrada da ação.” 

O que fazer: 
O certo é contratar apenas prestadores de serviços que não sejam primordiais ao negócio. Seus contratos também devem estabelecer o tempo de duração do serviço a ser prestado.

Adicionais invisíveis: 
É relativamente comum que empresas paguem adicional noturno ou de insalubridade aos funcionários que exercem certas funções.

Esses e outros benefícios devem ficar bem explícitos nos registros trabalhistas da empresa. “Quando o empreendedor embute os benefícios no salário e não discrimina a natureza de cada rendimento, o funcionário pode alegar na Justiça que nunca recebeu benefício algum”, diz a advogada Flávia Turci, da Turci Advogados Associados.

O que fazer: 
O correto é deixar explícito no contrato de trabalho e no holerite o que é salário e o que é benefício adicional.

5 Governo

Tributos desordenados: 
Mesmo os empreendedores que estipulam como prioridade manter rigorosamente em dia o pagamento de impostos podem ter complicações com o emaranhado tributário brasileiro. Só em 2012, cerca de 47 novos atos tributários entraram em vigor a cada dia útil nas 41 principais cidades do país.

“São desde mudanças de alíquotas de impostos até trocas de formato de pagamento”, diz Juliana Ono, diretora de operações de con­teú­do da Thomson Reuters, que produz o levantamento. Quem não estiver atento às mudanças corre o risco de ter pendências com o governo.

Problemas assim são tão comuns que, em caso de aquisição de empresas, os compradores costumam liberar parte do pagamento só depois que as contingências não puderem mais ser cobradas — esse mecanismo é conhecido no mercado de capitais como ascrow account.

O que fazer: 
Tanto investidores quanto advogados aconselham as empresas a destacar um funcionário para acompanhar as mudanças. Eles recomendam também que a cada ano uma auditoria seja feita para evitar irregularidades. “O ideal é que o empreendedor faça um planejamento tributário de médio e longo prazo para que eventuais problemas não se agravem conforme a empresa cresce”, diz José Flávio Pacheco, sócio do escritório Koury Lopes Advogados. 

6 Fornecedores

Acordos descumpridos: 
Pequenas e médias empresas que dependem de poucos fornecedores podem ficar especialmente vulneráveis a solavancos do mercado, como altas acentuadas de preços de matéria-prima.

Mesmo que a relação com os principais fornecedores seja antiga e aparentemente tranquila, o recomendável é que o empreendedor tenha um plano alternativo para o caso de alguém interromper as entregas de uma hora para outra.

“Empresas com poucos fornecedores estão muito suscetíveis à vontade de quem está do outro lado do balcão, o que não é nada bom”, diz Juliano Graff, da Master Minds. “Sem uma lista diversificada de fornecedores, fica difícil escapar das regras impostas por eles na negociação.”

O que fazer: 
Estabelecer em contrato os detalhes da política de compras — principalmente a frequência para reajuste de preços, as formas de pagamento e os prazos de entrega. “Um documento assim serve como garantia de que eventuais abusos por parte de quem fornece podem ser contestados”, diz o advogado Rafael Federici.

Encrencas fora de casa: 
Uma pequena ou média empresa pode se envolver em problemas caso alguns de seus fornecedores não respeitem normas regulatórias específicas de seu setor ou incorram em práticas ilegais, como contratação de trabalho escravo ou desrespeito às leis ambientais.

“Além de correr o risco de ter seus contratos de fornecimento interrompidos, a empresa pode sentir reflexos na sua própria imagem e perder valor”, diz Fabio Matsui, da consultoria Cypress.

o que fazer: 
Uma boa maneira de garantir que tudo está em ordem com os fornecedores é exigir certificações ou fazer auditorias de qualidade. A frequência das visitas pode ser estabelecida em contrato. “Preocupações como essas costumam ser bem-vistas por grandes empresas e investidores estrangeiros que buscam oportunidades no Brasil”, afirma Matsui.

Fonte: http://exame.abril.com.br/
 

LinkedIn: a melhor rede social e profissional para alavancar a carreira

Rede social é uma eficiente ferramenta de trabalho; saiba como criar um perfil bem-sucedido e atrair oportunidades.

 

 

O LinkedIn é uma rede social utilizada por várias empresas na seleção de seus funcionários; são cerca de 225 milhões de usuários em mais de 200 paíse em todo o mundo. Muitos diferente de suas concorrentes, ela é uma poderosa ferramenta de trabalho. Mas como utilizá-la a favor da sua carreira e criar um perfil bem-sucedido? De acordo com Fernando Montero Capella, diretor da empresa Capella RH, é fundamental para qualquer profissional ter um perfil nessa rede. "Cada vez mais as empresas estão utilizando o LinkedIn como uma ferramenta de suporte e apoio aos processos de seleção e à área de RH como um todo", explica. "A ferramenta serve tanto aos profissionais que podem expor o seu perfil, quanto para as empresas captarem talentos no mercado de trabalho", conclui.

Leia também:
Seja uma revendedora e aumente sua renda
Mulheres relatam como conciliam trabalho e maternidade

 

Além do contato direto entre candidato e empregador, o LinkedIn pode auxiliar os profissionais a organizar melhor seu currículo. "Com a rede social a pessoa pode descrever suas principais atividades, experiências, formações, ou seja, o que realmente interessa ao selecionador, facilitando assim para ambas as partes; o LinkedIn é de cunho exclusivamente profissional, diferente das demais redes sociais", diz a professora Fátima Carvalho, Coordenadora Adjunta do curso de Gestão de Recursos Humanos, da Universidade Cruzeiro do Sul.

 

A ferramenta tem um grande potencial para alavancar a carreira de um profissional, porém a sua eficiência depende muito das atualizações e qualificações do currículo do candidato. "Acredito que o próprio formato do LinkedIn já ajuda na visibilidade dos profissionais que ali se cadastram, não necessitando, em minha opinião de nenhuma mudança para tal", explica Fátima Carvalho. Por sua vez Fernando Capella diz que quanto mais atualizado e completo for o currículo, maior será a visibilidade: "detalhe ao máximo possível seu perfil na rede. O LinkedIn é bastante completo. É possível colocar ali não só o seu CV como também detalhar cursos, suas áreas mais fortes, idiomas, hobbies, etc. Isso permite aos recrutadores entenderem melhor o perfil dos profissionais que estão buscando, pois há mais detalhes de sua carreira e trajetória profissional".

 

Para as pessoas que estão em processo de recolocação no mercado de trabalho é altamente recomendado o uso da ferramenta. "Indicamos que o profissional coloque obrigatoriamente seu perfil no LinkedIn. Isto porque, aliado a outros mecanismos de busca/exposição de perfil no mercado, as redes sociais representam tranquilamente de 20 a 30% do potencial de exposição que podem gerar entrevistas de emprego aos candidatos em busca de novas oportunidades profissionais", diz Fernando Capella.

 

Para quem não possui ainda um perfil na rede social, seguem algumas dicas de como começar a usar a ferramenta:

 

  • Acessar a página inicial do LinkedIn: https://www.linkedin.com, preencher as informações necessárias para login (nome completo, e-mail e senha), o site da rede social é bem completo e explicativo. Basta seguir os passos e inserir o máximo de informações (experiência profissional, formação acadêmica, áreas de competência, conquistas profissionais, foto).
  • É importante conectar suas redes sociais (como por exemplo Facebook, Twitter).
  • Siga as pessoas certas: procure profissionais e empresas da sua área para fazer parte da sua rede.
  • Você pode optar por utilizar gratuitamente a conta Basic (limitada) ou pagar a partir de R$ 39,95 mensais por outros tipos de contas mais completos.
A criação de um bom perfil, segue a etiqueta de um bom currículo, sendo importante haver veracidade dos fatos ali expostos, não utilizando dados incorretos sobre cursos ou empregos anteriores e tome muito cuidado com o comportamento nas redes sociais. "Todo profissional atrás de novas oportunidades de trabalho deve tomar cuidado com o que coloca em sua rede social pessoal, pois os selecionadores e até mesmo gestores de empresas, têm acessado as redes sociais para conhecer melhor quem a pessoa que está se candidatando como profissional, ou ainda, os seus colaboradores", conclui a professora Fátima Carvalho .


Veja Também 



Sonho de 44% dos brasileiro

O novo marketing “móvel”: como promover sua empresa em um mercado conectado
 


 

 

 

Por Silvio Tanabe, 

Cena 1: Paulo está em uma loja de eletrodomésticos para comprar uma nova geladeira. Já escolheu o modelo, mas acha o preço um pouco salgado. Faz uma pesquisa no celular, descobre várias outras lojas com preços menores e os mostra para o vendedor. Este consegue não só um bom desconto como também estende o número de prestações.

Cena 2: Paulo está no trânsito voltando de um dia agitado de trabalho e lembra que amanhã é aniversário da sua esposa. Liga seu smartphone, faz uma busca por floriculturas online, escolhe e compra um buquê, agenda o horário de entrega e até consegue escrever a mensagem do cartão em poucos minutos.

Cena 3: Paulo está no trabalho e sua esposa liga para agradecer as flores. Aproveita para perguntar onde vocês vão jantar para comemorar. Com a desculpa de que seu chefe está chamando para uma reunião, promete ligar em seguida. Aproveita para pesquisar na internet as opções de restaurantes, os preços e as recomendações dos clientes. Faz a reserva e retorna para dizer que está tudo planejado há semanas.

Situações como as vividas por nosso personagem Paulo já são uma realidade para metade dos 90 milhões de internautas que acessam a web via celulares e tablets no Brasil, e os números tendem a crescer exponencialmente com a popularização dos aparelhos e da expansão das redes de telefonia. O fenômeno ocorre tão rapidamente que mal nos damos conta de como o uso dos chamados dispositivos móveis está mudando radicalmente a forma como nos informamos e tomamos decisões de compra sobre produtos e serviços.

Até poucos anos atrás, para pesquisar e comprar na internet era preciso estar na frente de um computador. Ou seja, em casa, no trabalho ou em uma lan house, em determinados horários do dia. Hoje um número cada vez maior de pessoas está conectada o tempo todo: não só em casa ou no trabalho, mas na escola, no restaurante, na loja, na rua, no metrô e no trânsito, com acesso a qualquer tipo de informação e conteúdo.

E qual o impacto desse novo comportamento para sua empresa e seus negócios?

Pense no Paulo como um cliente procurando por seu produto ou serviço. As necessidades e interesses dele podem mudar de acordo com o horário ou o dispositivo que está usando. Se estiver em casa na frente do notebook pode navegar pelo seu site sem pressa; mas e se estiver na rua precisa da informação essencial na hora? Será que vai te encontrar?

Este é o grande desafio em um mundo de consumidores e clientes conectados: ser encontrado da forma certa, com a mensagem certa no momento certo.

Para sua empresa se engajar a essa nova realidade vamos apresentar três iniciativas fundamentais de marketing digital:

1. Sites responsivos: já ficou irritado ao ter de ficar passando de lá para cá à procura de alguma informação em um site pelo celular? Imagine então o cliente passando pela mesma situação ao acessar o site da sua empresa. De acordo com a TeleBrasil (entidade que reúne as operadores de telefonia), 47% dos acessos à internet no país já ocorrem por smartphones, então é muito provável que isso possa acontecer.

Para evitar o problema e proporcionar a melhor experiência aos seus potenciais clientes, é essencial ser responsivo. O termo designa a capacidade do site em se adaptar ao tamanho da tela do dispositivo que está sendo acessado, seja um PC, tablet ou smartphone, disponibilizando as informações essenciais de acordo com o tamanho da tela. Já há diversas agências especializadas em desenvolver sites responsivos, mas lembre-se que é você quem define o conteúdo mais relevante a ser exibido em cada aparelho. Vai então uma dica: se a maioria das pessoas que acessa o seu site pelo celular está na rua, procure priorizar contatos da empresa, endereço e principais produtos, pois provavelmente são estas informações que estarão procurando.

2. Google: Segundo a Serasa Experian, nove em cada dez pesquisas realizadas na internet no Brasil é feita através do Google, o que o transforma em uma das maiores fontes de oportunidades de vendas na web. Em nosso trabalho de consultoria em marketing digital, trabalhamos com empresas em que mais de 50% dos novos clientes são provenientes do Google e já há casos no mercado em que esse número chega a 100%.

Ter a marca em destaque no Google se torna ainda mais importante com o crescimento da mobilidade pois agora as pessoas não precisam mais sentar na frente do computador para fazer uma busca; basta sacar o smartphone do bolso. Não é à toa que a empresa tenha criado um sistema operacional próprio para celulares (o Android) e pague bilhões de dólares para outros fabricantes utilizarem o buscador em seus aparelhos.

