Projeto Empresa & Escola

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1 - INTRODUÇÃO

A MF Cursos - tem se ao longo do seu tempo se estruturado como uma empresa de cursos diferenciada no tripé: a) Treinamento e Desenvolvimento de alunos e professores, b) Cursos híbridos semipresenciais (EAD) e c) parcerias com empresas e empregabilidade. Desde 2010, vem oferecendo um curso personalizado e dentro do perfil dos jovens e adultos de baixa renda, sempre atuando nesse nicho, que culminou com o prêmio TOP of MIND 2017.

A partir da experiência de desenvolver cursos online com uma linguagem diferenciada (voltada para o mercado de trabalho) e uma metodologia proativa (metodologia ativa, aliado a uma comportamental C.H.A) a instituição se fundamentou numa linguagem própria e única: A C.H.A.V.E do sucesso que o trabalho de formação de alunos e depois multiplicadores (ex-alunos) como instrutores (formadores de opinião), para replicar nas comunidades carentes, as instruções básicas para ter sucesso no competitivo mercado de trabalho.

A C.H.A V.E para “entrar” nesta porta estreita” está na sigla C.H.A – seria desenvolver métodos de ensinamentos através do conhecimento (converter as informações em conhecimento – é o saber estruturado), das habilidades (converter os conhecimentos em habilidades no cotidiano – é o saber fazer) e das atitudes necessárias para fazer a diferença (converter as habilidades em atitudes proativas). Mas para “abri-la” precisa de algo mais: valores (converter o C.H.A, em valores éticos e morais, com inteligência emocional) e empregabilidade (converter o seu C.H.A, em condições de empregabilidade).

A proposta foi feita em dois momentos distintos: nos ambientes de cursos presenciais (nas redes públicas em que atuei: FAETEC e na que ainda atuo: FUNDEC) e no ambiente dos cursos EAD do MF Cursos Online. O público que procura os cursos públicos da FAETEC e FUNDEC, na sua maioria, é de baixa renda e de baixa empregabilidade. A oferta representa apenas 10% em relação a demanda (procura) e muitos alunos acabam procurando novos cursos do ofertado por mim, por causa da metodologia. As minhas turmas são as mais cheias e existe uma relação pós curso, que apenas é promovida por mim. Nenhuma destas instituições acima, promovem empregabilidade, monitoramento e continuidade no desenvolvimento.

Ao longo deste “Test drive” (um laboratório que começou na FAETEC em 2010 e continua até o momento na FUNDEC), foi se percebendo a necessidade de algumas modificações na atuação:

Mudança da didática, com uma linguagem mais apropriada para o mercado de trabalho;

Mudança de metodologia, com um curso presencial com “pegada” de EAD, como a sala de aula invertida ou 360 graus, o que exigiu mudança de postura e arrumação das salas.

A incorporação da sala de informática e de metodologias ativas. Adaptado ao ambiente 100% presencial.

Mudança do material didático, antes único e agora dividido por temas e por módulos.

Mudança do FOCO de ensino aprendizagem: Antes voltado para o conteúdo e agora voltado para partes centrais (temas) e ao comportamental.

Mudança de Postura: mais centrada no aluno e menos no conteúdo, a aulas foram divididas em leitura e interpretação do texto e debate e fixação do conteúdo.

Troca de experiências: as aulas passam a ser estimuladas com as trocas de experiências e de relatos, para fundamentar o conteúdo e o comportamento adequado.

Lúdico: Atividades lúdicas e “gamificação”.

Práticos: Oficinas de atividades e trabalhos avaliativos semanais.

Avaliação somática: A avaliação passa a ser adaptada a construção do conhecimento (baseado no construtivismo interacionista) e a avaliação final, é apenas um instrumento de recuperação.