O Google foi pioneiro em identificar que os interesses dos internautas varia de acordo com o tipo de aparelho (PC, celular, tablete), horário e local que estejam utilizando no momento, e vem adaptando e aperfeiçoando seus recursos de publicidade para este fim. O exemplo mais recente são as campanhas avançadas, que facilitam a criação e gestão de anúncios de acordo com os diferentes tipos de dispositivos. O próprio Google disponibiliza um vídeo que ilustra muito bem a versatilidade desses recursos: http://goo.gl/VlBJF (para legendas em português clicar no ícone captions, no canto inferior direito).

3. Aplicativos: Nada hoje representa tão bem o potencial dos dispositivos móveis do que os apps. Afinal, os aplicativos permitem que a sua marca esteja disponível sempre a um toque de dedo dos seus potenciais clientes. Mas você só vai conseguir estabelecer esse vínculo se o aplicativo for relevante para o cliente, ou seja, oferecer conteúdo que eles necessitem e valorizem.

O Buscapé, site de pesquisa de preços, é um exemplo. O app permite ao usuário acessar diretamente o serviço e fazer consultas rapidamente, o que é ótimo quando se está na rua fazendo pesquisas nas lojas. A fabricante de tintas Suvinil, por sua vez, oferece um app que contém não só um catálogo de cores disponíveis mas também um manual com informações sobre tendências e combinações de cores e materiais. Já o aplicativo da Catho permite buscar vagas de emprego e envio de currículos diretamente pelo celular.

Em geral, os apps ainda são utilizados de forma tímida, o que é uma oportunidade para sua empresa se diferenciar, já que aumenta o número de agências especializadas nesse tipo de tecnologia, enquanto os custos de desenvolvimento caem. 


Silvio Tanabe (silvio.sp@magoweb.com.br) é consultor de marketing digital da Magoweb, autor do blog Clínica Marketing Digital (www.clinicamarketing8ps.com.br) e um dos autores do e-book Caia na Rede – 12 Maneiras de Planejar e Fazer Sucesso nas Redes Sociais 

Fonte: http://www.administradores.com.br/

 

Como atrair fãs para sua marca
 


 

 

Por Carolina Dall'Olio,

A estudante paulista de biomedicina Marina Portanova, de 20 anos, costumava ler diversos blogs de moda para ficar por dentro das tendências de cada estação. Há pouco mais de um ano, quando passou a acompanhar a página do Facebook da MyGloss, rede paulista de lojas que vendem acessórios como bolsas e bijuterias, os blogs deixaram de ser sua principal fonte de informação sobre o assunto.


Em sua fan page, a MyGloss tira dúvidas que seus seguidores postam sobre como compor um figurino perfeito. "Gostei tanto que comprei vários produtos da MyGloss e os recomendei às minhas amigas", afirma Marina.

No ano passado, a empresa selecionou uma de suas fãs para ser modelo do catálogo de inverno — a vencedora ganharia 2.000 reais em produtos. Entre 6.200 candidatas, Marina foi escolhida. "Eu sabia que tinha chance de ganhar, pois sou muito bonita", diz ela. "Já era fã e agora sou garota-propaganda da marca."

Criar uma identificação forte dos consumidores com a marca, como a que aconteceu entre Marina e a MyGloss, e contar com um canal direto de comunicação com eles está no início da lista de tarefas dos em­preen­dedores que precisam levar seus negócios ao crescimento.

"O Facebook tem se mostrado uma ferramenta bastante eficaz para atingir esses objetivos", diz Paula Bellizia, diretora do Facebook para pequenos e médios negócios no Brasil. "Os 67 milhões de brasileiros conectados ao Facebook o usam cada vez mais para se informar sobre a reputação de uma empresa, compartilhar opiniões sobre produtos e serviços e divulgar suas marcas preferidas."

O que uma pequena ou média empresa pode fazer para se destacar no Facebook? Como usar sua página para ganhar novos clientes? O que é preciso para reforçar os laços com o consumidor? Para procurar as respostas para essas questões, a consultoria mineira Dito, credenciada pelo Facebook como desenvolvedora oficial de aplicativos, fez um estudo exclusivo para os leitores de Exame PME.

De dezembro a fevereiro, os perfis institucionais de mais de 800 empresas (todas de redes de franquias) que estão no Facebook foram monitorados diariamente. O levantamento resultou em quatro rankings — marcas com maior número de fãs, marcas com mais comentários, marcas com mais compartilhamentos e as que foram mais curtidas. 

A MyGloss foi uma das que mais se destacaram. Com apenas dez lojas e faturamento anual de 9 milhões de reais, a marca tinha, em 28 de fevereiro, quase 1,2 milhão de seguidores, ocupando a oitava posição no ranking de fãs, atrás apenas de grandes empresas, como Havaianas e O Boticário. 

"Nossa página faz sucesso porque não nos limitamos a divulgar nossos produtos", diz Rodrigo Stocco, de 33 anos, dono da MyGloss. "O que fazemos é ajudar uma mulher a desenvolver seu próprio estilo." 

Para André Fonseca, sócio da Dito, as marcas que ocuparam as melhores posições nos quatro rankings, como a MyGloss, seguiram o mesmo mandamento — divulgar apenas informações relevantes para seus públicos. "Essas empresas não usam as fan pages como se fossem um panfleto", diz Fonseca. "Elas prestam um serviço."

A seguir, veja como as empresas que se destacaram no estudo conseguiram conquistar a admiração de seus consumidores. 

O que dizer e quando postar as mensagens

O principal indicador de que a marca está em sintonia com os consumidores é o compartilhamento de informações. "Ao compartilhar um post, o cliente está dizendo que gostou tanto do conteúdo que ele quer que todos os amigos também vejam", diz Fonseca.

Boa parte dos compartilhamentos feitos no Facebook acontece porque o consumidor encontrou naquele post alguma informação que ele não viu em outros lugares. "Empresas que trabalham em nichos têm aí um bom campo para atuar", diz Fonseca.

Uma das empresas que brilharam no ranking de compartilhamentos é a rede de docerias Amor aos Pedaços, que tem sede em São Paulo e um faturamento anual de 56 milhões de reais. A marca é a terceira colocada, atrás somente da Cacau Show e de O Boticário. As postagens mais frequentes trazem informações sobre as linhas diet e sem glúten.

Elas costumam ser acompanhadas de recomendações como "Fulano, esse doce você pode provar", dirigidas a algum amigo. "Quem tem conhecidos com restrições alimentares ajuda a divulgar esses produtos, pois sabe que não é nada fácil encontrar doces feitos para eles", afirma Silvana Marmonti, de 47 anos, sócia da Amor aos Pedaços. 

Parte dos posts é reservada a algo que os seguidores de uma marca no Facebook adoram — expressar-se, simplesmente. Um exemplo: os clientes são convidados a enviar fotos de momentos divertidos em que estão comendo um doce — não necessariamente comprado na Amor aos Pedaços. As imagens são colocadas na página da rede para que sejam vistas por todo mundo. 

Com o tempo, e o exercício diário de observar o cliente, vão surgindo ideias do que pode movimentar a página — e os ne­gócios. A maioria dos consumidores da Amor aos Pedaços costuma frequentar as docerias depois do almoço, à procura de uma sobremesa, ou na hora do café da tarde.

Como muitos clientes moram ou trabalham perto das unidades da rede, a empresa usa a fan page para estimular o consumo nesses horários. "Publicamos um post por volta das 11h30 e outro às 16h30, apresentando um novo produto ou simplesmente colocando uma foto de um bolo com bastante saída", diz Fernanda Oruê, gerente de marketing da empresa.

À noite, por volta das 20 horas, quando a loja virtual recebe um grande número de encomendas, é feito mais um post. "Hoje, a maioria dos clientes chega ao site porque acabou de ver a foto de um salgado ou um doce nosso no Facebook", diz Fernanda.

Isso significa que as empresas devem fazer seus posts preferencialmente à noite? Como quase tudo no Facebook, a resposta é sim e não. "Nosso horário nobre de fato vai das 20 às 23 horas", diz Paula, do Facebook.

"Mas é preciso acompanhar os índices de audiência da página para entender em que momentos as pessoas estão mais propensas a receber as informações que a marca tem a passar", afirma Paula.

Quantos posts colocar por dia? "Algumas estatísticas mostram que mais do que três pode cansar", diz Paula. "Mas as marcas que têm muito conteúdo relevante podem postar o dia todo, como fazem as empresas de mídia."

Como administrar a página

A catarinense Jeane Moura, de 35 anos, dona da rede de restaurantes DNA Natural, com sede em Florianópolis, mantém um perfil pessoal no Facebook há quase cinco anos e está em várias outras redes, como Twitter, Instagram e Pinterest.

Há dois anos, quando percebeu que as primeiras páginas de marcas começavam a despertar algum interesse, ela criou uma fan page de sua empresa no Facebook. Jeane começou postando fotos de pratos e dicas de nutrição.

"Já é minha função obter esse tipo de conhecimento para passar aos franquea­dos", diz Jeane. "Quis divulgá-lo também pa­ra nossos clientes que estão no Facebook." 

Com 39 lojas e faturamento anual de 11 milhões de reais, a DNA Natural pode ser considerada muito ativa no Facebook. No período da pesquisa, cada fã compartilhou, em média, quatro posts. Um dos mais compartilhados falava de uma pesquisa com oito alimentos que parecem ajudar a modelar as curvas do corpo. Alguns nutricionistas fizeram comentários e recomendaram a página da DNA Natural aos pacientes. 

É Jeane quem escreve todos os posts e responde cada comentário dos fãs — o que gera mais e mais comentários que ela tem de responder. "São cerca de 50 por dia", afirma ela. "Dedico 3 horas a isso e me sinto como se estivesse sentada numa mesa conversando com meus clientes."

Vale a pena todo esse trabalho? Jeane acha que sim. "Metade das decisões que tomo é baseada no que nossos seguidores escrevem na nossa fan page", diz. Recentemente, ela decidiu que os restaurantes da rede voltarão a vender omeletes porque muitos clientes postaram reclamações por não encontrar mais o prato no cardápio.

A pessoa que administra a página de uma empresa deve, assim como Jeane, conhecer bem o perfil da marca e o perfil do cliente — se é mais jovem ou mais velho, se está interessado em esportes ou em livros, e assim por diante. E não é porque o Facebook é um ambiente informal que vale tudo — fotografias de má qualidade, por exemplo, afugentam as pessoas. Textos longos têm tudo para não ser lidos. 

O empreendedor que decide ter uma fan page da empresa deve ter em mente que o Facebook é um ambiente em que reina a impaciência. Demorar a responder os comentários, ignorá-los ou — muito pior — apagá-los é um caminho ótimo para obter o efeito inverso ao desejado.

"Se for para fazer malfeito é melhor não fazer nada", diz Guilherme Stoll, da Tiki Webmonsters, agência especializada em mídia digital. 

Como divulgar a marca

Há 15 milhões de fan pages em todo o mundo — o Facebook não divulga quantas são de empresas brasileiras. "À medida que cresce o número de usuários, é natural que mais empresas se interessem em ter sua fan page", diz Paula, do Facebook.

A recifense Amanda Lima, de 33 anos, que está há dois anos e meio no Facebook, percebeu que as fan pages de empresas brasileiras estão se espalhando rapidamente. "Quando criei meu perfil, muitas marcas de que gosto não estavam no Facebook", afirma. "A rede servia só para falar com os amigos."

Amanda diz que passa o dia todo conectada ao Facebook, mesmo quando está no trabalho. "Fico procurando promoções." Só na pá­gina da rede catarinense de lojas de objetos de decoração e presentes Uatt?, Amanda já participou de seis concursos.

Num deles, o desafio era achar sete diferenças entre duas imagens — o prêmio, uma caixa de chocolates, chegou pelo correio. "Não ligo tanto para os prêmios”, diz Amanda. “Gosto mesmo é de me divertir com as brincadeiras."

O empreendedor Rafael Biasotto, de 37 anos, dono da Uatt?, diz que jogos e charadas na página da empresa são uma forma lúdica de apresentar os produtos. "Já propusemos decifrar charadas e completar palavras cruzadas", diz Biasotto. "Dá bastante resultado porque muita gente compartilha os joguinhos." 

A Uatt?, que faturou 102 milhões de reais em 2012, está na nona posição no ranking de comentários. Um dos posts mais comentados pedia aos fãs que encontrassem os sete erros da imagem de dois quindins — a ideia era divulgar uma linha de almofadas com estampas de doces.

Vencia quem escrevesse sete comentários consecutivos com as respostas sem ser interrompido por outro parti­cipante. Mesmo sem oferecer nenhum prêmio a quem acertasse, a publicação teve mais de 3.000 comentários.

"Deu resultado. Vendemos muitas almofadas de doce", diz Carlos Eduardo Machado, gerente de mídias eletrônicas da empresa. "As empresas que não estão no Facebook estão perdendo a chance de ter esse tipo de contato com os clientes."

O que fazer com os comentários

Pouco adianta oferecer um conteúdo interessante aos fãs, fazer com que as mensagens da marca cheguem a um grande número de consumidores e estimular as pessoas a manifestar sua opinião sobre produtos e serviços se, no fim das contas, o que os clientes falarem for ignorado.

No Boticário, que ocupa o primeiro lugar no ranking de comentários, alguns clientes reclamaram que a tampa de um dos cremes era difícil de abrir. A embalagem foi modificada. A Amor aos Pedaços usa a localização dos fãs para planejar a abertura de novas unidades — cidades com muitos fãs e nenhuma loja ganham prioridade na expansão.

"Estamos de olho em alguns municípios do interior de São Paulo, pois descobrimos que há muitas pessoas que conhecem a marca", diz Silvana, dona da rede.

Em setembro do ano passado, a rede de chocolates Cacau Show, campeã em compartilhamentos, divulgou, apenas no Facebook, uma campanha para lançar cinco sabores de trufa — doce de leite, floresta negra, suflê de chocolate, torta de limão e torta de maçã.

Os fãs deveriam votar na versão preferida e a trufa vencedora seria a única a continuar no cardápio até dezembro — as demais sairiam das lojas em outubro. Ganhou a versão floresta negra. “A venda de trufas aumentou 30% em relação a 2011”, diz Cida Torres, gerente de relacionamento da Cacau Show. "Vimos que os comentários são um ótimo termômetro."

Hoje, na Cacau Show, há uma reunião semanal para definir os principais posts que serão feitos e avaliar o que foi dito pelos clientes nos dias anteriores. Participam funcionários que cuidam do marketing, da comunicação, do desenvolvimento de produtos e do relacionamento com os clientes.

"A ideia é aproveitar esse canal de comunicação com os clientes para melhorar os produtos e o atendimento, além de divulgar os lançamentos", diz Cida.

A rede de lojas de roupas femininas Enjoy, que tem sede no Rio de Janeiro e faturou 91 milhões de reais no ano passado, também costuma consultar suas fãs para saber que peças têm mais chance de agradá-las. É comum a empresa colocar fotos de dois manequins vestidos com roupas da grife e pedir às clientes para que votem na produção preferida.

"Avisamos os franqueados que as roupas mais votadas podem ser mais procuradas, e eles reforçam o estoque dessas peças para não faltar", diz Julio Dahis, dono da Enjoy. Depois que uma bata divulgada pelo Facebook sumiu das prateleiras em poucas horas, tamanha foi a procura, os lojistas perceberam que tinham de levar a sério a recomendação.

"Também colocamos fotos das vitrines das lojas para testar sua aceitação." Os resultados são avaliados pelos departamentos de marketing e também pelos estilistas da marca. 

A carioca Sonia Barreto, de 67 anos, é uma das clientes que não perdem a chance de opinar sobre as roupas da Enjoy. "Entro no Facebook todo dia para saber se chegaram peças novas nas lojas", afirma Sonia. "Quando gosto de alguma coisa, escrevo um comentário dizendo que adorei e já aviso minhas amigas, para não comprarmos roupas repetidas."

Sonia visita uma loja da Enjoy pelo menos uma vez por semana — e nunca sai de mãos vazias. "Já tenho mais de 150 blusas da Enjoy", afirma ela. "E pretendo comprar ainda mais."

Fonte: http://exame.abril.com.br/


Conheça os 4 componentes básicos de um curso online

29/05/2013

A tecnologia passa por constantes mudanças e uma delas envolve o setor da educação: cursos online. Tem dúvidas sobre o assunto? Conheça os 4 componentes básicos de um curso online


 

Conheça os 4 componentes básicos de um curso online

Crédito: Shutterstock.com

Uma plataforma online possibilita uma grande diversidade de formas de consultar os materiais do curso escolhido

 

 

Com o avanço da tecnologia, muitas mudanças têm ocorrido. Uma delas é no setor da educação. Seria uma boa ideia começar a substituir os cursos presenciais por cursos online? Nos Estados Unidos, com um aumento contínuo desses cursos à distância, algumas pessoas não sabem exatamente o que esperar, por ser uma opção que parece incerta. Porém, especialistas afirmam que uma das vantagens desse tipo de ensino é que a adaptação ocorre mais facilmente.

 

Leia também: 
» 5 dicas para ser bem-sucedido em cursos online 
» 40 dicas práticas para fazer cursos online
» 4 cursos online para impulsionar sua carreira

 

Confira a seguir os 4 componentes básicos de um típico curso online:

 

1. A administração do sistema de ensino
Ao ingressar em um curso online, os estudantes deverão se cadastrar numa plataforma chamada LMS (learning management system). Nela, os alunos terão acesso aos relatórios de desempenho do curso, ver como contatar os professores e acessar os materiais do curso.

 

2. Materiais do curso
A plataforma online possibilita uma grande diversidade de formas de consultar os materiais do curso, como por exemplo: e-booksapresentações em PowerPoint e vídeos com aulas ou trabalhos gravados.

 

3. Trabalhos e projetos em grupo
Os alunos que têm acesso à plataforma online encontrarão uma lista com os trabalhos que precisam ser realizados e suas respectivas datas de entrega. Criar blogs também é uma tarefa requisitada. Alguns alunos subestimam o tempo que terão para discutir projetos, por isso, é dado um limite de palavras para as respostas dos estudantes evitando que eles apenas concordem com qualquer informação. Para trabalhos em grupo, é permitido o uso de ferramentas como o Skype.

 

4. Notas
Mesmo em um curso virtual, testes são necessários para conferir o desempenho dos alunos. A maneira das avaliações varia de provas com questões de múltipla e escolha a projetos entregues em papel. Para certificar que os estudantes não vão trapacear, alguns professores preferem realizar os exames com a presença física do aluno. Outras vezes, a webcam é utilizada como forma de monitoramento.

 

 



Marketing digital por e-mail e por redes sociais
 


 

 

 

por Ricardo Teixeira, 

Empresas de todos os portes têm investido cada vez mais no "marketing mailling", ou "mail marketing", que é o marketing realizado a partir de bancosde dados principalmente em meio digital (internet). É a forma de marketing digital que entrega mensagens a clientes individualizados.

Algumas pessoas entendem o marketing mailling como "marketing de e-mail", isto é, a divulgação comercial que é feita por e-mail. Uma visão mais abrangente inclui também outras redes sociais (Facebook, Twitter, Linkedin, Google+, RSS/Feed etc.), desde que as mensagens sejam enviadas a um banco de dados de pessoas "amigas" ou cadastradas. Dentro deste conceito, até mesmo mensagens via SMS ou por via postal poderiam ser inclusas.

Às vezes, empresas compram listas de contato, sem filtro (listas de e-mails "pescados" ao acaso na internet ou em listas) ou com filtro (contatos de entidades de classes, de outras empresas etc.), mas essa estratégia não costuma trazer um bom custo-benefício, podendo, em alguns casos, ter um efeito negativo (um "de-marketing") perante o mercado. É melhor que sua empresa só envie e-mails a quem queira receber.

O ideal é que a empresa tenha um "banco de dados espontâneo", isto é, de pessoas que se cadastram por iniciativa própria e que, uma vez cadastradas, possam se descadastrar com facilidade. Isso é possível quando a empresa tem uma boa estratégia de marketing digital, especialmente por meio de serviços, informações, descontos ou brindes oferecidos "gratuitamente" (na verdade, esses itens são oferecidos em troca do cadastro ou em troca de divulgação viral em redes sociais).

Especificamente quanto ao marketing de e-mails, pesquisa realizada em 2013 pela BlueHornet & Flagship Research demonstrou que o envio excessivo de e-mails é a principal razão para cancelamentos de cadastro por parte de clientes ou potenciais clientes. Ou seja, as empresas poderiam estar se esforçando para ampliar a base de cadastros e, num segundo momento, estariam perdendo boa parte desses contatos, pelo excesso de e-mail. As empresas teriam que batalhar para reconstituir seu banco de dados: o resultado é uma rotatividade muito grande de pessoas cadastradas.

A versão de 2012 desta Pesquisa havia mostrado que a falta de relevância do assunto (para 31% dos entrevistados) e a frequência excessiva de mensagens (30%) eram as principais razões para as pessoas desistirem de receber e-mail dessas empresas. A mesma pesquisa indicou que promoções, brindes e descontos são os motivos que mantêm os clientes interessados em prosseguir com o cadastro (83%), bem à frente de outras razões, como a fidelidade à marca (7%), o interesse por saber por atualizações da empresa (6%) e o interesse em participar de pesquisas de opinião (3%).

Além de se manterem cadastrados, o interesse pelo teor da mensagem também se eleva, quando o cliente percebe que a informação é útil para a sua vida (marketing de conteúdo) e que terá proveitos comerciais ou pessoais (descontos e brindes).

Obviamente, a mesma lógica aplicada ao marketing de e-mails vale para outras formas de marketing na internet, sobretudo nas redes sociais.

Como conclusão deste artigo, temos 15 dicas que podem orientar as ações de uma empresa quanto ao mailling marketing:

1. Só envie e-mails e mensagens a quem queira recebê-los;

2. Lute para criar um banco de dados espontâneo;

3. Estimule o cadastro espontâneo através de brindes, promoções e dicas;

4. Fidelize o canal de comunicação que está sendo criado, mostrando ao cliente que a empresa dá valor a esse canal e que o cliente vai ser beneficiado com esta comunicação;

5. Coloque títulos ou assuntos bem chamativos nos e-mails e mensagens;

6. Seja direto e objetivo na comunicação;

7. Desenvolva uma boa programação visual (boa diagramação, boas imagens, sem deixar a comunicação muito pesada);

8. Mantenha a pessoa cadastrada fornecendo-lhe brindes, promoções e dicas (coisas úteis aos clientes);

9. Evite o excesso de e-mails e mensagens;

10. Estabeleça uma constância razoável (semanal, quinzenal, mensal, isso pode variar, dependendo do público-alvo), mas não mande mensagens só para "cumprir tabela", quando não houver nada de importante a dizer ou a oferecer.

11. Contrate programas ou serviços de "entrega" de mensagens que fornecem estatísticas (quantas pessoas abriram as mensagens, quais os links mais clicados).

12. Monitore os resultados: tenha estatísticas sobre quantas pessoas se cadatraram/descadastraram a cada período, que tipo de prêmio promoveu mais cadastros, o que funcionou nas melhores campanhas, o que não funcionou nas piores campanhas etc.

13. Crie campanhas coerentes: cada mensagem deve ser vista como uma campanha de marketing, não só porque quer vender algo aos cadastrados, mais também porque quer que eles se sintam beneficiados;

14. Crie uma estrutura de boletim ou de newsletter: seus leitores devem ir se acostumando sobre qual lugar da mensagem vai estar a dica, qual lugar vai estar a promoção ou brinde etc.

15. Facilite o descadastro, isto é, mantenha um link bem visível para a pessoa se descadastrar sem burocracia.

Nesse artigo, vemos um caso de aplicação da famosa Curva de Laffer no marketing digital. Esta "curva", originariamente aplicada ao mundo da tributação, pode encontrar aplicação em outros campos. Tem como princípio que o excesso de uma iniciativa pode trazer resultados menores do que se essa iniciativa fosse aplicada de forma mais ponderada. A curva tem o formato de uma montanha: mais iniciativa gera mais resultado no começo, até o ponto de saturação (o início do declínio), em que mais iniciativa provoca menos resultados.

Um exemplo do funcionamento da curva de Laffer: o governo pode arrecadar mais se aumentar a alíquota de um imposto de 15% para 20%; porém, se aumentar para 25%, pode arrecadar menos do que arrecadaria com a alíquota a 15%, pois a alíquota elevada estimula a sonegação e desestimula a realização de negócios que geram os impostos (números meramente exemplificativos). Um outro exemplo, também numa área diferente que a do marketing digital: uma empresa pode ganhar mais se colocar um produto a venda por R$ 180,00 e conseguindo vender cinco unidades diariamente, do que se colocar o mesmo produto a venda por R$ 200 e vender só uma unidade / dia.

Aplicando a Curva de Laffer ao tema do nosso artigo, podemos dizer que a empresa estará perdendo clientes e realizando campanhas menos efetivas se disparar uma sobrecarga de mensagens, sobretudo se essas mensagens forem "ocas".

Fonte: http://www.administradores.com.br/

 




8 erros que as empresas cometem nas redes sociais
 


 

 

 

Saiba como usar as redes sociais a favor do seu negócio, evitando as gafes cometidas por muitas empresas.

São Paulo – As redes sociais são importantes aliadas de empresas interessadas em se aproximar de seus consumidores e construir um relacionamento duradouro com eles. Mas, para garantir o sucesso da estratégia, é necessário entender como funciona este universo e evitar deslizes comuns que podem transformar estes canais em temíveis algozes da sua reputação.