PERSPECTIVAS

O MF cursos foi criado baseado nas perspectivas de mercado futuro. Ou seja, o curso foi concebido no formato “micro Learning” e dividido em “pílulas do conhecimento”, com formato de informação enxuto e básico, necessário para formar um profissional operacional eficiente. Os cursos têm a duração prevista para 50 horas ou 12 semanas, com material didático fracionado em apostilas com 10 temas. As parcerias com as empresas e a suas necessidades de TURNOVER, levaram o MF Cursos a desenvolver cursos de rápida absorção no mercado. Entretanto, os alunos só são encaminhados quando completam o curso ou quando, em caráter excecional, conseguem a vaga de emprego durante o curso e já completaram o módulo 2. Os 21 (vinte e um) cursos são oferecidos pela MF Cursos Online, com alta retenção e pouca evasão, por causa do formato em módulos e a possibilidade do aluno voltar da onde parou.

As necessidades de mercado

As demandas de mercado são sazonais e praticamente o mercado de trabalho na área operacional, funciona numa grande movimentação em 4 (quatro) períodos:

Pós carnaval (Fevereiro ou Março)

Meio de ano: entre Maio até Junho

Pós recesso escolar: entre Julho a setembro

Extra Natal: Outubro, Novembro e Dezembro.

Portanto, os cursos oferecidos pelas grandes redes não estão ajustados a demanda do “atacado” das vagas operacionais, pois estes cursos são semestrais e muitos alunos acabam desistindo, seja por causa do tempo longo ou por causa da dificuldade financeira (passagem, alimentação, necessidade de ajudar a família, etc) ou mesmo, por causa de trabalho! Isso mesmo, muitos desistem DURANTE o curso e não terminam o curso.

EMPREGABILIDADE

A MF Cursos também percebeu que os cursos precisavam de “Up Grade” ou seja, não apenas oferecer o curso, precisava oferecer a chance de buscar a vaga de emprego. As grandes redes não se preocupam com o encaminhamento, apenas com a instrução. E o abismo ainda fica maior, quando se constata que estes alunos apesar de boas notas, não tinham condições nenhuma de empregabilidade devido aos eu comportamental, inadequado para os processos seletivos. A MF Cursos teve a inciativa de nos seus componentes curriculares, de pôr conteúdos como “qualidade no atendimento”, “ferramentas de qualidade total” e “princípios administrativos”, em todos os cursos, além de dicas como fazer um “currículo campeão”, “como se comportar numa dinâmica de grupo” e “como se sair bem, numa entrevista de emprego”. São diferencias, presentes no escopo dos 21 (vinte e um) cursos operacionais da M.F Cursos Online.

A ênfase na metodologia comportamental aliado a uma estratégia de trocas de experiências e “cases”, transformam o aluno em CANDIDATO EM POTENCIAL. Boa parte dos alunos que entendem o processo, acabem absorvidos pelo mercado e se destacando nos seus postos de trabalho (trabalhabilidade). A Inserção é uma das propostas diferenciadas. A ideia é não é prometer o EMPREGO. E sim prometer a empregabilidade. Ou melhor, é dar a “vara e as condições de pesca com eficiência” e não apenas o dar “peixe”,

INSERÇÃO

A importância desta iniciativa para o processo de inserção de profissionais no mercado de trabalho no município do Rio de Janeiro e na Baixada fluminense foi tamanha, que muitas empresas passaram a divulgar (e repassar) as vagas para MF Cursos Online, nos grupos de Facebook de desenvolvimento e Treinamento. Desde 2010 até hoje, tenho VOLUNTARIAMENTE grupos de vagas de empregos, para 4 níveis:

Vagas para professores, educadores, instrutores, pedagogos, etc.

Vagas em geral, para 1º emprego, estágio, trainee, PCD, etc.

Vagas exclusivas na área administrativa em geral.

Vagas diversas, para candidatos com experiência, supervisão, coordenação, etc.

Vagas para executivos, gestores, analistas, etc.

Além de grupos de Dicas, que os R.Hs me passavam:

Dicas de empregabilidade e trabalhabilidade.

Dicas de cursos e Concursos.

Dicas de negócios e empreendedorismo.