A WebMint, empresa especializada em comunicação digital do Grupo Mint, mapeou com exclusividade para EXAME.com os erros mais frequentes que as empresas cometem em suas estratégias de mídias sociais. Saiba quais são eles e confira as dicas de Victor Macedo, diretor do Grupo Mint, para evita-los: 

1. Não ouvir os clientes

Ao mostrar sua cara nas redes sociais, uma empresa deve estar preparada tanto para ouvir elogios quanto reclamações e responder de maneira satisfatória ao cliente. Os comentários devem funcionar como indicadores de qualidade dos produtos e serviços que a empresa está oferecendo. “É nas críticas que estão as melhores oportunidadesde mudança”, diz o especialista.

2. Não interagir com os clientes

Criar um perfil nas redes sociais e deixa-lo às moscas é o maior erro que uma empresa pode cometer. Crie uma estratégia para manter seu perfil sempre atualizado com novidades e dialogue com os seus fãs e seguidores – dessa forma eles se sentirão estimulados a continuar interagindo com a sua marca. 

3. Não monitorar os resultados

Deixar de observar como sua marca está repercutindo nas redes sociais é um risco que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de correr. Mesmo que você não tenha um perfil, conversas espontâneas envolvendo seus produtos e serviços podem estar acontecendo sem que você se de conta. Na melhor das hipóteses, você pode estar perdendo uma oportunidade de entender como os seus clientes pensam e se comportam em relação à sua marca. Na pior, pode estar alheio enquanto uma campanha negativa de graves proporções atinge sua credibilidade. “Tenha uma equipe preparada para monitorar os perfis e antecipar possíveis crises”, alerta Macedo.

4. Perder a concorrência de vista

Deixar de monitorar seus concorrentes fará com que sua empresa esteja sempre um passo atrás. Acompanhe o que outras empresas estão fazendo para poder identificar tendências e avaliar os principais erros e acertos. “O objetivo não é copiar, mas se manter atualizado sobre o que está sendo feito e de que maneira você pode adaptar para a realidade da sua empresa”, recomenda o especialista.

5. Agir de maneira precipitada

As redes sociais abrem espaço para um relacionamento menos duro e formal com o cliente, mas é preciso ter muito cuidado para não reagir de maneira precipitada diante de reclamações e denúncias. Apure as informações antes de tomar qualquer providência. “Não saia dando RT ou respondendo questionamentos antes de entender a atmosfera na qual aquela mensagem se encontra. É preciso ter o cuidado de buscar fontes e outros usuários para confirmar informações e histórias”, opina o diretor.

6. Pecar na revisão

As informações se propagam muito rapidamente nas redes sociais, portanto faça uma boa checagem antes de publicar algo. Revise o português, verifique os links e o próprio conteúdo da mensagem. “Frações de segundos podem causar um grande barulho negativo (ou positivo) na sua divulgação”, lembra Macedo.

7. Embarcar na fofoca digital

Usar as redes para difamar a concorrência é uma falha grave na estratégia de mídias sociais. “Falar mal de concorrentes pode causar não só a morte da reputação digital da empresa como também da marca off-line”, destaca o especialista. “Se a sua empresa contratou uma agência para realizar esse tipo de trabalho, tenha atenção redobrada”, acrescenta. 

8. Menosprezar a relevância do conteúdo

Bombardear os clientes apenas com informações institucionais e se autopromover o tempo todo vai afastá-los do seu perfil. Alimente sua conta com informações úteis, interessantes e relevantes para o seu público. “A mesma rapidez com a qual um usuário escolhe seguir uma empresa no Twitter é a que o faz desistir quando seu canal não tem mais nada de interessante para transmitir”, alerta Macedo.

Fonte: Site Exame

 




 


 
 
  
  
  
  


  


Uso de tecnologia em sala de aula aumenta o rendimento dos alunos, aponta estudo

04/02/2013

Estudo da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) relaciona tecnologia e desempenho escolar. Resultados apontam melhora de 32% no rendimento dos estudantes




6
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

Ao longo de 2013, serão oferecidas seis capacitações sobre o uso de notebooks na sala de aula, o que são os objetos de aprendizagem e como utilizá-los em cada uma das áreas

 
 

 

Uma pesquisa realizada pelo núcleo de ensino da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) mostrou que o uso de ferramentas tecnológicas educativas melhoram em 32% o rendimento dos estudantes em matemática e física em comparação aos conteúdos trabalhados de forma expositiva em sala de aula. O estudo Objetos de Aprendizagem em Sala de Aula: Recursos, Metodologias e Estratégias para a Melhora da Qualidade de Ensino foi desenvolvido durante dois anos e avaliou o desempenho de 400 alunos de oito turmas de 2º e 3º anos da escola estadual Bento de Abreu, em Araraquara, no interior de São Paulo.

 

» 10 super ferramentas para usar na sala de aula em 2013 
» 3 ferramentas tecnológicas que podem revolucionar a sala de aula em 2013 
» 11 motivos para usar vídeos em sala de aula

 

Segundo informações do portal Porvir, as aulas foram divididas entre expositivas e atividades que contavam com o que a pesquisa chama de objetos de aprendizagem, ou seja, recursos tecnológicos que permitem a interação com o conteúdo, como animações, simulações e jogos. Um desses games, por exemplo, ensinava análise combinatória. Nele, os alunos precisavam analisar quantas possibilidades de roupa Susana, a bonequinha animada, poderia usar para ir à balada. Já em outro, usavam o jogo para organizar diferentes times de futebol para aprender sobre arranjo.

 

Diante da experiência, o estudo mostrou que os estudantes com menor desempenho em sala de aula obtiveram maior rendimento com o uso das ferramentas tecnológicas. Aqueles com média cinco, ou abaixo desse valor, melhoraram em 51% seu desempenho em física e matemática. Já aqueles com média acima de cinco, obtiveram um ganho médio de 13%.

 

Ao todo, foram trabalhadas cerca de 20 ferramentas tecnológicas nas aulas. Algumas delas, foram criadas pelo núcleo de ensino da Unesp. Porém, a maioria, foi aproveitada de repositórios educativos locais, como oBIOE (Banco Internacional de Objetos Educacionais) e Rived, programa da SEED (Secretaria de Educação a Distância) ou traduzidas de repositórios internacionais.

 

 

5 aplicativos para usar em sala de aula

 

Próxima etapa

Por conta dos bons resultados, neste ano terá início uma versão mais ampla do projeto, que agora passa a ser apoiado com recursos financeiros da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). O número de alunos atingidos subirá para 600 e a pesquisa contemplará os três anos do ensino médio. Também será expandida a quantidade de disciplinas: além de matemática e física, os professores usarão as ferramentas em português, química e filosofia.

 

Diferentemente da versão anterior, os alunos não vão mais precisar se deslocar ao laboratório de informática. Serão fornecidos 35 notebooks para que as atividades sejam realizadas dentro da sala de aula.

 

Outro diferencial desta nova fase será a capacitação dos professores e a entrega de bolsas-auxílio aos seis professores participantes do projeto – diferentemente da primeira etapa, em que não contavam com nenhuma espécie de formação ou pagamento. Ao longo do ano, serão oferecidas seis capacitações sobre o uso de notebooks na sala de aula, o que são os objetos de aprendizagem e como utilizá-los em cada uma das áreas. Para dar sustentabilidade à iniciativa, também serão criados roteiros (do professor e do aluno) para orientar os professores interessados em replicar a metodologia.

 



10 ótimos hábitos de estudo

20/02/2013

Encontrar novos métodos de estudo é sempre bom para melhorar suas notas. Confira a seguir 10 excelentes hábitos de estudo


6
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

Mude algumas atitudes para cuidar melhor de sua mente, corpo e melhorar as suas notas

 

 

Nunca é tarde demais para desenvolver novos hábitos de estudo. Se você está começando um novo ano letivo ou só deseja melhorar suas notas e desempenho escolar, confira a seguir uma lista de bons hábitos e comece a fazer algumas mudanças em sua rotina de estudos:

 

» 4 péssimos hábitos de estudo 
» 5 resoluções de ano novo para você arrasar nos estudos 
» Como usar as cores para estudar para o Enem 

 

1. Anote todos os compromissos

Você pode usar uma agenda, um caderno ou até mesmo o seu celular, o importante é anotar todos ostrabalhos e tarefas que devem ser entregues, as datas, semana de provas e todos os seus compromissos escolares, para que você não fique perdido.

 

2. Lembre-se de entregar suas tarefas

Para evitar o esquecimento de documento importantes da escola, você deve estabelecer uma rotina organização. Depois de realizar todas as suas tarefas diárias verifique se cada trabalho está em seu devido lugar, e principalmente se todos estão em sua mochila. Não perca nota por atraso na entrega, fique de olho nos prazos e seja pontual.

 

3. Comunique-se com seu professor

Todo relacionamento bem-sucedido é baseado em uma comunicação aberta. A relação professor-aluno não é diferente. Falta de comunicação é outro fator que pode causar notas baixas, apesar dos esforços de sua parte. No final do dia, certifique-se de compreender as expectativas que o professor tem de você. Certifique-se de fazer perguntas e descobrir o formato que você deve usar quando você escreve um artigo ou faz um trabalho. Quanto mais perguntas você fizer, mais preparado você estará.

 

4. Faça um esquema de cores

Conceber um sistema de organização com cores é uma ótima opção para quem tem problemas em deixar o material em ordem. Você pode selecionar uma única cor para cada matéria, como a ciência ou história, e usar essa mesma cor para sua pasta, marcadores, notas e canetas. Você ficará surpreso ao descobrir como as habilidades de organização podem ser úteis.

 

5. Estabeleça um local de estudo

Antes de começar a estudar, você precisa definir o seu local ideal de estudo. Encontre um lugar para estudar que esteja de acordo com a personalidade e estilo de aprendizagem. Alguns estudantes precisam de uma sala completamente tranquila, e livre de interrupções, mas existem outros que preferem estudar ouvindo música ou com várias pausas.

 

6. Prepare-se para as provas

Mesmo estudando todos os dias, você precisa se preparar para as provas. Para isso, planeje seus estudos com antecedência para que você não tenha nenhuma surpresa. Selecione as matérias mais importantes e estude uma coisa por vez.

 

7. Conheça o seu estilo de aprendizagem

Alguns estudantes memorizam melhor as informações quando elas estão em imagens, ou preferem estudar por áudio. Independente dos métodos, você precisa descobrir qual o seu estilo de aprendizagem. Assim, você será capaz de reconhecer a melhor forma de estudo. Cada aluno deve examinar e avaliar os seus hábitos e suas tendências naturais para decidir como eles podem ser capazes de melhorar seus hábitos de estudo.

 

8. Faça anotações

Se você é pessoa visual, você deve fazer as suas anotações em forma de desenhos. Se você tem mais facilidade com palavras-chave a ideia é selecionar as melhor e montar o seu esquema de estudo. O importante é fazer anotações relevantes que possam facilitar o seu estudo.

 

9. Crie uma lista de prioridades

Não adianta perder tempo tentando ler mil livros ao mesmo tempo. Isso só vai cansar o seu cérebro e desgastá-lo fisicamente. Antes de estudar faça uma lista de prioridades, elegendo as matérias mais importantes e as secundárias. Isso vai ajudar a direcionar os seus estudos.

 

10. Cuide-se

Alguns de seus hábitos pessoais podem estar afetando suas notas. Você está se sente cansado, dolorido, ou entediado quando o assunto é estudo? Você pode aumentar as suas notas apenas praticando alguns hábitos saudáveis em casa. Mude algumas atitudes para cuidar melhor de sua mente, corpo e melhorar as suas notas.

 

 

 


Como criar um plano estratégico para os estudos

07/05/2013

Quer cumprir todas as suas metas de estudo? Veja como criar um plano estratégico para te auxiliar nos estudos


17
 

 Como criar um plano estratégico para os estudos

Crédito: Shutterstock.com

É difícil definir uma boa estratégia na primeira tentativa

 

 

Para conseguir o que você quer - em qualquer coisa na vida - é necessário que você se programe. Essa programação é feita por meio de objetivos, que vão guiá-lo até o sucesso na escola, faculdade e até trabalho. Confira a seguir 5 dicas para criar um plano estratégico:

 

Leia também: 
» 4 habilidades essenciais para ter sucesso nos estudos 
» 5 sites para facilitar sua rotina de estudos 
» Todas as dicas de estudo

 

1. Ponha seu objetivo no papel
Você vai começar o seu caminho para o sucesso quando definir um objetivo principal para você mesmo (por um, quatro ou mais anos). Seus sonhos devem ser postos em papel para concretizar uma ideia. É necessário definir quais as metas que devem ser cumpridas ao longo do trajeto para auxiliar a alcançar o seu objetivo.