As páginas dão suporte aos grupos e “alimenta” a oportunidade de negócios:

Pagina Master Coach IBSEN de treinamento e Desenvolvimento

Página Tudo sobre educação

Página MF Cursos – Treinamento e Desenvolvimento

Entre 2015 até 2018 a empresa desenvolveu parceria com espaço e centros de atividades como igrejas, Ongs, escolas de cursos livres com um razoável sucesso. A premiação (TOP fo MIND – 2017) aconteceu durante estas diversas atividades, pois o que foi avaliado não foi o espaço físico e sim os serviços e a satisfação dos alunos.

Na medida em que se configura uma estratégia de capacitar e empregar, os cursos apresentam uma proposta de linguagem adequada para a demanda de mercado e uma didática proativa, que se apresentava como iniciativa conciliadora as comunidades de baixa renda, gerando uma expectativa positiva para as instituições parceiras.

5 – TRABALHABILIDADE

No contexto de qualidade profissional, as instituições atuais FAETEC, FUNDEC, SENAC, etc, tem se mostrado FORA DE SINTONIA com os diversos arranjos produtivos locais do ESTADO (no caso Região metropolitana e baixada fluminense) e com a dinâmica do “mundo das profissões”, particularmente no que tange à organização e elaboração de suas propostas de cursos e sua visão de trabalhabilidade. Falta sinergia com o conteúdo e com a linguagem do mercado de trabalho.

A missão institucional destas instituições tem como foco predominante a formação técnica e educacional, e o seu material didático é muito instrumental, baseado no saber exclusivo do professor, pois os conteúdos são “montados” pelos seus professores e não existe uma preocupação com a padronização da informação.

Os aspectos relacionados a informação são importantes, pois na atual sociedade o professor não é mais o “dono do saber”. O professor moderno precisa se adaptar a essa nova realidade de ensino aprendizagem baseado na decodificação da informação e na ressignificação do conteúdo. A “geração Google”, possui relação direta com a informação e ser um mero “passador de informação”, como tem sido em boa parte dos casos, não serve mais como referencial educacional.

Outro aspecto interessante tem a ver com os comportamentos de nossos alunos e que não podem ser negligenciados. Tendo em vista que tais competências, se detectados (pontos fracos) e estimulados (pontos fortes), podem ser os fatores de diferenciação que possibilitarão inseri-los no mercado de trabalho com mais eficiência. A MF Cursos Online desenvolveu a metodologia do C.H.A no processo de ensino- aprendizagem. Percebeu-se que este público precisa de atenção (por isso as metodologias ativas como classe invertida e 360º graus, são importantes!) e ao mesmo tempo, um “choque de realidade”.

A MF cursos se descobriu que um processo de Coaching grupal, baseado nas “crenças limitantes”, poderia ser o “choque que faltava” para acorda-los. E foi assim que se dá o processo, durante o curso o aluno é ‘afetado” com possibilidades e caminhos que irão percorrer ao longo do curso. O processo se baseia na perspectiva de corresponsabilidade e de atitudes transformadores.

contexto tornou-se evidente quando os CASOS DE SUCESSOS, começaram a parecer após os términos dos cursos. Isso acontecia nos dois casos: Na FUNDEC e na MF Cursos online. O dilema de encaminhar (após o termino do curso), depois que as empresas e as instituições não se interessarem em acompanhar foi preocupante. Então, passei a fazer o acompanhamento dos alunos pós curso e alguns destes alunos passaram a se interessar em também dar aulas com as minhas metodologias.

Estes alunos entenderam a linguagem do saber estruturado que constitui a chave do sucesso e como formadores de opinião, passaram a desenvolver os seus vizinhos e amigos com estas “etiquetas” e com a sua experiência no trabalho, foram eficientemente formados pelo IBSEN para atuarem como multiplicadores.

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O ponto “chave” do sucesso deste projeto está na capacidade da multiplicação dos cursos e na capacitação de professores, bem como na inserção para o mercado de trabalho de um nicho significativo da classe baixa renda. A C.H.A.V.E do SUCESSO do nosso projeto está neste processo de multiplicação.

         2 – JUSTIFICATIVA

Com as grandes mudanças ocorrendo no cenário econômico e as adaptações no mercado de trabalho também surgem novos conceitos para a formação profissional.

A Empregabilidade (e a empregHabilidade)

O termo empregabilidade é composto por qualificações, especializações e formações do profissional, a fim de sem manter em sua organização, trazendo de certa forma uma tranquilidade profissional devido ao fato de estar atualizado e preparado para as tarefas e desafios de sua função.

A empregabilidade, na concepção antiga, não é mais garantia para mantermos trabalhando e garantindo a geração de renda e sustento da família e sequer conseguirmos o emprego desejado (concepção atual) dentro do qual, a globalização, o pouco conhecimento das novas profissões e pouca formação e baixa escolaridade, tem diluindo em muito as chances de jovens e adultos no competitivo mercado de trabalho.

Na verdade, o que mudou na empregabilidade é que a busca por emprego hoje está muito mais competitiva (não mais baseado na especialização ou simples ocupação) e sim, em outros aspectos ligados as competências, cujos critérios são usados pelos Rhs, nos seus processos seletivos. Ou seja, hoje exige-se uma certa “habilidade” para conseguir o emprego. As vagas operacionais, ou seja, de baixa escolaridade, primeiro emprego e profissionais desqualificados ou melhor, desprovidos de qualificação profissional adequada para o momento, vão sofrer o MAIOR impacto pela falta de ocupações no futuro, por serem justamente desprovidos desta forma de HABILIDADE ou melhor, da “empregHablidade”.

No texto, “Trabalhabilidade: o futuro do mercado” de Janguiê Diniz - Mestre e Doutor em Direito – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional (– [email protected] -Assessoria de Comunicação Por: 09/08/2017 - 17:15 –Link.: http://www.joaquimnabuco.edu.br/noticias/trabalhabilidade-o-futuro-do-me... Atualizado em: 11/08/2017 - 17:41), por outro lado fala da Trabalhabilidade.

A Trabalhabilidade (e a TrabalHabilidade)

Já na trabalhabilidade são profissionais que possuem um emprego de carteira assinada na empresa e paralelamente possuem algum negócio próprio, lecionam aulas, palestras, ou seja, possuem alternativas de trabalho, onde caso ocorra uma demissão pode ser que seja uma mudança de carreira ou ajude o profissional se manter até sua recolocação no mercado, que pode ser rápida ou demorar devido a diversos fatores tanto econômicos, quanto profissionais. Os famosos “bicos” também se enquadram dentro da trabalhabilidade.

Geralmente a trabalhabilidade é desenvolvida em oportunidades que possam ocorrer durante a nossa vida profissional ou de atividades que muitas vezes são hobbys e podem se tornar quem sabe nossa principal fonte de rendimento. O negócio próprio e a palavra que mais se adéqua nessa situação.

Na verdade, o que mudou da Trabalhabilidade para TrabalHabilidade, é que se manter no emprego hoje está muito além de fazer bicos, ter outra fonte de renda ou mesmo ser um empreendedor dentro da empresa (não mais baseado na especialização e sim na generalização) e sim, (e também) outros aspectos ligados as competências, cujos critérios também são usados pelos RH’s, nos seus processos seletivos:

Como Exemplos de TrabalHabilidade temos o ideograma do C.H.A.:

Os conhecimentos (o saber), que atualmente não é mais ter um diploma “na gaveta” e simplesmente o registro do tempo que ficou na empresa no currículo. Será preciso PREPARO. Isso quer dizer, que precisamos levar para empresa, algum conhecimento vindo seja dos cursos ou da empresa anterior.

As Atitudes (o saber fazer) de ter empatia, ter pró atividade, ter liderança, saber trabalhar em equipe, ser multifuncional, ter inteligência emocional, etc.

Habilidades (o querer fazer) de ter informática como domínio de linguagem, saber montar um evento ou uma reunião, organizar de forma perfeita os arquivos individuas, ser um bom interlocutor entre os clientes internos, externos e intermediários, se prontificar a fazer um trabalho alheio, etc.

A MF Cursos desenvolveu um conceito incorporando o já tradicional C.H.A com 2 novos conceitos: “V” (Valores éticos) e “E” (Visão Epistemológica).