 

2. Escolha metas
As metas servem para identificar o que precisa ser feito para conseguir cumprir a sua missão. Sempre existirão problemas em seu percurso, mas o importante é criar uma maneira de se proteger desses problemas – isso permite que você tenha mais tempo para fazer as suas tarefas.

 

3. Analise cada objetivo
Analise bem as metas estabelecidas e veja o que pode interferir no processo para conquistar esse objetivo. Sempre pense em uma maneira de conseguir contornar os problemas e se manter no caminho. Seja realista ao examinar a sua rotina e seus planos.

 

4. Crie objetivos
Os objetivos vão auxiliar para que você chegue ao sucesso. É por meio deles que você vai começar o caminho e continuar nele. Seus objetivos precisam ser criados a partir de sua rotina, que deve ter metas para melhorar o aproveitamento de suas horas de cada dia.

 

5. Avalie o seu progresso
É difícil definir uma boa estratégia na primeira tentativa. Ela vai se aprimorando conforme o que vai acontecendo ao longo do caminho. De acordo com seus objetivos é possível traçar um plano estratégico para ver se está alcançando suas metas.

fonte: ww.mec.org.br/dicas

 

Apresentações: 5 regras práticas para evitar a Morte por PowerPoint

Augusto Campos em 27/05/2013

 

Os anos passam e continuamos expostos a apresentações com dezenas de slides, textos gigantes, transições demoradas e deixando a parte importante para o final – reunindo assim uma coleção de obstáculos entre o público e a conclusão desejada.

Já tratamos algumas vezes do assunto, incluindo a meta dos 10/20/30 (10 slides, 20 minutos, nenhuma fonte menor que 30) definida pelo investidor Guy Kawasaki que vimos no artigo Os sete pecados capitais do Powerpoint, mas o fato é que ainda há gente que avalia o material de apresentação pelo volume de informação que consegue fazer constar nele mesmo, como se fosse uma apostila, e não como material de apoio à exposição pelo palestrante ou apresentador.

Você, leitor do Efetividade, provavelmente já faz ou prefere apresentações melhores do que a maioria, e talvez (assim como eu) sirva como consultor informal de outros apresentadores na hora de preparar as apresentações deles, e sofra pela insuficiência de argumentos para os convencer de que slide não é apostila, nem resumo – e que os slides que eles vêem em outras apresentações sonolentas não servem como termo de comparação.

Hoje comentarei, portanto, sobre as 5 regras para escapar de slides realmente ruins, evitando assim a Morte por Powerpoint. Elas foram propostas na década passada por Seth Godin, autor de vários best-sellers sobre liderança, marketing e a maneira como ideias são disseminadas.

Apresentações efetivas: 5 regras simples

As 5 regras a seguir foram propostas por Seth Godin, e seguem com meus comentários, e a ressalva: são metas, e não mandamentos; é preciso saber onde e quando quebrá-las, mas isso não deve ocorrer em todo slide de toda apresentação.

Não mais do que 6 palavras em cada slide. Eu iria além: 6 de título, 6 de subtítulo. Mais do que isso, e o slide servirá para informar ao público o que o apresentador falará nos próximos minutos, dando a eles o ensejo de checar seu e-mail no smartphone, em vez de observar aquilo que o autor deixou para transmitir pela eloquência e emoção.

Nada de imagens cafonas. Os cliparts que acompanham o seu pacote de ferramentas de escritório são reconhecíveis a quilômetros de distância e transmitem a ideia de que o que está sendo apresentado é tão clichê que pode ser representado por eles. Imagens mal redimensionadas, mal posicionadas, etc. também geram adjetivos sobre a sua mensagem. Se necessário, peça ajuda, e sempre recorra a bancos de imagens com qualidade profissional.

Sem transições entre slides. A tela girando, dissolvendo, fazendo barulhos e apresentando os mais belos (ou mais bregas) efeitos visuais entre um slide e outro, serve para distrair, para atrair os olhos para o slide (e não para você), e para atrasar a chegada da próxima ideia, em troca de nenhum efeito positivo para a transmissão da sua ideia.

Use os efeitos sonoros apenas para o bem. Os efeitos que vêm como exemplo com a sua ferramenta transmitem a mesma sensação que os cliparts dela, e nem todo auditório está apto a reproduzir sons com qualidade mas, se você quiser usar sons, use poucos, em momentos estratégicos, e voltados a transmitir uma emoção, não um lembrete ou um despertador.

Não distribua versão impressa dos seus slides. Bons slides só funcionam como apoio à sua apresentação. Ao invés de imprimi-los, imprima um breve documento com o texto que você DEIXOU DE INCLUIR nos seus slides, para distribuir ao final.

Seguindo essas regras, a definição de sucesso é fácil de compreender: cada novo slide transmite uma reação emocional (surpresa, etc.) à plateia, seguida da curiosidade em saber como aquela imagem e título serão encaixadas nas palavras do apresentador. As palavras servirão para fixar a imagem, e a força com que a imagem será armazenada na memória depois servirá para ajudar a lembrar da sua mensagem. Vitória tripla!


Como estudantes podem tirar benefícios das redes sociais

19/02/2013

Para os estudantes, as redes sociais são muito mais do que ferramentas de distração. Se usadas da maneira correta, as mídias sociais podem beneficiar os jovens de diversas formas. Veja algumas delas 
 


1
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

A difusão do conhecimento foi amplamente beneficiada pelas redes sociais

 

 

Embora sejam consideradas as grandes vilãs na luta contra a distração, as redes sociaisrepresentam uma série de oportunidades de aprendizado para os estudantes. Basta que elas sejam utilizadas da maneira correta. Este é o momento no qual os estudantes estão experimentando mais do que apenas livros e tarefas, eles estão aprendendo e se adaptando a um mundo que conta com diversas outras maneiras de se informar e se comunicar. Portanto, em um mundo onde as conexões são tão importantes, é fundamental que os estudantes entendam as melhores maneiras de tirar proveito das redes sociais. Confira alguns deles:

 

» 6 dicas eficientes para professores nas redes sociais 
» 5 dicas espertas para conseguir um emprego com as redes sociais 
» 5 erros nas redes sociais que podem prejudicar sua carreira

 

 

Como se beneficiar das redes sociais: 1. Conexões

A estrutura das redes sociais foi desenhada com o propósito de conectar comunidades. Uma das coisas mais interessantes sobre elas é que seus usuários podem interagir uns com os outros simplesmente pela presença digital. Atualmente os estudantes estão acessando o Facebook, o Twitter e até mesmo oInstagram com o objetivo de conectarem-se e dividirem informações com aqueles que estão ao seu redor.

 

 

Como se beneficiar das redes sociais: 2. Engajamento online

Não importa se eles estão compartilhando fotos pessoais, links de notícias e sites engraçados ou mesmo comentando as publicações de outras pessoas, nas redes sociais os estudantes se engajam além dos propósitos sociais de interação. E isso não vale apenas para amigos e familiares. É cada vez mais comum ver estudantes mantendo diálogos e discussões com seus professores nas redes sociais. Esse tipo de relação ajuda-os a construir o seu senso de presença digital. Eles aprendem como interagir, com quem interagir e quais as ferramentas básicas necessárias para isso.

 

 

Perguntas que deve fazer antes de postar mensagens nas redes sociais

 

 

Como se beneficiar das redes sociais: 3. Conhecimento

Usuários de mídias sociais compartilham informações entre si o tempo inteiro. Embora pareça que os animais em situações inusitadas e as pessoas feridas tomem conta das redes sociais, a verdade é que adifusão do conhecimento foi amplamente beneficiada pelas redes sociais. Para que os estudantes utilizem isso a seu favor é necessário filtrar informações, analisando e retendo apenas aquilo que pode contribuir para a formação pessoal e acadêmica.

  

Como se beneficiar das redes sociais: 4. Marketing de mídias sociais

A expansão das redes sociais criou uma nova maneira de se apresentar para o mundo, seja pessoalmente ou no mercado de trabalho. Por isso, como um usuário de mídias sociais, os estudantes podem aprender a se posicionar de maneira que seus perfis sejam “vendáveis” no mundo profissional, trabalhando com estratégias. Isso é essencial para que os jovens sejam capazes de estabelecer seu lugar no mercado de trabalho.

 

As melhores ferramentas tecnológicas para educação de A a Z

07/01/2013

A educação e a tecnologia andam juntas. Para aperfeiçoar os seus estudos, confira algumas ferramentas grátis para você melhorar o seu aprendizado 
 


12
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

Ferramentas podem ajudar - e muito - a melhorar o seu aprendizado

 

 

Na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula e se tornam ferramentas indispensáveis para professores e educadores. Para acompanhar o desenvolvimento tecnológico, computadores devem estar conectados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos para auxiliar o aprendizado dos estudantes.

 

» 5 ferramentas online para estudantes de jornalismo 
» As 15 melhores ferramentas e aplicativos para estudantes universitários 
» 4 ferramentas divertidas para fazer suas próprias músicas e gravações

 

Se você deseja melhorar o seu aprendizado, confira algumas ferramentas que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado:

 

AudioBoo - Essa plataforma é utilizada para realizar gravação de áudio e compartilhamento em blog. Uma ótima maneira de trabalhar de maneira interativa e espontânea com blogs. 

 

Bitstrips - Com esse site você será capaz de criar faixas interativas de histórias em quadrinhos. A plataforma é fácil de usar. Serve para os alunos de todas as idades. 

 

CK-12 - Essa plataforma disponibiliza várias matérias relacionadas com cada área específica de ensino. Desde exercícios de livros tradicionais até vídeos e artigos de revistas. 

 

Diigo - Mais do que um caderno de anotação online, nesse site é possível salvar listas de recursos para estudantes e fazer anotações para compartilhar em sala de aula. 

 

Edmodo - Essa é uma excelente plataforma para conectar professor e aluno. A partir dessa rede social, educadores e estudantes podem comentar, compartilhar e divulgar informações. 

 

Fluxtime - Esse site de animação é instantâneo e fácil de usar. Com eleos alunos podem desenvolver e compartilhar suas animações por e-mail. 

 

Grouptable - Com essa plataforma online os alunos conseguem criar tabelas para grupos de estudo ou projetos para dividir as tarefas e medir as contribuições individuais de cada componente. 

 

Helipad - Essa plataforma possibilita o armazenamento online de anotações permitindo aos alunos a utilização em aulas e palestras. O site também permite que os usuários façam pesquisas e compartilhem documentos. 

 

Issuu - Esse site permite que você crie a sua própria revista online. O aplicativo é perfeito para publicações estudantis ou de trabalhos de fim de ano. 

 

Jing - Use esse site para criar seus próprios tutoriais de vídeo. A plataforma é prática, e o site dá instruções de como usar em sala de aula. 

 

Khan Academy - Esse site disponibiliza vídeos tutoriais sobre as materias estudadas no ensino médio. 

 

Lingro - Esse site faz tradução simultânea de qualquer palavra em um único clique. Ele ainda salva o seu vocabulário para você testar mais tarde. 

 

My Maths - Usado por milhares de professores e alunos, o site contém vários recursos de aprendizagem. Você consegue acessar aulas prontas e tarefas online. 

 

NoteMesh - Esse serviço é bom para fazer anotações colaborativas. Permite que os alunos participem mais da aula unificado as suas anotações com os colegas. 

 

Open Education Database - Nessa plataforma, você tem acesso a várias informações sobre os programas escolares e universitários disponíveis nos Estados Unidos. 

 

Poll Everywhere - Com esse aplicativo, você será capaz de desenvolver pesquisas de audiência durante a aula. A partir de uma pergunta os alunos conseguem interagir diretamente com os professores via computador e mensagens de texto. 

 

Qik - Nessa plataforma você conseguirá registrar e compartilhar vídeos do site para o seu celular. 

 

ReadWriteThink - Essa ferramenta online incentiva o aluno a criar os textos em diferentes formatos, desde jornais até panfletos publicitários. 

 

Studeous - Essa rede social tem a mesma função que o Facebook, só que sem as eventuais distrações. Ela permite que o professor crie um grupo privado, mantendo a dinâmica na sala de aula. 

 

ThumbScribes - Esse é um site de criação de contaúdo colaborativa, que permite que os alunos trabalhem em conjunto para produzir poemas, contos, histórias de ficção, novelas e músicas em tempo real.

 

Udemy - Recurso online gratuito que permite a criação de cursos online. O site inclui apresentações, guias de vídeo e artigos. 

 

Visual Thesaurus - Ferramenta que transforma mapas mentais e brainstormings em diagrama

 

WingClips - Essa plataforma disponibiliza clipes para download de filmes famosos e inspiradores para utilização em escolas e salas de aula. Esses vídeos devem inspirar o debate e criatividade dos alunos. 

 

Xtranormal - O site é fácil, divertido e ajuda os alunos a transformarem suas próprias palavras em um filme de animação 3D

 

Yacapaca - A plataforma ensina a criar quizzes entre alunos e professores, definir o trabalho de classe e as atribuições de cada estudante. 