        3 - OBJETIVO GERAL

A finalidade inicial deste projeto é implantar um Projeto chamado EMPRESA & CURSOS, nos moldes dos antigos projetos Juventude cidadã. A ideia é ter um NÚCLEO FORMADOR (uma ONG) que seria a ONG IBSEN, com o seu Núcleo de Orientação Profissional e Educacional - NOPE (com vistas a uma futura ampliação de núcleos vocacionais espalhados em diversas localizações), através do Programa de Desenvolvimento do corpo discente e docente, e assim desenvolver, em caráter experimental, um PROJETO PILOTO (EMPRESA & CURSOS) com uma unidade com suporte técnico especializado, num dos Centros Vocacionais, que permita incentivar arranjos locais (associações de Moradores, Igrejas, Ongs) com o Treinamento de professores e educadores locais e o desenvolvimento dos alunos nos diversos cursos profissionalizantes, estimulando a geração de renda na localidade elevando a capacidade de EmpregHabilidade e a TrabalHabilidade da região. Em parceria com empresas da região (ou mesmo no entorno seja região metropolitana ou Baixada fluminense) o FOCO é deixar um legado e assim estimular uma QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL mais próxima da realidade das empresas. O NOPE ficaria com a responsabilidade de “abrir as portas”: aumentando a chance de INSERÇÃO nas vagas de empregos, mantendo um BANCO DE DADOS de alunos (e ex-alunos) fazendo uma “ponte” com as empresas parceiras, além do suporte técnico-pedagógico ao corpo docente e discente.

A criação cursos bem como a didática, tem que estar voltada para as realidades das empresas na região (entorno da unidade) e as suas necessidades de ocupação de empresas, bem como devem estar próximas da VOCAÇÃO do CENTRO VOCACIONAL local. Em tempos de pós Pandemia, haverá uma necessidade imediata de contratação e ficará evidente que a iniciativa colherá frutos de forma massiva e imediata e provavelmente deixará um legado para programas a nível nacional,

       4 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Professores

Disseminar a cultura empreendedora no corpo docente (com a linguagem C.H.A.V.E do SUCESSO) oferecendo um CERTIFICADO de professor vocacional e qualificando-o adequadamente nos arranjos produtivos locais.

Elaborar a cultura do desenvolvimento continuo, de curta duração, no horário de planejamento do professor, dentro do que entendemos como uma futura universidade corporativa;

Organizar um núcleo de acompanhamento e orientação permanente (NAP numa Plataforma de Ensino - EAD) para observar as parcerias (tomar cuidados com ações de propaganda dentro de espaços públicos), as práticas educacionais e a didática voltada para a C.H.A.V.E;

Promover a divulgação das iniciativas (de educadores) que obtiverem sucesso. (Instituir o prêmio, por rodada, “o professor que faz”)

Expandir o projeto para outros Centro vocacionais e criar a equipe Swat (de treinamento e desenvolvimento e futuramente a da Universidade Corporativa, com os professores que se destacarem em cada eixo vocacional)

Alunos

Disseminar entre os alunos a linguagem da EmpregHabilidade e da TrabalHabilidade, e uma aproximação com a linguagem das empresas.

Elaborar a cultura do desenvolvimento continuo, durante as aulas baseado numa linguagem mais corporativa e menos acadêmica, o ideograma do C.H.AV.E do Sucesso

Organizar o habito de acompanhamento e orientação permanente, dentro da unidade através do (NAP na Plataforma de Ensino - EAD) para observar se as habilidade e atitudes dos alunos dentro de sala condizem com o que as empresas buscam.

Promover a divulgação das iniciativas (de alunos) que obtiverem sucesso nas empresas após a inserção. (Instituir o banco de oportunidade e de cadastro e o prêmio “o aluno que faz”) bem como, o acompanhamento da instituição destes jovens.

      5 – METODOLOGIA

O contexto do programa SEMEANDO OPORTUNIDADES envolve quatro etapas: a primeira etapa seria a criação de um Núcleo de Orientação Profissional (NOP), que no futuro seria ligado a um projeto mais amplo de universidade corporativa de educação continuada, bem como a visita numa unidade referência para dar início as tratativas junto ao corpo docente e direção da unidade. A segunda seria voltar a unidade escolhida e em conjunto com a equipe de “semeadores de oportunidades” fazer a elaboração teórica do desenvolvimento do programa propriamente dito (padronização da didática e a concepção do projeto piloto numa unidade de referência), a terceira etapa o desenvolvimento de um programa de treinamento de professores (semeadores) do projeto piloto e depois numa ampla, quando for para outros Centros Vocacionais (baseado no teste piloto), e a quarta e não menos importante, o desenvolvimento efetivo dos alunos (as sementes) pelos professores capacitados, numa unidade do Centro Vocacional.

1ª Etapa:

A 1a iniciativa: A criação do setor “NOPE”, com a missão de “semear” e assim criar a cultura da futura universidade corporativa, seja nas empresas seja nas instituições parceiras.

A função inicial do NOPE seria nascer sob uma perspectiva de leitura baseada na linguagem do mundo do trabalho.

Professores ligados à área de diversos eixos e advindos de instituições como FAETEC, FUNDEC, SENAC, etc, seriam um perfil ideal para os futuros “semeadores”. Selecionar de 1(um) a 2 (dois) professores que se identifiquem com a área de cada eixo (definido nas reuniões iniciais) dos cursos por exemplo na área de gestão e negócios (Administração) e que seja adequado a baixa escolaridade e ao perfil da população local:

Auxiliar de Escritório, Recepcionista, Promotor de Vendas e Operador de Telemarketing, com módulos rápidos de 50 horas em cursos semipresenciais e de rápida absorção no mercado.

Nos cursos por exemplo na área de Línguas (Espanhol e Inglês) com linguagem instrumental/comercial (Módulo 1 – básico) e que seja adequado as expectativas das empresas e ao perfil da população local:

Profissional de conhecimento de línguas, básico 1.

Nos cursos por exemplo na área de Informática (Kids e Adulto) com linguagem usual/comercial (Módulo 1 – básico) e que seja adequado as expectativas das empresas e ao perfil da população local:

Operador de Informática básico 1.

Nos cursos por exemplo na área de Industria e Comercio, com linguagem usual/comercial (Módulo 1 – básico) e que seja adequado as expectativas das empresas e ao perfil da população local:

Operador de Logística, Auxiliar de Almoxarifado, Atendente de Loja e Auxiliar de Estoque (básico 1 – operacional).

Nos cursos por exemplo na área de Operações Industriais, com linguagem usual (Módulo 1 – básico) e que seja adequado as expectativas das empresas e ao perfil da população local:

Operador eletricista de baixa pressão, Auxiliar de Encanador, etc (básico 1 – operacional).

Obs.: Os cursos seriam feitos por sistema de Módulos (1, 2,3 e 4) e os alunos convidados a prosseguirem no sistema de “combos” de cursos, em que os alunos podem optar por continuar na sua investida de conhecimento e na agregação de certificados no seu Currículo, ou parar e ir em busca do emprego imediato.

A 2ª iniciativa: Organizar um manual ou cartilha (perguntas e respostas), contendo um resumo dos principais conteúdos que deverão ser transmitidos para os cursos sobre a questão do EmpregHabilidade e TrabalHabilidade e a metodologia do C.H.A;

Criar ou selecionar vídeos que relatam experiências individuais de atividades de sucesso de professores e alunos, para serem utilizados nas aulas iniciais como ferramentas motivadoras.

A 3ª iniciativa: Elaborar um roteiro específico e simplificado a ser distribuído para os alunos com as orientações para se construir um plano de carreira, baseado nos “COMBO dos cursos” e habilidade e atitudes necessárias no “dia a dia” dos cursos, para adquirir as competências necessárias no mercado de trabalho. Organizar uma atividade extraclasse para visitar algum empreendimento, conhecer empreendedores e verificar, in loco, como é a dinâmica de uma microempresa;

2ª Etapa:

Visitação à unidade escolhida para em conjunto com a equipe de “semeadores de oportunidades” fazer a elaboração teórica do desenvolvimento do programa propriamente dito (padronização da didática e a concepção do projeto piloto numa unidade de referência),

. E durante o processo do “casamento” fazer os seguintes apontamentos:

Organização das atividades;

Definição da data de início e término das atividades do treinamento;

Desenvolvimento das aulas presenciais e das atividades extraclasses;

Avaliação

Implantação dos Cursos

Obs. O presente projeto prevê a possibilidade de se criar um núcleo permanente de assistência aos alunos que efetivamente tenham conseguido o resultado previsto.