 

Zooblogs - Site ideal para crianças, famílias e estudantes que desejem desenvolver blogs. 

 

 

 



 

6 aplicativos educacionais para tablets

28/02/2013

Os tablets já são comuns em muitas salas de aula. Se você deseja expandir e aprimorar o uso dessa ferramenta, confira seis aplicativos para utilizar durante os estudos

5
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

No Google Drive é possível criar arquivos, pastas, importar documentos e compartilhá-los com outros colegas

 

 

As opções de aplicativos educacionais têm aumentado cada vez mais. Criadores de histórias em quadrinho, ferramentas de edição de vídeo, plataformas para publicação de textos e materiais audiovisuais, livros digitais, entre muitas alternativas, permitem que alunos e professores se envolvam em atividades colaborativas, dinâmicas e criativas durante as aulas e em nos momentos livres.

 

» 5 aplicativos para tablets super úteis em sala de aula 
» Como conseguir livros grátis para Kindle, tablets e smartphones 
» 8 ferramentas para o Twitter que você não pode perder

 

Confira a seguir seis sugestões de aplicativos educacionais que você pode utilizar:

 

6 aplicativos educacionais para tablets: 1. Explain Everything
O aplicativo não é gratuito, mas vale a pena por suas inúmeras ferramentas. Com o Explain Everything é possível explicar, animar e narrar apresentações e outros conteúdos em vídeo. Você pode criar uma enorme diversidade de materiais, como aulas, atividades e tutorias.

 

6 aplicativos educacionais para tablets: 2. Google Drive
Com o aplicativo gratuito do Google Drive é possível criar arquivos, pastas, importar documentos e compartilhá-los com outros colegas.

 

6 aplicativos educacionais para tablets: 3. BookCreator
BookCreator permite que você crie seus próprios livros digitais. Os formatos podem ser variados, com a inclusão de fotos e arquivos em áudio e vídeo.

 

6 aplicativos educacionais para tablets: 4. Dropbox e iMovie
O aplicativo Dropbox também oferece serviços de compartilhamento de arquivos. Com ele é possível, por exemplo, criar e editar um vídeo pelo iMovie simultaneamente com colegas de classe.

 

6 aplicativos educacionais para tablets: 5. Subtext
O aplicativo Subtext, além de gratuito, oferece ferramentas para a leitura colaborativa. Por ser mais focado na educação, você tem a possibilidade de criar grupos privados e classe.

 

6 aplicativos educacionais para tablets: 6. Diigo
Diigo permite que você monte uma biblioteca personalizada com anotações, arquivos, imagens, livros, artigos online e muito mais.

 

 Fonte: Universia Brasil

 

5 sites para facilitar sua rotina de estudos

27/02/2013

Não deixe a carga de compromissos e arquivos gerados pelas atividades de estudo atrapalharem sua organização e produtividade. Veja cinco dicas que irão ajudá-lo

5
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

Sem a devida organização, esses materiais atrapalham o rendimento do aluno e podem prejudicar suas notas

 

 

rotina de um estudante é muito corrida. Além das muitas horas de aula por dia, ele também deve se preocupar com provas, redações, trabalhos e pesquisas solicitados semanalmente por professores de diferentes matérias. Todas essas atividades acabam por gerar uma enorme quantia de arquivos digitais. Sem a devida organização, esses materiais atrapalham o rendimento do aluno e podem prejudicar suas notas.

 

» 4 passos para criar uma rotina de produtividade 
» 7 sites para aprender online 
» 30 aplicativos essenciais para estudantes online

 

A seguir, confira cinco sites que vão ajudá-lo a administrar melhor seus arquivos e a compartilhá-los com os colegas e professores de acordo com suas necessidades: 

 

5 sites para facilitar sua rotina de estudos: 1. Evernote

Evernote oferece aplicativos para Android e iOS que compartilham arquivos, fazem anotações, arquivos em imagem e áudio, entre muitas outras aplicações. Você pode conectá-lo ao computador e aproveitar todas as vantagens em diferentes plataformas.

 

5 sites para facilitar sua rotina de estudos: 2. Google Drive

Google Drive permite que você conecte sua conta de e-mail do Gmail e outras plataformas em único local. Ele oferece um espaço de armazenamento de 5GB, suficiente para arquivos em PDF, Word, apresentações e mais.

 

5 sites para facilitar sua rotina de estudos: 3. Dropbox

Mais utilizado para fins corporativos e profissionais, o Dropbox possui duas alternativas. A opção gratuita do Dropbox oferece um espaço de 2GB para armazenamento, enquanto a paga oferece o limite de 100GB.

 

5 sites para facilitar sua rotina de estudos: 4. 4Shared

A disponibilidade de armazenamento do 4Shared é mais generosa, de 10GB. Ele também oferece umaplicativo para celular.

 

5 sites para facilitar sua rotina de estudos: 5. Mega

Do mesmo fundador do famoso e já extinto Megaupload, o Mega oferece gratuitamente um espaço de 50GB de armazenamento de arquivos de todos os tipos.

 

 

 


 

Veja como decidir se a educação online é para você

16/05/2013

Antes de começar a procurar por um curso on-line defina seus objetivos e motivos para fazê-lo. Veja o que precisa considerar antes de fazer um curso online

 

Veja como decidir se a educação online é para você

Crédito: Shutterstock.com

É sempre bom saber como será cobrado o curso antes de começar

 

 

Existem diversos benefícios em realizar um programa de cursos online: o custo dos cursos é mais acessível, existe uma maior flexibilidade de horário e você não terá problemas com trânsito para se locomover. No entanto, também há muitas coisas para se considerar antes de começar o curso. Confira quais são elas:

 

Leia também: 
» 4 tecnologias essenciais para alunos online 
» 3 dicas para estudantes online fazerem contatos 
» 101 links para aprender qualquer idioma de graça

 

1. Defina seus objetivos na educação on-line 
Antes de começar a procurar por um curso on-line defina seus objetivos e motivos para fazê-lo, como custo mais baixo, tempo mais limitado por conta do trabalho ou família, desenvolvimento em sua carreira, entre outras coisas.

 

2. Procure programas credenciados 
Muitos dos cursos online oferecem cursos para conseguir mais alunos, mas nem todos são credenciados. Mesmo que o ensino seja de qualidade, os diplomas que não são credenciados podem não ser válidos paradestacar em seu currículo.

 

3. Descubra como funciona 
É sempre bom saber como será cobrado o curso: por hora, ano ou tudo de uma vez só. Muitos cursos online não têm um método padrão para cobrar os seus alunos. Então, antes de começar o curso, descubra como ele funciona.

 

4. Procure por bolsas de estudo 
Assim como as instituições de ensino superior, existem alguns recursos financeiros que podem auxiliá-lo durante o seu curso online. Procure diretamente as organizações que oferecem bolsas de estudo para o curso que você deseja fazer.

 

5. Pesquise sobre a qualidade do curso 
Mesmo que os cursos permitam aos alunos que economizem mais dinheiro, você tem que garantir que oseu dinheiro não está sendo jogado fora. Tenha conhecimento sobre a qualidade de ensino que o curso oferece. Pergunte para quem está envolvido, como outros alunos, professores e organizadores.

 

6. Tenha certeza que os seus recursos tecnológicos sejam atuais 
Não importa o quão bom é o curso, se você não tem os recursos tecnológicos necessários para acompanhá-lo vai perder dinheiro e tempo. Internet lenta e pouco acesso a computadores podem atrapalhar diretamente o seu desempenho.

 

7. Veja quais são os equipamentos indispensáveis 
Além do computador e da internet, os alunos que realizam os cursos on-line devem se preparar para adquirir alguns recursos, como impressora, webcam e internet rápida.

 

8. Saiba se pode manter-se organizado 
Nas escolas e universidades os alunos encaram muita pressão para se manter nos estudos. Sem organização é impossível acompanhar um curso online. É preciso muita organização para seguir e completar um curso online.

 

9. Experimente os cursos gratuitos 
Os cursos gratuitos não poderão dar a você um diploma, mas é possível adquirir um certificado que poderámelhorar o seu currículo e mostrá-lo bem como funciona um curso online.

 
Fonte: Universia Brasil

10 dicas para aproveitar ao máximo um curso online

31/05/2013

Planejando dar início a um curso online? Confira 10 dicas para aproveitar ao máximo o que esse tipo de curso pode oferecer a você


 

10 dicas para aproveitar ao máximo um curso online

Crédito: Shutterstock.com

Se você pretende começar um curso online, faça uma pesquisa aprofundada sobre quais instituições têm credibilidade no mercado

 

 

Cursos online são uma ótima alternativa para quem não pode se deslocar até uma universidade tão facilmente. Porém, essa opção de estudo apresenta algumas desvantagens por não exigir o compromisso de comparecimento a uma sala de aula. E, por não exigir prazos de entrega específicos paratrabalhos, os estudantes podem prejudicar o seu rendimento e deixar suas atividades para a última hora.

 

Leia também: 
» 5 coisas que você deve analisar antes de ministrar um curso online 
» Nove vantagens de fazer um curso online de idioma 
» 101 links para aprender qualquer idioma de graça

 

Se você pensa em fazer um curso online, confira 10 dicas para não cair na procrastinação:

 

1. Saiba como controlar seu tempo
Alguns cursos online permitem que seus alunos entreguem seus trabalhos e realizem os exames de avaliação apenas ao final do curso. Isso pode acabar fazendo com que você resolva deixar suas responsabilidades para a última hora, acumulando tarefas e deixando de estudar quando deve. Para que isso não aconteça, aprenda a controlar seu tempo. Faça planos de estudo, crie listas dividindo em tópicos suas tarefas e organize-se. Assim, seus estudos estarão sempre em dia e você terá um bom aproveitamento do curso.

 

2. Aprenda qual seu jeito de aprender antes de iniciar um curso online
Cada pessoa possui um jeito próprio de estudar. Enquanto alguns aprendem melhor apenas lendo a matéria, outros preferem fazer resumos. Por isso, procure saber qual é o estilo de estudo que melhor se encaixa com você antes de iniciar um curso online, pois talvez esse não seja o formato mais adequado para você.

 

3. Atente-se para criar trabalhos originais
Em um curso online é muito fácil se desviar do objetivo ao desenvolver um projeto. Você pode “cair na tentação” de simplesmente encontrar um texto na internet e enviá-lo da mesma forma como encontrou. Em outras palavras: plagiar o trabalho de outra pessoa. Não é difícil identificar um trabalho plagiado e em alguns cursos de graduação, isso pode levar à expulsão do aluno. Por isso, leve seus projetos a sério e os faça por você mesmo.

 

4. Certifique-se de escolher uma instituição que ofereça diplomas válidos
Se você pretende começar um curso online, faça uma pesquisa aprofundada sobre quais instituições têm credibilidade no mercado. Não adianta conseguir um certificado de conclusão de curso de alguma faculdade que não é legalizada. Você perderá tempo e dinheiro e seu diploma não terá valor.

 

5. Administre seu tempo
Para pessoas que trabalham e têm outras responsabilidades, como cuidar da família, um curso que tome uma quantidade de tempo muito extensa pode não ser a melhor opção. Falta de tempo gera estresse e, além disso, você não conseguirá se dedicar totalmente a nenhuma de suas atividades. Verifique, então, se você terá o tempo necessário disponível para seus estudos e administre-o de maneira organizada.

 

6. Faça sua inscrição o quanto antes
Todas as instituições de ensino estipulam um prazo para matrícula. Atrasar na inscrição pode resultar em um adiamento da data para o pagamento, o que pode fazer com que você perca a chance de se matricular por não ter como pagar as taxas requeridas.

 

7. Utilize os serviços de ajuda oferecidos
Muitos alunos têm receio de procurar por ajuda quando têm dificuldades e, por isso, acabam se perdendo durante o curso. É por isso que você deve aproveitar todas as vantagens que a instituição escolhida por você oferecer.

 

8. Faça escolhas que se encaixem aos seus interesses
É comum que estudantes baseiem suas escolhas levando em consideração os benefícios futuros que elas podem garantir, esquecendo as responsabilidades com que terão que lidar. Não opte por um curso apenas pelos altos salários que um diploma pode te oferecer; escolha a carreira pela qual você realmente tem interesse e se sente motivado para seguir. A mesma dica serve para o momento em que você já estiver cursando: não escolha temas de trabalho que não te agradam e pense bem antes de se oferecer para tarefas que você não terá tempo de realizar.

 

9. Analise sua situação financeira
Antes de se matricular em um curso online, verifique se sua situação financeira está em um bom momento e se você poderá pagar pelo curso sem precisar arrumar outro emprego para cobrir as despesas – até porque isso vai tomar seu tempo de estudo e você pode acabar interrompendo o curso por falta de dinheiro.