De certa forma o encaminhamento dos alunos só poderá acontecer AO FINAL DO CURSO.

Portanto, fará parte da rotina do NOPE a implantação de um banco de talentos e a inciativa de acompanhar (a distância por redes sociais) a iniciativas de sucesso de ex-alunos e de alunos que voltam para outros cursos.

Quanto ao TREINAMENTO (processo de namoro e casamento) na unidade escolhida propriamente dita, ele poderia ser itinerante para poder ser ministrado em diversas CENTROS VOCACIONAIS. Ou seja, cada os “semeadores” serão os encarregados de treinar os professores candidatos de cada eixo.

A ideia é instituir o prêmio “O Eixo que faz diferença” por rodada (Mês) e premiar o semeador de melhor resultado, semestral ou por rodada.

3ª Etapa:

A terceira etapa seria o momento da AMPLIAÇÃO para outros EIXOS e OUTROS CENTROS VOCACIONAIS e assim criar desenvolvimento de um programa de treinamento e desenvolvimento de professores (semeadores) mais amplo que o do projeto piloto. A ideia no futuro é o NOPE (núcleo de orientação profissional) se transformar numa universidade corporativa, com outros projetos e inciativas parecidas de educação continuada dentro de empresas e em escolas.

Lembrando, que o BNCC do ensino médio prevê num de seus eixos o ensino de profissão aos seus alunos (http://portal.mec.gov.br/conselho-nacional-de-educacao/base-nacional-com...)

Iniciativas como prêmio para professores que se destaquem com as iniciativas “semeadas” é o foco.

A ideia é instituir o prêmio “Professor que faz a diferença” por semestre ou rodada.

4ª Etapa:

A quarta etapa seria a MOTIVAÇÃO INICIAL DO PROJETO, ou seja o mais importante do projeto: o desenvolvimento efetivo dos alunos (as sementes) com a criação de um BANCO DE DADOS (com os dados dos alunos). Esse banco de dados seria a ponte para as empresas e criaríamos uma espécie de “passaporte” para estes alunos no mercado de trabalho.

Conforme este banco de dados for crescendo o interesse do mercado irá aumentar, fazendo com que estes mesmos alunos (sementes) dos diversos projetos (Centros vocacionais) sejam a forma mais ampla de uma REDE chamada REDE SOCIAL DE RELACIOAMENTOS, para todos as unidades Tenham acesso a esta Rede social (que pode ser de ex-alunos no facebook, Whatsapp, Instragran, etc) e seria baseado na semeadura continua.

Os frutos do sucesso será esta ação continuada. Iniciativas com alunos que tiveram sucesso (alunos que que conseguiram inserção) seriam considerados os “embaixadores da semeadura” e depois serem convidados para darem o depoimento nos centros vocacionais locais e as empresas seriam premiadas como “embaixadores da semeadura”.

A ideia é instituir o prêmio “Aluno que faz a diferença” e “empresa que faz a diferença” por semestre ou rodada.

Obs.: As atividades de premiação e entrega de certificados serão importante para os arranjos locais (centros Vocacionais), para os alunos e familiares, para os professores e para as empresas parceiras e devem constar no calendário do curso.

        6 – Estrutura do Curso

Os cursos seriam semipresenciais (50% presencial e 50% EAD) com 50 horas dividido em Módulos básicos (cada curso tem uma estrutura modular) com 2 encontros presenciais de 3 horas + 6 horas online (negociado entre o professor e aluno), no total de 12 horas semanais x 4 semanas: 48 horas + 2 horas de aula inaugural.

         7 - Custo do Projeto

O custo inicial prevê basicamente custo em recursos humanos (80%), de matérias (10%) e de Infra estrutura da Plataforma (10%) sendo que o curso teria um custo per capita/aluno de R$50,00 sendo previsto para cada centro vocacional, 400 alunos por mês, no valor de investimento, de no mínimo R$ 20.000,00 + 25% de taxa excedente (5 alunos por curso). Basicamente cada turma, teria 25 alunos por curso. O total de formandos/per capita por mês seria de 500 alunos e de investimento de 25.000,00.

Recursos Humanos

Professores -> R$ 25,00 hora/aula (50 minutos/aula) ou seja, R$75,00 por 3 aulas, R$ 300,00 por semana (4 encontros) e R$ 1.200,00 (por 4 semanas ou no Mês) + 50,00 de adicional pela aula inaugural. A ideia é ter 10 (dez) professores e 14 cursos abrangentes (e de forma modulares), no custo total de R$ 12.500,00.

1 (um) Coordenador pedagógico -> R$ 2.450,00, por 20 horas semanais.

1 (um) Auxiliar de Secretaria Digital -> R$ 1.250,00, por 40 horas semanais.

1 (um) Auxiliar de Secretaria acadêmica -> R$ 1.250,00, por 40 horas semanais.

1 (um) Apoio educacional -> R$ 1.050,00, por 40 horas semanais,

No total de R$ 6.000,00

Recursos Materiais

R$1.500,00 para ser destinado a recursos materiais, limpeza e custos de agua e luz a ser repassado para o Instituição parceira.

Soma TOTAL:

R$ 12.500,00 (corpo docente) para cada centro Vocacional

R$ 6.000,00 (corpo de apoio) para cada centro vocacional

R$ 1.500,00 (Instituição) para cada centro vocacional

R$ 20.000,00 -> total de custo para cada 400 alunos inscritos.

Recursos Excedentes

Como a ideia é ter um excedente contratual de no mínimo 20%

A taxa de 20% de excedente é uma iniciativa da parceria de cada 25 alunos por curso, 5 alunos serem para a Instituição Promotora MF Cursos online.

100 alunos x R$50,00 seriam destinado a MF Cursos online, para manter os custos operacionais, de taxas e de Impostos e do custo da Plataforma.

8 – Beneficiados do Projeto

Os cursos basicamente envolveram todo mês 500 formandos em cada centro vocacional.

Em cada formatura uma festa para 500 pessoas + o seu núcleo familiar, que em comunidade ficam em torno de 4 x o número de pessoas envolvidas. Ou seja, 2000 (duas mil pessoas por mês envolvidas na festa de entrega de certificado).

Por ano, teríamos 500 formandos x 12 meses: 6.000 formandos e somado as atividades de pessoas envolvidas, mais de 24.000 pessoas diretas e indiretamente envolvidas no processo. Basicamente, se dentro deste universo, 10% consiga um INSERÇÃO (estamos falando de casos de sucesso) e pô-los numa propaganda institucional, teríamos com certeza um IMPULSO neste quantitativo. Sem falar que se contarmos os envolvidos indiretamente em cada Empresa e no ENTORNO, poderíamos dizer em números bem baixo que atingiríamos em torno de 50.000 (cinquenta mil) pessoas impactadas diretas ou indiretamente num projeto como esse.

Por outro lado, Banco de dados de alunos, parceria com empresas e a criação de uma universidade corporativa, faz o custo deste investimento ser bem atrativo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

DINIZ, Janquiê - Mestre e Doutor em Direito – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional (– [email protected] -Assessoria de Comunicação Por: 09/08/2017 - 17:15 –Link.: http://www.joaquimnabuco.edu.br/noticias/trabalhabilidade-o-futuro-do-me... Atualizado em: 11/08/2017 - 17:41),

BNCC do ensino médio (http://portal.mec.gov.br/conselho-nacional-de-educacao/base-nacional-com...)

SARRES, Carolina (access_time11 out 2013, 12h46) revista EXAME- https://exame.abril.com.br/economia/empregos-formais-caem-pela-metade-de...

Prof. Coach Marcelo de Azevedo Ferreira