 

10. Use a tecnologia adequada
Um dos itens essenciais que você precisa para começar um curso online é um bom equipamento tecnológico. Sua conexão de internet deve ser rápida o suficiente e você necessita de alguns conhecimentos básicos sobre como usar o computador e seus programas principais.


Fonte: Universia Brasil

 

6 características essenciais para ser um estudante online de sucesso

03/04/2013

Está em um curso online e não sabe o que fazer para ser bem-sucedido? Veja 6 características que você deve desenvolver para aproveitar melhor o ensino digital 


3
 

6 características essenciais para ser um estudante online de sucesso

(Crédito: Shutterstock.com)

Você precisa organizar o seu cronograma diário para que as aulas caibam na sua programação do dia

 

 

Embora a educação online esteja crescendo cada vez mais, muitos estudantes que optam por esse estilo de ensino ainda acham difícilconciliar a tecnologia com os estudos. Essas dificuldades são compreensíveis, já que há cada vez mais ferramentas disponíveis. Entretanto, algumas características simples – e que podem ser desenvolvidas com treino! – são suficientes para garantir um melhor aproveitamento do curso online. Confira a seguir algumas habilidades necessárias para ser um estudante online bem-sucedido:

 

Leia também: 
» Como a aprendizagem online faz a diferença no seu currículo 
» 7 segredos para escolher um bom curso de idiomas online 
» 6 maneiras de se tornar um melhor estudante online

 

 

Como ser um estudante online de sucesso: 1. Motivação para aprender

Ao contrário dos cursos presenciais, em um ambiente online ninguém irá supervisionar o estudante ou lembrá-lo sobre suas tarefas e obrigações. Nos cursos online o estudante deve assumir um comportamento ativo e para isso é necessário estar altamente motivado.

 

 

Como ser um estudante online de sucesso: 2. Habilidades de gerenciamento de tempo

O padrão de chegar às aulas na hora determinada e sair ao toque do sinal não existe nas sessões de aula online. Aqui você precisa organizar o seu cronograma diário para que as aulas caibam na sua programação do dia.

 

 

Como ser um estudante online de sucesso: 3. Ser comunicativo

Essa característica também se refere ao comportamento ativo. Enquanto em uma sala de aula convencional você pode assumir uma atitude passiva e se beneficiar das dúvidas e diálogos dos seus companheiros de sala, no ambiente online você só pode contar com você mesmo. Por isso, para não se tornar invisível para os professores, é fundamental que você seja capaz de se comunicar de maneira clara e assertiva.

 

 

3 dicas de gestão de tempo para estudantes online

 

 

Como ser um estudante online de sucesso: 4. Ter autodisciplina

Como você é o seu próprio supervisor, deve ser altamente disciplinado. É fundamental ter consciência de que você só deve satisfação a si mesmo e não deixar que isso atrapalhe o seu desempenho. Comprometa-se com o curso, defina prazos para si mesmo e não passe para a próxima tarefa até que a anterior esteja concluída. São atitudes simples, mas que podem ajudar você a se manter interessado no curso.

 

 

Como ser um estudante online de sucesso: 5. Habilidades de pensamento crítico

Uma vez que os debates e fóruns com professores acontecem com menos frequência nos cursos online, é fundamental que você seja capaz de manter um mínimo de critério com relação às atividades propostas. Procure resolver os problemas e superar os desafios do curso de forma inovadora, com a ajuda de fontes de pesquisa variadas e opiniões relevantes a respeito do tema.

 

 

Como ser um estudante online de sucesso: 6. Domínio básico da tecnologia

Esse tipo de habilidade é muito mais comum aos jovens, mas mesmo eles podem apresentar dificuldade no que se refere ao domínio da tecnologia. Lembre-se de que para realizar um curso online é preciso muito mais que apenas um computador. Avalie as suas ferramentas tecnológicas, verifique se você tem todo o material necessário e dedique-se a entender o mínimo sobre o assunto. Lembre-se de que você deve conhecer o uso de softwares básicos e até mesmo possuir algumas técnicas de pesquisa.

 
Fonte: Universia Brasil


 

MEC pretende oferecer aulas de federais em plataforma online

17/01/2013

MEC (Ministério da Educação) pretende lançar o projeto Universidade Livre, que vai disponibilizar aulas de universidades federais na internet 
 


9
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

O projeto, chamado Universidade Livre, tem como objetivo distribuir o conteúdo ao público em geral

 

 

MEC (Ministério da Educação) estuda a possibilidade de disponibilizar na internet vídeos com palestras e aulas de universidades públicas federais. O projeto, chamadoUniversidade Livre, tem como objetivo distribuir o conteúdo ao público em geral. De acordo com a Agência Brasil de notícias, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, prevê que o projeto comece a funcionar ainda no primeiro semestre de 2013.

 

» 6 ferramentas online para uma educação global 
» Abertas as matrículas para 58 cursos online grátis MOOCs oferecidos por Miríada X 
» Universidades argentinas disponibilizam acervo para consulta online

 

“Desta forma, você poderá assistir a aula de qualquer professor em qualquer universidade do Brasil. [...] Serve para complementar o curso que está fazendo e isso vai multiplicar a capacidade pedagógica de aprendizagem. A iniciativa não substitui a universidade, não substitui a certificação que é o diploma, mas ajuda a reforçar o processo de aprendizagem”, explicou Mercadante.

 

O ministro afirma que o assunto já foi discutido com reitores e que foi recebido com simpatia. Contudo, Mercadante deixa claro que as universidades terão autonomia para decidir se querem ou não participar do projeto.

 

A iniciativa foi anunciada na última quarta-feira (16), durante seminário promovido pelo ministério com a presença do professor norte americano Salman Khan, autor de mais de 3,8 mil vídeos na internet.

 

 

5 dicas de sucesso para estudantes online

 

 

 


5 dicas de etiqueta para trabalhos em grupo

17/05/2013

Quer realizar um projeto em grupo sem passar pelas famosas crises? A tarefa pode ser muito simples, desde que algumas regras de etiqueta sejam seguidas. Confira quais são elas 


 

5 dicas de etiqueta para trabalhos em grupo

Crédito: Shutterstock.com

Uma vez ou outra será necessário cancelar um compromisso em nome do grupo, mas lembre-se de que outros integrantes também farão o mesmo sacrifício

 

 

Realizar um trabalho em grupo não é tão difícil quanto parece. Se todos os integrantesassumirem suas responsabilidades e se comprometerem em fiscalizar o trabalho dos demais, meio caminho para uma nota satisfatória já foi alcançado. Se você pretende melhorar o desempenho do seu grupo de trabalho e não sabe como fazer isso, confira 5 regras de etiqueta simples que vão ajudar no processo.

 

Leia também: 
» Como organizar um grupo de trabalho 
» 9 dicas para motivar seu grupo de estudos 
» Como estudar em grupo pode aumentar suas notas

 

 

5 dicas de etiqueta para trabalhos em grupo: 1. Seja justo

No início do projeto distribua as tarefas de maneira uniforme, de modo que nenhum integrante fique mais sobrecarregado que outro. Lembre-se também de estabelecer prazos para a entrega das etapas em que o projeto foi dividido. Isso impede que os seus colegas se sintam injustiçados e dá a eles ideias claras sobre o prazo disponível para concluir suas tarefas.

 

 

5 dicas de etiqueta para trabalhos em grupo: 2. Seja flexível

Combinar o horário de todos os integrantes pode ser uma tarefa complicada, já que todos têm outros compromissos durante a semana. Por isso, é fundamental que você seja flexível no agendamento dos encontros. Uma vez ou outra será necessário cancelar um compromisso em nome do grupo, mas lembre-se de que outros integrantes também farão o mesmo sacrifício.

 

 

5 dicas de etiqueta para trabalhos em grupo: 3. Esteja disponível

Diga aos seus colegas de trabalho qual é a melhor maneira de entrar em contato com você: e-mail, mensagens de texto, Facebook ou qualquer outro meio de comunicação. Contudo, só dizer a eles como encontrar você não é suficiente. Você precisa estar disponível.

 

 

10 dicas para formar um bom grupo de estudos

 

 

5 dicas de etiqueta para trabalhos em grupo: 4. Mantenha a comunicação aberta

Nenhum dos integrantes manda mais que outro dentro de um grupo de trabalho. Todas as opiniões têm o mesmo valor e as decisões devem ser tomadas em conjunto. Esteja aberto para ouvir novas sugestões e possibilidades, não tente ser o dono da palavra final.

 

 

5 dicas de etiqueta para trabalhos em grupo: 5. Esteja em dia com seus compromissos

Mantenha a sua parte do trabalho sempre em dia, concluída e revisada com a maior antecedência possível. Não faça com que as pessoas tenham de esperar por você, isso atrasa o andamento do projeto em geral e tira o prazer do grupo em ter você como integrante. Não queime futuras possibilidades.

 

 Fonte: Universia Brasil

 

5 causas para a falta de concentração

23/05/2013

Não consegue se concentrar nas suas aulas? Existe uma série de problemas que podem ser a causa do seu problema. Confira 5 causas para a falta de concentração


6
 

5 causas para a falta de concentração

Crédito: Shutterstock.com

O tédio é a maior causa para a falta de concentração, por isso você precisa encontrar a inspiração necessária para prestar atenção na aula

 

 

É comum deixar a mente divagar uma vez ou outra durante as suas aulas. Mas, se o problema se tornar constante, você deve se perguntar qual o motivo da sua falta de concentração, já que esse problema pode afetar o seu desempenho escolar.

 

Leia também: 
» Rabiscar aumenta memória e concentração, aponta estudo 
» 6 maneiras de melhorar sua concentração 
» Como se concentrar nos estudos

 

Confira 5 causas para a falta de concentração:

 

1. Fadiga 
Um dos grandes motivos para a falta de concentração é a fadiga. Se você está muito cansado e não está dormindo o suficiente, manter a concentração em um professor falando durante bastante tempo se torna uma tarefa complicada. Tente acostumar o seu corpo a uma rotina de sono que seja saudável e deixe você descansado para o dia de estudos.

 

2. Ansiedade 
ansiedade também é um grande obstáculo para a falta de concentração. A escola pode ser um ambiente estressante, e é normal passar o dia se preocupando com outros problemas. Mas tente encontrar maneiras de se livrar do estresse para não deixar o seu desempenho na escola cair.

 

3. Amor 
amor pode ser um problema para os adolescentes. É normal não conseguir prestar atenção em algo porque você não consegue tirar alguém da cabeça. Você precisa, portanto, encontrar uma forma de se disciplinar e organizar os seus pensamentos para conseguir estudar de forma satisfatória.

 

4. Dieta 
dieta também pode interferir na sua capacidade de concentração. O corpo humano precisa de alimentos saudáveis para funcionar da forma correta, então preste atenção no que você come e tente evitar alimentos muito gordurosos.

 

5. Tédio 
tédio é a causa mais comum para a falta de concentração. É difícil prestar atenção em uma aula quando falta motivação e interesse para aprender. Tente se lembrar de porque você está estudando e o que quer alcançar na sua vida. Esse exercício vai ajudar você a encontrar a inspiração necessária para se concentrar na aula.

 
Fonte: Universia Brasil

 

Conheça 8 cursos online que podem ajudar seus estudos

31/05/2013

Se você procura opções diferentes para estudar assuntos específicos, como História ou outros idiomas, conheça 8 cursos online que podem ajudar seus estudos


 

Conheça 8 cursos online que podem ajudar seus estudos

Crédito: Shutterstock.com

Há cursos para quem quer aprender a falar espanhol

 

 

Com os avanços da tecnologia, sair de casa para estudar não é mais uma obrigação.Cursos online têm se tornado uma escolha cada vez mais viável . Muitas faculdades internacionais renomadas vêm mudando suas estruturas para disponibilizar esse tipo de opção de estudo. Gratuitos ou não, existem diversas alternativas que podem se encaixar com o que você procura. Por serem internacionais, também é uma ótima maneira de ajudar os interessados aperfeiçoar seus conhecimentos em inglês.

 

Leia também: 
» 5 ferramentas online poderosas para professores usarem em sala de aula 
» Veja como decidir se a educação online é para você 
» 10 ferramentas online essenciais para a sua vida

 

Confira a seguir 8 opções de cursos online:

 

1 - Direto do Passado

Como uma série de 8 vídeos sobre arqueologia, este curso pode ser uma opção muito útil a alunos de ensino médio e também de ensino superior. Com fatos históricos, os vídeos analisam a maneira como as sociedades se modificam com o passar do tempo fazendo conexões entre civilizações passadas e o comportamento das sociedades atuais.

 

2 - Destinos: Uma Introdução ao Espanhol 

Ótima opção para iniciantes em espanhol que têm interesse em aprender melhor o idioma. Gratuito, o curso oferece vídeos com 52 horas de duração no total divididos entre categorias de vocabulário e outros tópicos diversos.

 

3 - The Rock Cycle 

The Rock Cycle ("o ciclo da rocha") é parte de uma série de vídeos disponibilizada pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Esse curso oferece aos estudantes informações sobre rochas e suas propriedades, explicando sobre os três diferentes tipos existentes e como elas se transformam com o tempo.

 

4 - Uma jornada por dentro da Terra 

Outro curso de vídeos oferecido pelo MIT. Esse fala sobre as camadas da Terra e suas propriedades, explicando sobre a formação de vulcões e sobre como ocorrem terremotos. Ideal para os interessados em geologia.

 

5 - Ma France 

Para iniciantes em francês, a BBC oferece esse curso gratuito em forma de 24 vídeos interativos que tornarão o aprendizado da língua uma tarefa muito mais simples.

 

6 - Um curso intensivo em História mundial

Em formato de séries de vídeo semanais no YouTube, esse curso abrange 15.000 anos História. Útil para estudantes que procuram aprimorar seus conhecimentos gerais ou em algum período histórico específico.

 

7 - Liberty’s Kids

Esse curso fala sobre os principais personagens históricos americanos, introduzindo os estudantes à História dos Estados Unidos a partir de vídeos no YouTube.

 

8 - Forces on an Airplane 

Disponibilizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o "Forces on an Airplane" explica sobre aeronaves e quais são os processos que fazem com que elas voem. Envolve fórmulas algébricas, sendo mais apropriado para estudantes mais velhos ou para os que desejam se especializar nessa área.

 
Fonte: Universia Brasil

 

3 motivos para você aprender uma língua estrangeira

11/04/2013

Veja aqui os três motivos para você aprender uma língua estrangeira. Entre os benefícios de ser um poliglota estão: evitar demência, fortalecer suas habilidades cognitivas e aumentar a sua inteligência. Confira outros


3
 

3 motivos para você aprender uma língua estrangeira

Crédito: Shutterstock.com

Estudar outro idioma ajuda a manter o foco

 

 

Você tem vontade de falar um segundo idioma. Antes de começar a estudar você relembra das suas experiências anteriores quando estudava inglês, por exemplo, na escola: muitas horas de memorização para pouco progresso? Confira a seguir os benefícios de estudar um novo idioma e por que vale a pena insistir no aprendizado:

 

Leia também: 
» 101 links para aprender qualquer idioma de graça 
» 7 segredos para escolher um bom curso de idiomas online 
» Como aprender um novo idioma sozinho

 

1. Vantagens mais comuns 
A maioria das pessoas reconhece os diversos benefícios de aprender uma língua estrangeira. Esse motivo é poder viajar para países do exterior e se sentir confortável, ser mais produtivo, se diferenciar no mercado de trabalho e emergir na vasta cultura que vai te cercar.

 

2. Melhoria na função cerebral 
A experiência bilíngue melhora a função executiva do cérebro - que é um sistema de comando que direciona os processos de atenção que nós usamos para o planejamento e resolução de problemas.

 

3. Auxilia no foco 
O aprendizado de outro idioma pode auxiliar na habilidade de ignorar as distrações e manter o foco.

 Fonte: Universia Brasil

 Como aprender alemão

17/01/2013

O alemão pertence aos idiomas de família germânica como o inglês, holandês e dinamarquês. Veja dicas práticas para aprender o alemão  


2
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

É preciso aprender muito bem as regras gramaticais antes de seguir para as expressões idiomáticas

 

 

Guten Tag. O alemão não é um idioma fácil.Se você realmente quer aprender, pode conseguir. A linguagem é lógica, com uma sintaxe ordenada e poucas palavras estrangeiras adotadas ao vocabulário. A maioria das palavras estrangeiras em alemão é “emprestada” do inglês. Há também muitas palavras de origem grega e latina – estas não são consideradas estrangeiras.

 

» 5 melhores sites para aprender idiomas online 
» Pensar em outro idioma ajuda a tomar decisões racionais, aponta estudo 
» 5 dicas para aprender um idioma pelo YouTube

 

 

A seguir confira alguns conselhos se quer aprender o alemão: 

 

Tenha a certeza de que realmente quer aprender o alemão. Aprender a qualquer idioma novo é difícil e exige dedicação.

 

Compre áudio-livros para iniciantes. Essa é uma forma de começar a estudar com o que é mais básico. Um bom dicionário é indispensável, assim como um livro de formação básica.

 

Invista duas ou três horas diárias para estudar e praticar o alemão. Há quem diga que é mais efetivo estudar em várias sessões de 30 minutos, ao invés de uma longa sessão de três horas.

 

Tenha sempre em mãos um pequeno livro de vocabulários em alemão. Assim, você pode estudar em qualquer lugar. Pode ser útil estudar apenas quatro ou cinco verbos irregulares por dia.

 

Estude os conceitos básicos do alemão por pelo menos um ano. É preciso aprender muito bem as regras gramaticais antes de seguir para as expressões idiomáticas.

 

 

50 razões por que você deve aprender um novo idioma

 

Pratique na internet. É possível encontrar pessoas pelo mundo que queiram praticar o alemão. Se você conseguir praticar com nativos em alemão, melhor.

 

Invista em boas escolas de alemão no Brasil e na Alemanha. Essa é a melhor forma de aprender. Na Alemanha, você estará imerso na cultura e na linguagem.

 

Fale, leia e pense em alemão o máximo que puder.

 

Confira aqui mais de 101 links para aprender qualquer idioma de graça, inclusive o alemão.

 

 

 


10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação

20/02/2013

Se você está em seu último ano na universidade e deseja chegar à graduação com a carreira pronta para deslanchar, veja 10 atitudes que farão toda diferença


2
 

imagen-relacionada

Crédito: Shutterstock.com

Encontrar as melhores oportunidadese tomar as decisões certas para sua carreira não é uma tarefa fácil, muito menos rápida

 

 

Muito antes do que a maioria dos universitários espera, a graduação chega com todas as mudanças, responsabilidades e cobranças que um diploma superior pode trazer. Além dos estudos ao longo dos anos, outras atitudes também podem ajudá-lo a se preparar para a nova fase profissional e posicioná-lo no lugar certo para o sucesso de sua carreira.

 

» 5 dicas de gestão financeira para recém-graduados 
» 10 lições sobre o mercado de trabalho para recém-graduados 
» 4 dicas do que fazer após a graduação

 

Confira a seguir algumas sugestões que vão fazer a diferença para sua graduação: 

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 1. Tenha várias ideias

Se você não souber quais são seus objetivos será impossível de alcançá-los. Separe tempo para ter o máximo de ideias e possibilidades que gostaria de considerar para estabelecer seus objetivosprofissionais após a graduação. Investigue o mercado, as tendências, o estilo de vida que você deseja ter e também as maneiras como sua carreira poderá contribuir para sua vida pessoal e vice-versa. Saber o que você busca é o primeiro passo para não se sentir perdido depois da formação.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 2. Conheça os serviços oferecidos pela universidade

Muitas instituições oferecem centros de carreira para o desenvolvimento dos alunos. Esses locais podem divulgar oportunidades de emprego, cursos para especialização e aprimoramento, entre outras coisas. É provável que você já tenha entrado em contato com eles, mas, além disso, busque saber que tipos de serviços eles prestam para os alunos que estão se formando.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 3. Crie um perfil no LinkedIn

Há muito para se aprender sobre um bom perfil no LinkedIn e os benefícios que ele pode trazer para sua carreira, mas algumas dicas inicias farão a diferença: uma foto de aparência madura e profissional, um resumo com os detalhes mais relevantes sobre suas habilidades e experiências e recomendações de pelo menos duas pessoas com as quais você já trabalhou.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 4. Atualize seu currículo

Você já deve ter percebido que nem todos os empregos, mesmo que estejam na mesma área de atuação, exigem habilidades e competências semelhantes dos candidatos. As empresas deixam isso claro em seus anúncios da vaga e pré-requisitos que demandam dos candidatos. Quando for se candidatar para novasvagas, busque encaixar seu currículo com aquilo que o empregador anuncia.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 5. Use várias plataformas de busca

Não concentre todos os seus esforços em apenas uma plataforma de busca de empregos, seja ela online ou material.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 6. Use as mídias sociais profissionalmente

Antes que você comece a usar as redes sociais na sua busca por um emprego, faça uma limpeza geral em seus perfis para evitar quaisquer constrangimentos e complicações. Fotos, atualizações de status e até mesmo algumas amizades inconvenientes podem prejudicar seus resultados.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 7. Busque associações profissionais

Busque conhecer e identificar associações e grupos profissionais de sua área de atuação. Se você não conseguir encontrar um grupo que se foque em sua área de interesse, busque outras oportunidades para estabelecer contatos profissionais e conhecer as pessoas que atuam em seu ramo.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 8. Há muito aprender

As aulas na universidade trouxeram muito para seu currículo acadêmico e teórico, mas ainda há o que aprender sobre a prática dessas questões e o ambiente corporativo em geral.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 9. Separe e organize seu tempo

Encontrar as melhores oportunidades e tomar as decisões certas para sua carreira não é uma tarefa fácil, muito menos rápida. Exigem tempo, organização, preparo e muito esforço.

 

10 coisas que todo universitário deve fazer antes da graduação: 10. Não pense demais ou crie expectativas irreaisSua imaginação e o medo causado por ela podem ser os maiores vilões da sua carreira. Não pense que toda a realidade irá mudar por conta de seu diploma ou que você jamais terá a vaga desejada na empresa dos sonhos. Aposte em seus talentos, se esforce e saiba aproveitar as oportunidades que se apresentam para que as melhores decisões estejam em seu caminho.

 

 

 



Vestibulandos: como escolher a universidade certa para você

12/04/2013

Já escolheu o curso que quer fazer, mas ainda não sabe em qual universidade vai cursá-lo? Veja dicas simples que podem ajudar você a tomar essa decisão de maneira consciente 


 

Vestibulandos: como escolher a universidade certa para você

(Crédito: Shutterstock.com)

Se as suas opções são todas universidades particulares, uma boa ideia é comparar os valores das mensalidades

 

 

mercado do ensino superior está se ampliando cada vez mais com diversas universidades oferecendo o mesmo curso e mais uma série de benefícios. Então como escolher a universidade certa? É claro que certas coisas são bastante valiosas quando se trata de um curso universitário - como o reconhecimento da própria instituição -, mas nem sempre nome é o mais importante.

 

Leia também: 
» Conheça os 10 cursos mais curiosos das universidades estrangeiras 
» 6 estratégias simples para incentivar estudantes online 
» Como treinar o seu cérebro para ser mais inteligente

 

Veja a seguir uma lista de dicas que pode ajudar você a fazer uma escolha segura e adequada ao seu perfil de estudante e suas possibilidades financeiras:

 

Como escolher a universidade certa para você: 1. Visite as opções 
Antes de decidir em qual universidade pretende estudar, visite as opções que tem em mente. Não faça um simples tour de reconhecimento, entre em contato com a reitoria e peça para acompanhar um dia comum na universidade, com aulas, estudantes, etc. Dessa maneira você pode vivenciar a experiência da universidade e identificar com qual das rotinas você mais se identifica.

 

Como escolher a universidade certa para você: 2. Converse com os estudantes
Apresente-se, pergunte o que eles acham da faculdade, peça que eles apontem as melhores e piores características de cada uma delas. Os estudantes podem oferecer as visões mais realistas a respeito da universidade - melhor que qualquer reitoria e até mesmo professores.

 

Como escolher a universidade certa para você: 3. Questione valores
Se as suas opções são todas universidades particulares, uma boa ideia é comparar os valores das mensalidades. Lembre-se de que na universidade esse não é o único gasto. Por isso também pode ser interessante questionar os professores a respeito da lista de leituras necessárias e afins. Você vai precisar encontrar uma que se adapte às suas possibilidades financeiras.

 

Como escolher a universidade certa para você: 4. Converse com a sua família
Seus pais podem ajudá-lo nessa decisão, especialmente se eles forem os responsáveis financeiros pelo seu curso. Diga a eles o que você prefere, justifique e ouça o que eles têm a dizer a respeito. Tudo isso pode ajudar você a tomar uma decisão coerente.

 

Como escolher a universidade certa para você: 5. Pense nas próximas etapas
Você está só começando a faculdade, mas uma boa dica é verificar se a universidade escolhida oferece bons cursos de pós-graduação. Em geral estudantes formados pela universidade ganhamdescontos em cursos de pós-graduação, o que pode facilitar a sua escolha.

 Fonte: Universia Brasil

 

 

 

Login do usuário

Usuário: *
Senha: *

Newsletter

Mantenha-se informado sobre as nossas novidades!

Clique e pronto

Canais 


Compartilhar / Salvar

Cadastre seu curriculum nos sites abaixo

Clique na imagem para montar

Agenda

Enquete

Qual o curso que você gostaria de fazer: